DPE entra com ação pedindo limpeza e conservação de banheiros químicos nos circuitos do carnaval

Da redação
Atualizado em 16/02/2015 às 12:24
Foto: reprodução/Internet

Na tarde de domingo (15), a Defensoria Pública entrou com ação pedindo que o Município de Salvador providencie a contratação emergencial de servidores para garantir a limpeza e conservação dos banheiros públicos nos circuitos do carnaval. A ação pede, ainda, que até o final da festa, seja suspensa a imposição de multa para quem for flagrado urinando na rua, conforme prevê a lei municipal 8.512/13. Em vigor desde o dia 28 de janeiro, a legislação prevê multas que variam de R$ 67,23 a R$ 1.008,45. De acordo com a defensora Marta Torres, autora da ação, a Prefeitura não pode cobrar que o cidadão cumpra a determinação já que não oferece condições adequadas para isso.

No último sábado, a DPE encaminhou ofício à SEMOP, pedindo que órgão apurasse, identificasse e solucionasse os problemas apontados. Desde o início do carnaval, a Defensoria vem recebendo reclamações de assistidos que trabalham ou aproveitam a festa nos circuitos. As queixas apontam a falta de equipamentos ou a sujeira e mau cheiro, o que dificulta ou até impossibilita o uso.

Ainda segundo a DPE, conforme a Constituição, a insuficiência de banheiros públicos ou o seu fornecimento de forma precária afronta o direito à saúde, ao meio ambiente equilibrado e à participação em manifestações culturais.

Se a liminar for concedida pela justiça e houver descumprimento por parte do Município de Salvador, a Defensoria pede que seja fixada uma multa diária.

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DPE entra com ação pedindo limpeza e conservação de banheiros químicos nos circuitos do carnaval

Fonte: Da redação
Atualizado em 16/02/2015 às 12:28

Na tarde de domingo (15), a Defensoria Pública entrou com ação pedindo que o Município de Salvador providencie a contratação emergencial de servidores para garantir a limpeza e conservação dos banheiros públicos nos circuitos do carnaval. A ação pede, ainda, que até o final da festa, seja suspensa a imposição de multa para quem for flagrado urinando na rua, conforme prevê a lei municipal 8.512/13. Em vigor desde o dia 28 de janeiro, a legislação prevê multas que variam de R$ 67,23 a R$ 1.008,45. De acordo com a defensora Marta Torres, autora da ação, a Prefeitura não pode cobrar que o cidadão cumpra a determinação já que não oferece condições adequadas para isso.

No último sábado, a DPE encaminhou ofício à SEMOP, pedindo que órgão apurasse, identificasse e solucionasse os problemas apontados. Desde o início do carnaval, a Defensoria vem recebendo reclamações de assistidos que trabalham ou aproveitam a festa nos circuitos. As queixas apontam a falta de equipamentos ou a sujeira e mau cheiro, o que dificulta ou até impossibilita o uso.

Ainda segundo a DPE, conforme a Constituição, a insuficiência de banheiros públicos ou o seu fornecimento de forma precária afronta o direito à saúde, ao meio ambiente equilibrado e à participação em manifestações culturais.

Se a liminar for concedida pela justiça e houver descumprimento por parte do Município de Salvador, a Defensoria pede que seja fixada uma multa diária.