19/11/2008 - 17h24m
O superintendente regional do Incra, Luiz Gugé, e o superintendente substituto, Marcos Nery, registram, na tarde desta quarta-feira (19), queixas-crime contra as dez pessoas que assinaram um carta acusando os servidores públicos de formação de máfias no órgão. Segundo uma nota divulgada pelo Incra, o documento, que foi enviado ao Presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart; ao Governador do Estado, Jaques Wagner; e distribuída a alguns órgãos de imprensa, pode ser considerado uma prova do crime contra a honra.
De acordo com o Incra, os autores da carta, em conjunto com trabalhadores rurais de oito movimentos sociais, encontram-se nas dependências da sede do órgão, desde a terça-feira (18), e impedem o trabalho dos servidores. Além disso, segundo o Incra, os manifestantes não apresentaram qualquer pauta de reivindicações ao superintendente do órgão, até o momento.
O Aratu Online tentou entrar em contato com a Coordenação Estadual de Assentamento e Acampamento (CETAA), que foi apontado pelo Incra como maior movimento envolvido na manifestação, mas não obteve resposta.