ENTREVISTA: “Eu tenho uma alminha velha em um país sem memória”, diz Selton Mello

Da redação
Atualizado em 31/07/2017 às 15:50
ENTREVISTA: "Eu tenho uma alminha velha em um país sem memória", diz Selton Mello Foto: Uol

Do Cine Pipoca Cult, parceiro do Aratu Online

Ator desde pequeno, Selton Mello resolveu se arriscar na direção também em 2008 quando lançou o seu primeiro longametragem, Feliz Natal. Em 2011, consolidou-se na função com o lançamento de O Palhaço, um belo filme que chegou a ser o representante do Brasil na corrida do Oscar e acumulou bons prêmios nacionais e alguns internacionais, como o de diretor revelação no Chicago International Festival.

LEIA MAIS: CINE PIPOCA CULT: Filme de guerra, Dunkirk se move entre a genialidade e o engodo, sem alcançar nenhum

Agora, Selton Mello lança O Filme da Minha Vida, seu terceiro longa, baseado no livro “Um Pai de Cinema” de Antonio Skármeta, que conta a história de Tony Terranova, um rapaz em pleno rito de amadurecimento. O ator e diretor esteve em Salvador divulgando a obra em uma sessão especial aberta ao público, que compareceu em grande número, e com convidados.

Entrevista Exclusiva com Selton MelloNa coletiva de imprensa, Selton Mellocontou que foi convidado pelo próprio Skármeta para adaptar o seu livro para os cinemas. A princípio, achou que era um “trote”, mas logo se identificou com a história e o clima familiar. Contou que a escolha do elenco foi natural. Ele já tinha em mente, desde o princípio, Johnny MassaroBruna Linzmeyer e Bia Arantes. Já o Vincent Casselele define como um ator que “tem uma alma totalmente brasileira”. E era tudo o que ele precisava: um pai francês que falava português.

O diretor falou também da experiência de atuar e dirigir, que para ele é natural. “Atuar é como brincar”, já que faz desde criança, dirigir já exige maior atenção, mas ele acaba tendo algumas facilidades, principalmente com a direção de atores, já que entende o processo deles por atuar do outro lado também. E contou ainda que seu desejo ao fazer cinema é entregar uma obra bem acabada em técnica, mas que também possa dialogar com o público em geral, com uma história clara e emocionante.

LEIA MAIS: CINE PIPOCA CULT: A homossexualidade em ‘A Bela e a Fera’ e o cinema do nosso tempo

Após a coletiva de imprensa, pudemos fazer uma entrevista exclusiva com diretor onde ele falou um pouco mais sobre suas escolhas. Confere como foi.

Veja entrevista completa: 

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ENTREVISTA: “Eu tenho uma alminha velha em um país sem memória”, diz Selton Mello

Fonte: Da redação
Atualizado em 31/07/2017 às 15:59
ENTREVISTA: "Eu tenho uma alminha velha em um país sem memória", diz Selton Mello

Do Cine Pipoca Cult, parceiro do Aratu Online

Ator desde pequeno, Selton Mello resolveu se arriscar na direção também em 2008 quando lançou o seu primeiro longametragem, Feliz Natal. Em 2011, consolidou-se na função com o lançamento de O Palhaço, um belo filme que chegou a ser o representante do Brasil na corrida do Oscar e acumulou bons prêmios nacionais e alguns internacionais, como o de diretor revelação no Chicago International Festival.

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Agora, Selton Mello lança O Filme da Minha Vida, seu terceiro longa, baseado no livro “Um Pai de Cinema” de Antonio Skármeta, que conta a história de Tony Terranova, um rapaz em pleno rito de amadurecimento. O ator e diretor esteve em Salvador divulgando a obra em uma sessão especial aberta ao público, que compareceu em grande número, e com convidados.

Entrevista Exclusiva com Selton MelloNa coletiva de imprensa, Selton Mellocontou que foi convidado pelo próprio Skármeta para adaptar o seu livro para os cinemas. A princípio, achou que era um “trote”, mas logo se identificou com a história e o clima familiar. Contou que a escolha do elenco foi natural. Ele já tinha em mente, desde o princípio, Johnny MassaroBruna Linzmeyer e Bia Arantes. Já o Vincent Casselele define como um ator que “tem uma alma totalmente brasileira”. E era tudo o que ele precisava: um pai francês que falava português.

O diretor falou também da experiência de atuar e dirigir, que para ele é natural. “Atuar é como brincar”, já que faz desde criança, dirigir já exige maior atenção, mas ele acaba tendo algumas facilidades, principalmente com a direção de atores, já que entende o processo deles por atuar do outro lado também. E contou ainda que seu desejo ao fazer cinema é entregar uma obra bem acabada em técnica, mas que também possa dialogar com o público em geral, com uma história clara e emocionante.

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Após a coletiva de imprensa, pudemos fazer uma entrevista exclusiva com diretor onde ele falou um pouco mais sobre suas escolhas. Confere como foi.

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