SEM DEFESA: Procurador Geral pede que goleiro Bruno volte a ser preso

Da redação
Atualizado em 20/04/2017 às 15:30
SEM DEFESA: Procurador Geral pede que goleiro Bruno volte a ser preso Foto: Reprodução Aratu Online

Por força de um parecer encaminhado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o goleiro Bruno pode voltar a prisão. Atualmente no Boa Esporte, clube da Segunda Divisão do Brasileiro, Bruno foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, com quem teve um filho.

O tribunal do júri de Minas Gerais, onde aconteceu o crime, lhe aplicou uma pena de 22 anos e três meses, mas não houve confirmação ainda da condenação na segunda instância. Por isso, Marco Aurélio determinou que ele tivesse o direito de recorrer em liberdade.

Janot destacou que o processo está demorando para ser analisado na segunda instância em razão de recursos da própria defesa, o que vem postergando o julgamento. Janot apresentou também um argumento de ordem técnica para que o goleiro volte a prisão. Antes da decisão de Marco Aurélio, Bruno teve um pedido de liberdade negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O procurador-geral da República disse que não cabe apresentar habeas corpus contra decisão tomada por outro ministro de tribunal superior.

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SEM DEFESA: Procurador Geral pede que goleiro Bruno volte a ser preso

Fonte: Da redação
Atualizado em 20/04/2017 às 15:37
SEM DEFESA: Procurador Geral pede que goleiro Bruno volte a ser preso

Por força de um parecer encaminhado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o goleiro Bruno pode voltar a prisão. Atualmente no Boa Esporte, clube da Segunda Divisão do Brasileiro, Bruno foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, com quem teve um filho.

O tribunal do júri de Minas Gerais, onde aconteceu o crime, lhe aplicou uma pena de 22 anos e três meses, mas não houve confirmação ainda da condenação na segunda instância. Por isso, Marco Aurélio determinou que ele tivesse o direito de recorrer em liberdade.

Janot destacou que o processo está demorando para ser analisado na segunda instância em razão de recursos da própria defesa, o que vem postergando o julgamento. Janot apresentou também um argumento de ordem técnica para que o goleiro volte a prisão. Antes da decisão de Marco Aurélio, Bruno teve um pedido de liberdade negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O procurador-geral da República disse que não cabe apresentar habeas corpus contra decisão tomada por outro ministro de tribunal superior.

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