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  ..:: 06/12 - MP denuncia quatro policiais militares por homicídio no IAPI
 

Quatro policiais militares envolvidos no assassinato de Alisson Silva Nunes, ocorrido em junho de 2009 na invasão Nova Divinéia, no bairro do IAPI, foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especial para o Controle Externo da Atividade Policial (Gacep), do Ministério Público estadual, à Justiça.

Baseada em inquérito policial e apurações do Gacep, a promotora Kárita Conceição Cardim de Lima acusa o capitão da PM Fábio Luiz Magalhães Ferreira, os soldados PM Ivanilson Ferreira da Silva, Edmárcio Silva Santos e Gilmar Ribeiro Santos de homicídio qualificado. Os policiais, que pertencem ao grupamento das Rondas Especiais (Rondesp), abordaram Alisson Nunes por volta das 23h, do dia 29 de junho de 2009, em uma esquina das ruas do IAPI, informa Kárita Lima, explicando que, quando a vítima, que estava acompanhada de um adolescente e de um menor de idade, saiu correndo em direção à residência da avó, os policiais promoveram um disparo de arma de fogo. O rapaz, esclarece a promotora, até que conseguiu chegar ao imóvel, mas acabou encurralado sob a mira de vasto armamento portado pelos denunciados, oportunidade em que o comandante da guarnição aproximou-se de Alisson e, utilizando uma submetralhadora automática, atirou atingindo o rosto dele, que acabou falecendo.

Segundo a denúncia, consta nos autos a informação de que uma tia da vítima que a tudo presenciou tentou aproximar-se para prestar socorro, “porém, foi impedida pelos denunciados que, de armas em punho, a ameaçaram, dizendo que se a mesma se aproximasse eles atirariam”. Os policiais, relata o inquérito, chegaram a arrastar Alisson pelas pernas e braços, colocando ele dentro da viatura e o levando ao Hospital Geral do Estado, mas eles “plantaram” um revólver nas mãos da vítima. Isso, conclui a promotora, para confundir as investigações e pretensamente justificar a desastrosa ação. Ela lembra que os autos registram que Alisson correu dos policiais porque, em março de 2009, foi preso e supostamente torturado por policiais federais e militares que suspeitaram do envolvimento dele com o tráfico de drogas e morte de um policial federal no bairro do IAPI, porém, no dia seguinte, Alisson foi posto em liberdade porque ficou constatado que ele não tinha envolvimento algum com os crimes.

Fonte: Ministério Público Estadual

 
 
   
 

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