VAMOS CONHECER CRISTINA?

Confesso: sou viciada no Netflix. Adoro séries e tenho fuçado as produções deles atrás de coisas bacanas. “Por acaso” ou não, conheci Cristina. Não falo que “encontrei o documentário sobre Cristina” pois, no filme, você termina realmente sentindo que conhece ela.

Cristina teve câncer de mama, assim como eu e – certamente – como você. Ela achou que estava tudo ok em sua vida mas recebeu a notícia que “assombra” todas nós: estava com metástase. Sim. Precisamos falar sobre câncer de mama metastático. Depois que assisti o documentário, fiquei pensando “faço ou não faço o post?”. Resolvi fazer pois essa é uma realidade que pode ser de qualquer uma de nós – lógico que, dependendo o caso, do estágio da doença e etc. Não é regra geral, viu? (antes que você entre em pânico!) (mais…)

OUTUBRO ROSA OUTRA VEZ!

Outubro chegou e com ele o mês internacional de luta contra o câncer de mama.

Só que, ao contrário do que muita gente pensa, não é para se falar só da doença em outubro! Essa foi apenas uma oportunidade criada para falar da doença de uma forma geral, para que a mídia dê espaço de pauta, para que as pessoas parem e pensem que o câncer de mama está mais perto do que elas imaginam.

Se você ainda não sabe, eu tive a doença com 30 anos. Sem ninguém esperar, sem eu nunca ter sequer pensado nela, sem histórico familiar. Hoje estou curada e uso esse espaço para conscientizar outras mulheres e ajudar quem está passando pelo tratamento.

São 5 anos nessa área! Leio o que posso, converso com quem entende, assisto palestras sobre o tema… Tudo para poder chegar aqui e fazer valer o que passei, podendo te ajudar ou te alertar. (mais…)

CÂNCER DE MAMA AOS 26.

A realização de exames anuais sempre será o melhor caminho para o diagnóstico precoce do câncer de mama.
Depois de um difícil diagnóstico, a bancária Thaise Assis descobriu estar com câncer de mama aos 26 anos. Ela precisou realizar exames apurados para descobrir a doença e foi encaminhada para tratamento na Clínica AMO em Salvador, sendo atendida pelos oncologistas Dr. Carlos Sampaio e Dra Vanessa Dybal.

Em todo o processo, o apoio de sua família e amigos foi fundamental. “Nesse tempo meu pai também faleceu. Foi mais um baque emocional. Então, mais ainda eu senti o apoio da minha família e dos meus amigos, que cuidavam de mim o tempo todo e não me deixavam ficar triste. Até hoje, esse apoio é muito importante porque a gente se sente acolhido, protegido, cuidado”, salienta, estendendo esse sentimento de gratidão também para a sensibilidade que recebe dos médicos, enfermeiras e funcionários da AMO.

A experiência da luta para vencer a doença fez Thaise participar de atividades da abordagem multidisciplinar da clínica, o AMO Acolher e AMO Viver, e ampliar ainda mais seu senso de solidariedade ao colaborar nas atividades do Projeto Repartir, grupo de voluntárias que ajudam, entre outras instituições, o Núcleo Assistencial para Pessoas Com Câncer (Naspec). “Isso é muito bom porque você percebe que está passando por coisas que outras já superaram e que tudo isso vai passar. Hoje, muitas vezes, quando eu venho para a clínica eu converso e dou dicas para pacientes e acabo ficando amiga de mulheres que estão iniciando tratamento. Isso cria um elo”, revela.

Hoje, aos 30 anos e curada da doença, a jovem se sente renovada e é um exemplo impressionante de quem transformou uma situação ruim em algo positivo, que é ajudar o próximo. “Eu considero o câncer o maior ’presente’ que Deus me deu. Porque passei a dar mais valor à vida, olhar tudo de outra maneira. Determinadas coisas que antes pareciam muito importantes, vi que não têm importância. A alegria é literalmente viver o agora de forma mais intensa, viver o que te dá prazer”, conclui ela.

Fonte: Facebook da Clínica AMO

FORO DE PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA EM GRAMADO

Na última sexta-feira, 28 de agosto, aconteceu o Foro de Pacientes com Câncer de Mama: acesso aos tratamentos no Brasil, em Gramado (RS). Com uma programação totalmente voltada ao cenário brasileiro do câncer de mama avançado, a iniciativa foi importantíssima para fomentar a discussão em torno do tema, engajar sociedades médicas, profissionais de saúde, parlamentares e Associações de Pacientes na luta pela construção do acesso.

O Foro aconteceu como parte da 10ª edição do Câncer de Mama Gramado – 2015, um dos eventos mais tradicionais do país a discutir as temáticas relacionadas ao câncer.

