IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR: Arraiá do Galinho promove reencontro simbólico de Célia e Celisa

André Uzêda
Atualizado em 03/06/2017 às 19:19
IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR: Arraiá do Galinho promove reencontro simbólico de Célia e Celisa Foto: Foto: André Uzêda

Esta é uma história que, certamente, o grande público não conhece. É carregada de sentimento e simbolismo. Em dezembro do ano passado, a TV Aratu perdeu uma de suas funcionárias mais queridas e competentes: Celisa Felicidade, 57 anos.

Vítima de uma embolia pulmonar, Celisa — carinhosamente apelidada de ‘Mamãe’ — deixou órfão vários funcionários que bebiam da sua competência e senso estético. Uma de suas maiores realizações, dentre tantas, era a organização do Concurso de Quadrilhas, durante o Arraiá do Galinho. Por uma decisão sensível da direção, após a morte da ‘querida matriarca’, o troféu para o campeão carregará a partir de agora o seu nome e sobrenome. Esta é a primeira edição do concurso, organizado desde 1991, sem a presença física de Celisa.

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Bonita desde já, a história não termina aqui. Celisa tem uma irmã gêmea, Célia. Nesta edição, com microfone em punho e camisa da produção, Célia está trabalhando na produção do concurso. Os quadrilheiros, por vezes, não escondem a sensação de ter a espinha congelada por um sopro súbito. Quando avistam Célia acreditam enxergar Celisa, de volta ao batente.

“Ela tá aqui. Entre nós. Eu tenho certeza disso. Celisa amava esse concurso, como amava tudo que fazia”, diz sua univitelina.

O Arraiá é um festival. Mas acima de tudo uma história de amor.

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IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR: Arraiá do Galinho promove reencontro simbólico de Célia e Celisa

Fonte: André Uzêda
Atualizado em 03/06/2017 às 22:29
IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR: Arraiá do Galinho promove reencontro simbólico de Célia e Celisa

Esta é uma história que, certamente, o grande público não conhece. É carregada de sentimento e simbolismo. Em dezembro do ano passado, a TV Aratu perdeu uma de suas funcionárias mais queridas e competentes: Celisa Felicidade, 57 anos.

Vítima de uma embolia pulmonar, Celisa — carinhosamente apelidada de ‘Mamãe’ — deixou órfão vários funcionários que bebiam da sua competência e senso estético. Uma de suas maiores realizações, dentre tantas, era a organização do Concurso de Quadrilhas, durante o Arraiá do Galinho. Por uma decisão sensível da direção, após a morte da ‘querida matriarca’, o troféu para o campeão carregará a partir de agora o seu nome e sobrenome. Esta é a primeira edição do concurso, organizado desde 1991, sem a presença física de Celisa.

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Bonita desde já, a história não termina aqui. Celisa tem uma irmã gêmea, Célia. Nesta edição, com microfone em punho e camisa da produção, Célia está trabalhando na produção do concurso. Os quadrilheiros, por vezes, não escondem a sensação de ter a espinha congelada por um sopro súbito. Quando avistam Célia acreditam enxergar Celisa, de volta ao batente.

“Ela tá aqui. Entre nós. Eu tenho certeza disso. Celisa amava esse concurso, como amava tudo que fazia”, diz sua univitelina.

O Arraiá é um festival. Mas acima de tudo uma história de amor.

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