Você tem sido o melhor de você?

Na semana passada, meu primo Rodrigo, que mora em Ilhéus, me telefonou. Disse que estaria em Salvador na sexta-feira e me perguntou se eu teria algum estúdio de tatuagem para indicar, pois, ele queria tatuar o nome de seu filho Dante, na perna esquerda, pois, já tem  nome de sua filha Sara tatuado na perna direita.

Rodrigo é meu primo-irmão. Passamos boa parte da maioria das nossas férias na casa de praia de meu tio Euclides. Era uma bela reunião de primos: Rodrigo, Tadeu, Milena, Nelsinho, Karina, meu irmão Euclides e eu. Nossa adolescência foi repleta de futebol, praia, amizade, passeios… E muito amor.

Então, primo, que tatuador você me indica? – Perguntou Rodrigo.

Indico Boca Tatoo, que fez minhas duas primeiras tatuagens. Você pretende ir lá que dia?

Amanhã de manhã. Me passe o endereço que eu vou. Sei que você vai estar muito ocupado. 

Sei que você vai estar muito ocupado“. Durante alguns longos segundos, aquelas palavras ficaram ecoando no meu ouvido, até chegar ao meu coração… O Pedro Workaholic é o melhor Pedro que eu posso ser? Foi então que, sem racionalizar muito, falei pra ele:

Eu vou com você amanhã em Boca. De repente eu até faço uma nova tatoo também…

Rodrigo deu uma risada gostosa, que exprimia um misto de surpresa e alegria e emendou:

E o seu trabalho? Você vai poder ir mesmo? Não quero atrapalhar…

Meu trabalho é algo muito importante na minha vida, tanto que trabalho com o que gosto e com uma equipe sensacional, mas, nada é mais importante que a oportunidade de ver quem a gente ama!

Bem… O dia foi incrível. Rodrigo estava acompanhado da sua atual esposa Ana, que eu ainda não conhecia e eu fui acompanhado de minha filha Louise. Nos divertimos muito no estúdio, conversando, relembrando o passado e nos atualizando sobre nossas famílias. No final, acabou que cada um de nós fez uma tatuagem e, mais do que isso, fizemos a diferença nas vidas uns dos outros…

Fiz questão de dividir essa pequena história com vocês pois, foi bastante marcante pra mim, ter escolhido fazer algo diferente no meu dia. Fiz algo não programado, não agendado. Simplesmente eu silenciei meu racional e escutei o meu coração. Troquei uma manhã de trabalho por uma manhã em família, em plena sexta-feira.

E porque eu fiz isso? Por um motivo simples: Não sei qual a próxima oportunidade que terei.

Não sei quanto a vocês, mas, não faço a mínima ideia de quanto tempo nos resta aqui nessa jornada. Terei mais um dia? Dez meses? Cinquenta anos? E meu primo? Durante quanto tempo poderei desfrutar de sua companhia?

Me deparei com essa questão pela primeira vez, há muito tempo, quando ouvi Renato Russo cantar: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há…

E não é que escutei essa música uns dias antes de receber a ligação de meu primo? Coincidência? Sincronicidade? Oportunidade? Na dúvida, não tive dúvidas: escolhi viver o aqui e agora.

Assim como fiz essa escolha, nos deparamos com diversas outras. Todos os dias.

Então, cabem as reflexões: Quais escolhas estou fazendo? Com que propósito? O que me motiva a fazer minhas escolhas?

Essas reflexões valem para todo tipo de relação. Profissional ou pessoal. Amizade ou relacionamento afetivo.

O que importa é que seja por inteiro. É que seja vivido no instante que está acontecendo. O importante é q sejam relacionamentos verdadeiros.

RELACIONAMENTOS POR INTEIRO…

Que cada beijo seja com sabor
Que cada palavra seja com amor

Que cada momento seja vivido
Que cada dia faça sentido

Que cada gesto seja de afeto
Que cada encontro seja completo

Por todo o infinito de um dia
Ou uma semana de pura alegria

Pra sempre ou em fevereiro
Viva o relacionamento por inteiro
.