O evento foi dividido em Blocos e discutiu o papel das Sociedades Médicas, Associações de Pacientes e Parlamentares dentro desse cenário, enfatizando a importância de se construir políticas públicas para avanço no tratamento e apoio ao pacientes, além de engajar a sociedade nessa causa. Fui convidada pela Novartis para moderar a mesa na qual FEMAMA, AMUCC e ONCOGIA debateram o tema. O que concluiu-se foi que é necessária a união de todas essas frentes para elencar o que quiser quais as mudanças mais urgentes e pressionar o governo para tal. A pergunta foi: será que esse discurso sairá do papel? Pela minha percepção, se depender as Associações de Pacientes, SIM.

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CAMPANHA “PARA TODAS AS MARIAS”

Hoje em dia, existem tratamentos inovadores para o câncer de mama avançado (metastático) que permite que essas mulheres possam viver por mais tempo e com mais qualidade de vida.

Já falamos aqui da campanha POR MAIS TEMPO e hoje vamos conhecer outra iniciativa, a campanha “PARA TODAS AS MARIAS”, realizada pela FEMAMA, em prol do tratamento igualitário para a doença

A CAMPANHA

A campanha “Para Todas as Marias” quer chegar às ruas, às casas, aos escritórios, aos consultórios médicos… Quer enfrentar o trânsito, o transporte público, a correria do cotidiano. Enfim, que estar em todos os lugares onde as mulheres brasileiras travam suas batalhas diárias.

O objetivo é fazer com que todas elas, “Todas as Marias”, tenham acesso igualitário aos tratamentos mais modernos para o câncer de mama avançado. É neste estágio da doença que a mulher precisa de mais amparo. Porém, é justamente nesta fase que o Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não está amplamente preparado para atendê-las, não disponibilizando acesso gratuito ao tratamento mais moderno.

Medicamentos inovadores que aumentam a qualidade de vida das pacientes com câncer de mama não são aprovados para pacientes na fase metastática da doença pela CONITEC, órgão do Ministério da Saúde responsável pela incorporação de tratamentos no SUS. Essa ação é uma iniciativa da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), uma associação civil, sem fins econômicos, que busca reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama no Brasil.

Vamos ajudar?
Acesse o site e assine a petição online!

DEPOIMENTO DE ADILSON NOVENTA

Vou contar um pouquinho da minha história para vocês…

Meu nome é Adilson, tenho hoje 52 anos e, há cerca de 04 anos, foi diagnosticado em mim um câncer de mama, isto mesmo um câncer de mama em homem.

Custei acreditar que isto estaria acontecendo comigo, pois raramente tive problemas de saúde. E então porque um câncer agora?

Nos primeiros dias da descoberta fiquei muito assustado, pois não sabia como seria o tratamento, e além disto praticamente minha família aqui em Salvador é reduzida somente a mim e meu Filho. Eu sabia que teríamos dificuldades para enfrentar a doença e o tratamento.

Sempre frequentei a Igreja Católica e, no dia que fui fazer uma ressonância para ter melhor o diagnóstico, me deparei na porta da Igreja Nossa Senhora da Vitória. Entrei sozinho, ajoelhei e, conversando com Deus, disse que estava aceitando este câncer, mas que ele não me deixasse sofrer, muito menos ao meu filho.

Enfim, passei por todos os procedimentos, cirurgia de retirada da mama esquerda, 8 sessões de quimioterapia e 28 sessões de radioterapia.

Com o tempo aprendi a conviver com isto, sei que não posso fazer esforço no braço esquerdo, mas tenho uma vida normal, apesar de ainda usar medicamento diário, pelo menos até 2018.

Neste primeiro instante, quero registrar a importância da família no apoio ao tratamento, no meu caso do meu filho, que me acompanhou em todos os momentos. Méritos também para todo corpo clinico do Hospital Aristides Maltês,  sempre com a mão divina de Deus.

Neste Dia dos PAIS, quero deixar esta mensagem de muita FÉ, principalmente para as pessoas que estão recém diagnosticadas, que estão no início ao no final do tratamento, seja nas sessões de quimio ou de rádio. Entreguem a DEUS! Ele nos quer sorrindo, seja qual for o nosso problema. Foi através desta doença que descobri o tamanho da minha FÉ.

Um bom domingo a todos e aos Pais um FELIZ DIA dos PAIS.

ONCOTYPE XD

Em linhas gerais, esse é o exame que – em caso de dúvidas – dá a certeza se uma pessoa que tem câncer de mama deve fazer quimioterapia ou não.

Calma, não é que seu médico não saiba! Dependendo de uma série de fatores, inclusive seu tipo de câncer de mama, dele pode ficar na linha intermediária entre fazer e não fazer a quimio. Afinal, ninguém quer passar pelo tratamento sem necessidade, não é?

