CRIME NA GRAÇA: Principal suspeito de matar irmã e ferir mãe adotiva segue foragido

Da redação
Atualizado em 01/07/2016 às 19:06
Foto: Aratu Online

Boaventura Oliveira Santos, 48 anos, principal suspeito de matar a irmã adotiva Edith Gomes da Paz, e ferir a sua mãe, Anna de Vecchi de Castro Nogueira, 71, segue foragido. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, na cena do crime foram encontrados pedaços de madeira, que devem ter sido utilizados por ele para agredir as vítimas.

Boaventura fazia uso de medicamentos controlados e tratamento no hospital psiquiátrico Juliano Moreira. Apesar das informações de vizinhos sobre a relação próxima entre eles, a polícia ainda espera pelo aprofundamento das investigações.

De acordo com a Central de Polícias (Centel), o crime aconteceu por volta das 11h desta sexta-feira (1/7), no Edifício Caravelle, localizado na Rua Desembargador Oscar Dantas.

O prédio não possui câmeras de circuito interno, fato que deve atrapalhar as investigações. Um porteiro, que trabalha no turno da noite e não foi identificado, foi intimado e deve prestar depoimento nos próximos dias.

O caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Homicídios.

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CRIME NA GRAÇA: Principal suspeito de matar irmã e ferir mãe adotiva segue foragido

Fonte: Da redação
Atualizado em 01/07/2016 às 19:22

Boaventura Oliveira Santos, 48 anos, principal suspeito de matar a irmã adotiva Edith Gomes da Paz, e ferir a sua mãe, Anna de Vecchi de Castro Nogueira, 71, segue foragido. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, na cena do crime foram encontrados pedaços de madeira, que devem ter sido utilizados por ele para agredir as vítimas.

Boaventura fazia uso de medicamentos controlados e tratamento no hospital psiquiátrico Juliano Moreira. Apesar das informações de vizinhos sobre a relação próxima entre eles, a polícia ainda espera pelo aprofundamento das investigações.

De acordo com a Central de Polícias (Centel), o crime aconteceu por volta das 11h desta sexta-feira (1/7), no Edifício Caravelle, localizado na Rua Desembargador Oscar Dantas.

O prédio não possui câmeras de circuito interno, fato que deve atrapalhar as investigações. Um porteiro, que trabalha no turno da noite e não foi identificado, foi intimado e deve prestar depoimento nos próximos dias.

O caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Homicídios.