AINDA SOBRE RELACIONAMENTOS…

Acredito em viver relacionamentos que iniciem e terminem todos os dias…
Como se não houvesse amanhã, sabe?

Como se não houvesse uma segunda oportunidade de fazer melhor…
Cada encontro um reencontro…

Cada bom dia um novo dia…
Cada boa noite, uma certeza:
Eu fui o melhor de mim…


.

As 22 regras do storytelling segundo a Pixar

As 22 regras do storytelling segundo a Pixar

O site io9 publicou uma lista com essas dicas valiosas (em inglês) de um dos maiores estúdios contadores de histórias do mundo e eu traduzi aqui pra vocês.

Que bacana! Mas, espere aí… O que é Storytelling, mesmo?

Segundo o professor Bruno Scartozzoni, “Storytelling é um conjunto de técnicas de comunicação que consistem, basicamente, em organizar fatos em uma determinada sequência que, por vários motivos, da neurologia à antropologia, capturam a atenção do público de uma maneira especial e, por isso, transmitem conhecimento de uma forma mais natural e assertiva.

Essa sequência, na essência, envolve uma pessoa (protagonista) enfrentando desafios (conflito) para atingir um objetivo que mudará sua vida.

Definindo Storytelling

A palavra Storytelling nasceu da união de duas palavras: story (história) e telling (contando).

É uma técnica de trocar experiências com o público, usando a história da marca, do produto, da empresa, com foco na satisfação da necessidade e da expectativa do cliente.

Pra entender melhor o conceito de storytelling

Primeiro, precisamos ter sabedoria para escutar e entender o público (audiência).
Em seguida, devemos aprender mais sobre a marca em questão e descobrir qual é a sua trajetória de mercado, ou seja, conhecer sobre como a sua história foi contada até o momento. Só então, começamos a elaborar a estratégia de Storytelling adequada.

Para que a técnica dê resultados, a história deve ser recheada de elementos interessantes e que emocionem a audiência.

A identificação do público com a história que está sendo contada é essencial para o sucesso da campanha.

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Agora que entendemos um pouquinho dos conceitos básicos sobre o assunto, vamos aprender e compartilhar essas 22 dicas sobre Storytelling?

# 1: Você admira um personagem mais para escrever sobre ele do que pelo seu sucesso;

# 2: Você precisa ter em mente o que é interessante, como se você fizesse parte da audiência, não somente o que é divertido fazer como escritor. As duas coisas podem, inclusive, ser diferentes;

# 3: Definir o tema é importante, mas você só vai descobrir do que, realmente, se trata a história, quando você terminar de escrever. Depois, reescreva o quanto for necessário;

# 4:
Era uma vez um/ houve uma ___.
Todo dia, ___________________.
Um dia ____________________.
Por causa disso, _____________.
Por causa disso, _____________.
Até que finalmente ___________.

# 5: Simplifique. Tenha foco. Combine personagens. Não desvie do personagem e da história principal. Você vai sentir como se estivesse perdendo coisas valiosas, mas vai se sentir mais livre;

# 6: O que é que o seu personagem tem de bom? O que o deixa confortável? Jogue o oposto para eles. Seu objetivo aqui é desafiá-los. Como eles vão lidar com essas situações desafiadoras?