O QUE É ESSE EXAME?

Oncotype DX® é um teste genômico que examina o tecido do seu tumor em nível molecular e fornece informações sobre a biologia individual do seu câncer de mama para auxiliar você e seu médico a definir o tratamento para a sua doença.

O QUE ELE DETECTA?

Esse exame é realizado apenas nos Estados Unidos, representado no Brasil pela Diagnóstika, que classifica o estágio da doença e a curvatura de possíveis infiltrações, definindo com precisão os casos em que a químio é de fato a única alternativa possível.  Ele também identifica as chances de recidiva da doença. (mais…)

10 MITOS E 10 VERDADES SOBRE O CÂNCER DE MAMA

Existe muito desconhecimento ainda sobre o câncer de mama e, pior, existe também muita “crendice” popular que podem terminar prejudicando o diagnóstico e o tratamento da doença. Listamos aqui 10 mitos sobre o câncer de mama:

>>> VERDADES

1. A terapia de reposição hormonal pode ser um fator de risco – Ela pode ser realizada, mas precisa haver um controle severo das taxas hormonais.
2. O câncer tem cura – principalmente se for descoberto nos estágios iniciais;
3. Amamentar protege o peito do câncer de mama – em pacientes não fumantes. Quando o bebê mama, as células mamárias ficam ocupadas com a produção de leite e se multiplicam menos, o que reduz o risco de contrair a doença.
4. Algumas mulheres da minha família tiveram câncer de mama. Por isso, corro mais riscos. – Sim. Sua família pode ser que nem a de Angelina Jolie, por exemplo, e ter uma mutação genética que favorece o aparecimento da doença; (mais…)

Le Postiche promove doação de lenços adquiridos com a campanha Outubro Rosa

A Le Postiche realizou na última sexta-feira um evento no hospital Pérola Byington, em São Paulo, para a doação dos Lenços da Solidariedade, projeto idealizado pela blogueira Vania Castanheira do blog Minha Vida Comigo, que consiste em presentear com lenços as pacientes que estejam em tratamento de quimioterapia. Os 2000 lenços adquiridos com a ação Outubro Rosa foram destinados a alguns hospitais que tem como foco o combate ao câncer de mama.

Durante o evento, Alessandra Restaino, presidente da marca, recebeu a blogueira Camila Coelho, uma das embaixadoras da campanha, para dar dicas de maquiagem e Vania para ensinar as pacientes maneiras diferentes e estilosas de usar os lenços.

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Fonte: www.ferrazmoda.com.br

TRATAMENTOS ALTERNATIVOS

Suco-de-Couve

Outro dia me assustei com uma pessoa que me disse achar errado quando uma pessoa, ao descobrir um câncer em estágio inicial, ter logo que fazer um tratamento convencional, não poder ter opções de não se render à indústria/máfia da medicina e medicamentos.

Como assim, gente??? Sério isso, produção?

Eu até consigo respeitar a opinião alheia, mas não posso compactuar com isso. Preciso desabafar.

Antigamente, a opção de tratamento de câncer de mama era SUPER invasiva! A única forma, pelo que sei, além de uma quimioterapia que fazia basicamente todo mundo passar muito mal, era a mastectomia, independente do caso. Os diagnósticos não eram precoces por conta da falta de informação.

De muito tempo pra cá, a medicina evoluiu MUITO. Hoje em dia, em um tumor diagnosticado precocemente, as chances de cura serão cerca de 98%. Quanto menor o tumor, um tratamento será menos invasivo. Não necessariamente a pessoa ficará mutilada. Eu conheço uma pessoa que tirou um tumor de 0,8 milímetros e nem parece que fez cirurgia, por conta da pequena margem que foi retirada.

Nenhum médico que se preze vai te passar um tratamento sem necessidade. O grande lance é encontrar um profissional de sua confiança e acreditar no diagnóstico dele, nos anos de estudo.

As drogas são fortes, agridem o organismo, mas também te salvam. Depois, tudo volta ao normal.

Quem quer tomar chás e confiar APENAS em um alimento X, viver de luz ou de comidas verdes, paciência. Só não reclamem depois e tomem MUITO cuidado (se tiverem amor às suas vidas).

Quando ficamos doentes, SEMPRE aparece um parente que tem um amigo que tem um amigo que se curou de um câncer apenas tomando suco de couve. Será? Se quiser tomar, tudo bem. Só ANTES fale com seu médico. Muitos chás e ervas podem atrapalhar os tratamentos convencionais. Não custa nada perguntar.

E boa sorte nas suas escolhas.

Deixo claro que isso é MINHA OPINIÃO. 

Bjs

Paula

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