Salvador: 24ºC Mín 31ºC Máx
20 de Abril de 2014
 
           
 
Notícias

Home | Notícias
RSS
Aumentar Fonte Diminuir Fonte Indicar Notícia Comentário Imprimir  
  16:45hs
  ..:: 16/04 - Pesquisa mostra que cirurgia pode curar câncer reincidente de próstata
 


Uma pesquisa feita nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil mostrou que o câncer recorrente de próstata pode ser curado. Até agora, a doença, quando aparecia pela segunda vez, após o tratamento com radioterapia, era considera incurável.

Os pacientes com o diagnóstico de tumor maligno na próstata têm duas opções de tratamento: a cirurgia para a retirada da glândula – que pode trazer complicações, como a impotência em 50% dos casos, e a incontinência urinária – ou o tratamento com radioterapia, que também pode deixar sequelas, mas em menores proporções.

Nos casos em que a opção pela radioterapia, após o tratamento, o tumor voltava, a doença era considerada sem cura, e o único tratamento disponível é o da hormonoterapia, que consiste em bloquear a produção do hormônio masculino no organismo. Isso retarda o desenvolvimento do câncer, mas não o cura, e dá sobrevida, em média, de mais dois anos ao paciente.

De acordo com um dos coordenadores da pesquisa, o médico do Instituto do Câncer de São Paulo, Daher Chade, a operação de retirada da próstata, depois da reincidência do câncer, não era feita em razão de, geralmente, a radioterapia produzir aderências na região da glândula, o que prejudicava a cirurgia.

“O que foi descoberto com essa pesquisa é que nessa situação, os pacientes que fizeram radioterapia, e o tumor voltou, a cirurgia pode ser feita com segurança. Com a radioterapia mais moderna, a radiação ocorre mais no interior da próstata para eliminar o tumor, e causa menos aderência ao redor da glândula”, afirmou.

O estudo publicado na última semana, que começou a ser feito nos Estados Unidos há cerca de 25 anos, apresentou resultados surpreendentes para os pesquisadores. Cerca de 77% dos pacientes que fizeram a cirurgia após o reaparecimento do tumor estavam, dez anos após a cirurgia, sem nenhum sinal de disseminação da doença.

Outro dado importante obtido, foi a constatação de que 83% dos pacientes estavam vivos uma década após a cirurgia. “Esse é um tempo muito longo para um tumor que se achava incurável, e que era instituído um tratamento de hormônio, para que o paciente vivesse só mais dois ou três anos”.

O médico ainda destacou que os médicos não precisam aprender uma técnica nova para fazer cirurgia, já que o procedimento é o mesmo já utilizado nos casos em que o tumor aparece pela primeira vez. "Os urologistas já sabem fazer essa cirurgia. O que é preciso é adquirir experiência, porque, até agora, poucos cirurgiões faziam essa cirurgia porque não se sabia que ela era benéfica para o paciente”.

A pesquisa analisou 404 pacientes de todo mundo, que tinham, em média, 65 anos de idade.

Fonte: Agência Brasil

 
 
   
 

Recém-nascida é abandonada dentro de lixeira na rodoviária

Outras Notícias:
 
  A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa na próxima terça-feira (22). No Rio, a Secretaria Municipal de Saúde, vai vacinar idosos,

 
  Chegou ao fim neste domingo (13) a greve dos médicos da Maternidade do Hospital Roberto Santos, que já durava mais de 15 dias. Após uma rodada de negociaç&oti
 
Morreu na tarde de ontem (15) um médico cubano, integrante do programa Mais Médicos, que atuava na Unidade de Saúde da Família de São José de Baixo, no Sub

 
No primeiro mês de vacinação contra HPV, período em que o foco da mobilização foi nas escolas públicas e privadas de todo o país, mais de 3,3




Institucional Cidade Esporte Diversão e Cultura Galeria de vídeos Programas Locais Promoções TV Aratu Emprego e Estágio