# 7: Crie o final da história antes mesmo de descobrir como será o meio. Muito sério isso. Bons finais são difíceis de escrever. Esteja com esse passo do trabalho à frente;

# 8: Termine a sua história e pronto. Mesmo que ela não esteja “perfeita”. Em um mundo ideal você tem a possibilidade de ter os dois, mas, no mundo real, siga em frente. Você fará melhor da próxima vez;

# 9: Quando você estiver empacado em alguma parte do roteiro, faça uma lista do que não vai acontecer em seguida. Muitas vezes, o material para você voltar a decolar vai aparecer daí;

# 10: Separe as histórias que você gosta. O que você gosta nelas é uma parte de você; você tem que identificar essas características e se reconhecer nelas, antes de usar;

# 11: Colocar as ideias no papel (ou na tela) permite que você comece a corrigi-las. Se elas permanecem em sua cabeça, se você fica buscando a ideia perfeita, você nunca vai compartilhar uma história com ninguém;

# 12: Esqueça a primeira coisa que vem à sua mente. E também a segunda, terceira, quarta, quinta – não tenha medo de tirar o óbvio do caminho. Surpreenda-se;

# 13: Dê opiniões a seus personagens. A passividade e a maleabilidade pode parecer agradável para você ao escrever, mas é um veneno para o público;

# 14: Por que você precisa contar essa história? Qual é a chama que queima dentro de você e que alimenta sua história? Este é o coração dela;

# 15: Se você fosse o seu personagem e se encontrasse em determinada situação, como você se sentiria? Honestidade dá credibilidade às situações inacreditáveis;

# 16: Quais são os riscos? Dê boas razões para o público torcer para o seu personagem. O que acontece se ele fracassar? Leve em conta e enumere as probabilidades que possam agir contra o sucesso;

# 17: Nenhum trabalho é desperdiçado. Se algo não está funcionando, guarde esse material e siga em frente – ele pode ser útil adiante;

# 18: Você tem que conhecer a si mesmo. É importante saber a diferença entre fazer o seu melhor e querer chamar a atenção. Histórias são para serem testadas, não para serem refinadas;

# 19: Coincidências que coloquem seus personagens em apuros são excelentes; já as coincidências que os tirem de lá, são trapaças;

# 20: Exercício: Divida um filme (uma história) que você não gosta, em blocos. Como você pode reorganizá-los e/ou reconstrui-los para que você passe a ter um filme que você venha a gostar?

# 21: Você tem que se identificar com as características e as situações dos seus personagens. Não pode, simplesmente, olhar o que você escreveu e pensar: “é… tá legal…” e seguir adiante. Como você agiria naquelas situações? Da mesma forma que eles?

# 22: Qual é a essência da sua história? Como eu posso contá-la da forma mais resumida? Se você souber essa resposta, pode construir a sua história à partir daí.

Espero que tenham curtido. Qualquer dúvida, entrem em contato pelos comentários, Facebook do Blog ou pelas minhas redes sociais.

Forte abraço,

Pedro Cordier.

Os 4 pontos fundamentais para alcançar a excelência

Quando se trata de alcançar bons resultados na comunicação de uma marca, empresa, produto ou serviço, não há outro caminho, senão o caminho da excelência.

Segundo a etimologia da palavra, excelência vem do latim excellentĭa,ae (grandeza, elevação, excelência, superioridade), de excellĕre (elevar, erguer, levantar ao alto, elevar-se acima de, ser superior, sobrepujar).

O substantivo (nome) excelência significa “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior”.

Quem não se destaca positivamente através da sua comunicação, termina sendo preterido em relação ao concorrente.

O que não significa, obviamente, que SOMENTE uma boa comunicação vai resolver.

A marca (bem como uma empresa, produto ou serviço), deve ter seus diferenciais claros, pois, se a comunicação for bem feita, vai fazer com que as pessoas tenham acesso a essa marca e isso pode ser excelente, caso a marca seja realmente boa, mas, também pode ser bem ruim, se a marca não for nada daquilo que está sendo comunicado.

Partindo do pressuposto que a marca da sua empresa (ou a marca da empresa para a qual você trabalha) tem qualidade suficiente para estar no mercado, como fazer para alcançar a excelência na comunicação?

1. Estar preparado (foco na atualização do conhecimento e na informação)

Segundo Steven Jonhson, no livro De Onde Vêem as Boas Ideias:

(…) ocorreu algo milagroso, maravilhoso nos últimos 15 anos, temos tantas novas formas de nos conectar e tantas novas formas de buscar e encontrar novas pessoas que possuem aquela peça que faltava pra completar a ideia com que estávamos trabalhando. Ou de nos deparar por acaso com alguma informação nova e incrível que podemos usar para desenvolver ou melhorar as nossas próprias ideias.

Ou seja: Quanto mais nós lemos, assistimos vídeos produtivos, ouvimos falar de coisas interessantes, convivemos com pessoas inteligentes e nos informamos, maior é a nossa capacidade de ter boas ideias.

Precisamos de informação, colaboração e ambientes que permitam a criatividade e a mistura de ideias pra gerar inovação.

2. Usar as ferramentas corretas (foco nos meios adequados e no desenvolvimento de habilidades)

Arquimedes disse, certa feita:

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.

Se você trabalha com comunicação, não existe a menor possibilidade de você deixar de lado ferramentas poderosíssimas como as Mídias Sociais Online.

Por quê? Vamos aos números, somente das Redes Sociais Online de Mark Zuckerberg:

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E olhe que nem falamos do Google e toda sua gigantesca rede de produtos e serviços, nem de outras redes como o Linkedin, Twitter, Periscope, do SnapChat, do Tumblr…

Temos que conhecer cada Rede Social Online, saber para que serve cada uma delas, qual o público que as utiliza e o que diferencia cada uma delas. Quanto mais conhecermos as ferramentas, mais preparados estaremos para usá-las.

3. Fazer bem feito (foco no resultado e, ao mesmo tempo, na satisfação pessoal)

Conhecer as ferramentas é fundamental. PONTO.

Porém, é importantíssimo não só conhecer cada Rede Social Online, mas também, aprender a utilizá-las como Mídias Sociais, da maneira mais adequada, criativa e eficiente possível.

Uma boa comunicação, gera RESULTADOS POSITIVOS para a marca e isso é inquestionável. Mas, nem sempre algo que parece ser positivo quantitativamente, significa um bom resultado.

Quer um exemplo? Aumentar o número de curtidores de uma página no Facebook, à princípio, pode parecer um bom resultado.

Mas, se esse número vier de uma promoção que coloque um produto de alto valor agregado por um preço ridiculamente baixo, pode atrair pessoas que não entendem a cultura da marca e gerar uma onda de insatisfação pelos “altos preços praticados” após a promoção.

A questão “Aumento de Fãs x Engajamento” vale a pena ser pesquisada no Google, pois, vai complementar o assunto abordado neste tópico.

E lembre-se de uma questão fundamental, o resultado deve ser positivo para o cliente e, principalmente, pra você. Se você ama o que faz, vai vibrar com cada resultado positivo alcançado!

4. Aguçar a percepção (foco na consciência além do trabalho).

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Fonte: http://www.pedrocordier.com/2011/05/15/bem-vindos-a-era-da-conectividade/

Estamos em plena Era da Conectividade.

Uma Era onde a informação deixou de ser diferencial (uma vez que agora todos tem acesso a ela) e passou a ser fundamental.

Mas, junto com a abundância da informação, vem a importância de discernir entre as fontes e de interpretar seus significados com um olhar que vai além dos sentidos…

Junto com a informação e o conhecimento, precisamos abrir a mente para entender essa nova realidade conectada e desenvolver uma nova consciência mercadológica.

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

Como criar uma empresa de transporte sem possuir nenhum carro (UBER) ou uma empresa de hospedagem sem nenhum quarto (AIR BNB) ou até uma locadora sem prateleira (NETFLIX).

A economia colaborativa deixou de ser uma tendência e passou a ser uma realidade que veio para ficar… E transformar as relações de consumo que estamos habituados a ver e participar.

Ano passado, cerca de 80% das reservas de hospedagem foram feitas com serviços como o Airbnb e não com o próprio setor hoteleiro.

O Uber balançou a indústria de táxis e vem gerando protestos e tentativas de proibições por todo o mundo. Os taxistas se recusaram a se transformar e agora estão sofrendo com a sua própria inércia.

Qualquer semelhança com o que aconteceu com os donos de cavalos quando Ford criou a linha de produção e começou a fabricar automóveis em série, por volta da década de 1920, NÃO é mera coincidência.

E as locadoras de DVD (lembram delas?) não entenderam, nem aceitaram, as mudanças e foram engolidas pelos serviços de filmes digitais e de streaming.

Temos que nos adaptar para sobreviver e, mais ainda, precisamos estudar, entender e aprimorar essa nova maneira de fazer negócios.

Assim, passaremos a ser agentes transformadores e até lideranças desse novo momento de mudanças culturais, mercadológicas, sociais, políticas, tecnológicas e comportamentais.

O exemplo desses novos negócios compartilhados serão replicados nas demais áreas da economia, a começar pela alimentação. Serão? Será que aplicativos como o iFood, por exemplo, já não têem essa visão de economia compartilhada?

Se queremos entender, participar e até inovar dentro dessa nova maneira de fazer negócios precisamos ter a visão de usar os smartphones e tablets como ferramentas de simplificação.

Capazes de se travestir ao mesmo tempo, de GPS, câmera, cartão de crédito, gerador de mensagens ou de meio de compartilhamento com as mídias sociais, entre outras funções em toda e qualquer área de atuação existente.

Estima-se que em 2017 mais de três bilhões de pessoas do planeta terão um smartphone.

Hoje, no Brasil, esse número já passa de 70 milhões de unidades…

Apesar de tanto se falar em crise, temos que ampliar a nossa capacidade e a nossa criatividade para buscar saídas.

Enquanto uns estão engrossando o coro dos que se queixam, tem muita gente do outro lado, usando a criatividade para ganhar dinheiro em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo.

E você? Independente da posição em que se encontra hoje, de que lado você quer estar amanhã?

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

Um minuto consciente faz a diferença

Temos diversos perfis nas redes sociais online, participamos de inúmeros grupos no WhatsApp e isso nos consome um tempo precioso…

Além disso, passamos minutos, às vezes horas, rolando as timelines do Instagram, do Facebook… Curtindo, compartilhando e fazendo comentários superficiais aqui e acolá…

E quando estamos, presencialmente, com outras pessoas, estamos sempre com pressa, falando pelos cotovelos, dispersos ao escutar o outro…

Estamos em um lugar, com alguém e de olho no próximo momento… E na tela do nosso smartphone, atentos às notificações…

Se as pessoas pensassem no que dizem, diriam menos, porque seria muito mais significativo o resultado da reflexão antes de falar.

Quando não pensamos no que estamos dizendo, dizemos mais coisas, porque as palavras perderam o sabor. E descrevem a superficialidade do nosso olhar distante…

Quando não percebemos o sabor nas coisas que vivemos e fazemos, nós multiplicamos as coisas que vivemos e fazemos… E falamos mais. E saímos mais. E fazemos mais festas… E temos mais “amigos”. E não paramos em casa. E arrumamos mais e mais compromissos…

Porque como nós não conseguimos estar em nossa própria companhia, nós queremos estar em todos os lugares. Porque não toleramos estar na nossa própria casa. Pensativos. Incomodados pelo barulho do silêncio…

Então, temos que estar no stress do dia-a-dia. Cheios de “coisas pra fazer”. Pra cima e pra baixo. Rodando, rodando, rodando… Até ficarmos tontos e perdermos a consciência de nós mesmos.

Vivemos na superfície, pois, não temos fôlego para suportar a profundidade da percepção, da contemplação, do auto-conhecimento.

Os nossos sentidos já não fazem mais sentido e poucos sabem ouvir a chuva caindo, um canto de um pássaro e, menos ainda, ouvir o outro… Poucos conseguem ver as cores do seu dia, na beleza de uma árvore frondosa, um arco-íris ou um pôr-do-sol… E quantos de nós lembra da última vez em que paramos para saborear uma bela refeição?

Se estamos na superficialidade do uso dos sentidos, o que dizer do (não) uso da percepção? O que dizer do desconhecimento da contemplação

Queremos tudo ao mesmo tempo. Queremos tudo pra ontem.

Queremos tanta coisa e, ao mesmo tempo, nos contentamos com o que encontramos na fina camada da vida superficial que levamos…

Convido você, que chegou até aqui, a parar um minuto…

Apenas pare um pouco e respire…

Você vai inspirar um pouco mais profundo e talvez até fechar os olhos por alguns segundos…

Vai perceber sons ao seu redor, cheiros… E ao abrir os olhos, talvez até note detalhes que você nunca tinha visto antes…

Se esse minutinho de pausa ajudou a trazer uma gotinha de consciência ao seu momento, imagine o oceano de #Luz, #Paz e #Amor que o uso apurado dos sentidos, a percepção e a contemplação trarão para a sua vida…

Namastê

 

Na superfície, sentimos falta da essência das pessoas… Somente quando aguçamos a nossa percepção e passamos a entrar em um estado elevado de consciência, podemos perceber a quantidade de pontos em que nossas almas se tocam…

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

Ser criativo é uma questão de escolha… E atitude!

Muito se fala sobre CRIATIVIDADE, mas, você já parou pra pensar o assunto com um pouco mais de profundidade?

Apesar de muita gente resumir criatividade a “um processo de geração de ideias“, percebo o assunto como algo bem mais amplo. O resultado de um processo criativo, por exemplo, é algo que precisa ter alguma aplicação prática em nossas vidas.

Ideias criativas são importantes. Ponto. Porém, tornam-se bem mais valiosas quando são desenvolvidas, executadas, postas em prática… Elevando-se, assim, ao patamar de inovação.

Um outro ponto interessante é percebermos a criatividade como uma habilidade adquirida e não um talento que nasce conosco. Analisando dessa forma, poderemos nos sentir motivados a nos tornar pessoas mais criativas.

Isso depende de tempo, dedicação e esforço, é claro, mas, já nos permite escolher se queremos, ou não, implementar a criatividade em nossas vidas ao invés de, simplesmente, aceitarmos ser rotulados como “uma pessoa que não é criativa“.

Pensar de forma criativa envolve significativas mudanças comportamentais e cognitivas. Desde a maneira como encaramos as coisas ao nosso redor ao modo como agimos em relação à tudo aquilo que nos cerca.

Tornar-se mais criativo exige um aguçamento dos nossos sentidos e o desenvolvimento da nossa percepção…

miles davis

Segundo Miles Davis (Miles Dewey Davis Jr foi um trompetista, compositor e bandleader de jazz norte-americano. Considerado um dos mais influentes músicos do século XX): “se alguém quiser se manter criativo, é preciso que esteja pronto para mudar”.

Então, fica evidente que as pessoas que fazem sempre as mesmas coisas, do mesmo modo, dificilmente desenvolverão seu potencial criativo.

Se você deseja ser uma pessoa criativa, esteja aberto para mudanças. Esteja sempre predisposto para mudar paradigmas, fazer novas escolhas, experimentar… E, com isso, obter todas os benefícios de sua criatividade.

howard gardner

Vale aproveitar o contexto para esclarecer mais um ponto polêmico: apesar de co-relacionadas, criatividade e inteligência não são a mesma coisa, ou seja, é possível nos depararmos com pessoas muito inteligentes e pouco criativas e vice-versa.

De acordo com Howard Gardner (psicólogo cognitivo e educacional estado-unidense, conhecido em especial pela sua teoria das inteligências múltiplas. Ele é professor de Cognição e Educação na Universidade de Harvard, professor adjunto de neurologia na Universidade de Boston), “(…) quando os indivíduos talentosos são examinados, fica claro que a criatividade psicométrica é independente da inteligência psicométrica, uma vez que tenha atingido o limiar de um QI de 120”.

Uma coisa todos concordamos: se tem uma coisa que não é facilmente explicável é o processo criativo. Muita gente fala coisas como: “Me bateu uma inspiração” ou “essa ideia veio do nada. Apareceu na minha mente”. Mesmo quando acabamos de ter uma ideia brilhante, geralmente não conseguimos identificar a sua origem.

No entanto, não existe mágica: a criatividade é uma habilidade (e, como tal, pode ser desenvolvida) que nos permite criar ou perceber novos padrões que não havíamos identificado anteriormente.

Ou seja, nenhum criativo consegue seguir adiante sem experiências ou fatos prévios. Ninguém cria do nada ou com o nada. Sua criatividade depende, umbilicalmente, dos livros que você lê, dos filmes que assiste, dos amigos com quem você se relaciona, das experiências que você vive…

Desse modo, a concepção de criatividade como um momento mágico e instantâneo é bem diferente da realidade. É bem verdade que a criatividade envolve a produção constante de novas ideias, mas todas a partir da conexão à uma base de conhecimentos pré existente.

Toda ideia gerada por um processo criativo, por mais inédita que seja, sempre estará conectada, na sua origem, a diversos outros conhecimentos previamente adquiridos.

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Portanto, fique ciente que quanto mais você abre a sua mente e se conecta com novas possibilidades, mais criativo você se torna. Mais ideias você tem. Mais inovação você gera…

Ser criativo é uma questão de escolha… E, mais, ainda, ser criativo é uma questão de atitude!

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

Professor Pedro Cordier é diplomado membro da Academia de Cultura da Bahia

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O professor Pedro Cordier, Especialista em COMUNICAÇÃO, CRIATIVIDADE E CONECTIVIDADE, tomou posse como membro efetivo da Academia de Cultura da Bahia, pelos serviços prestados à Educação e Cultura na Bahia e no Brasil, por seu empenho solidário a instituições educacionais filantrópicas.

O diploma de membro efetivo da ACB, outorgado pela Faculdade Hélio Rocha, foi entregue pelo poeta Pedro Ramalho, em cerimônia conduzida pelo excelentíssimo Presidente da Academia, Sr. Benjamin Batista Filho.

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8 ideias de negócios criativos que foram sucesso em 2014

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Quem pratica o empreendedorismo não enxerga obstáculo para implementar ideias criativas ou ações inovadoras.

Conheçam oito histórias de sucesso que foram destaque em 2014:

1. O especialista em TI de apenas 6 anos

O pequeno paquistanês, morador de Conventry (Inglaterra), iniciou no mundo da computação por influência de seu pai (o consultor de TI. Assim Qureshi), com apenas 3 anos de idade.

Na época, o menino se distraía buscando entender como funcionavam os drives e placas-mãe dos velhos computadores de casa.

2. Publicitárias trocam seus empregos por uma ideia online inusitada

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A publicitária Stefany Guimarães, de 25 anos, pediu demissão para se dedicar com exclusividade ao projeto “Cansei de ser gato”.

Ela e Amanda Nori, 26 anos, largaram seus empregos para apostar no projeto que mostra o gato Chico com diversas fantasias – de Arquiteto a Mario Bross, passando por pisca-pisca e Aladdin. Em 1 ano 5 meses, já são mais de 307 mil likes na página do Facebook e 70 mil no Instagram.

3. Empresário e jornalista colocam o São João na palma da mão

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De olho no potencial do mercado em torno do São João e do forró, o empresário Pedro Cordier e o jornalista Gabriel Carvalho resolveram apostar na marca São João na Bahia e desenvolveram um conjunto de meios de comunicação (site, Facebook, Google+ e Instagram) para suprir a falta de um local que concentre as informações relativas à festa durante todo o ano. Em menos de 3 meses, projeto gerou mais de 2 milhões de page views.

4. Comediante conta piadas na rua e de graça

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Sabe aquele suco congelado em saquinho que desperta memórias de infância? Em São Paulo, o sorvete refrescante ganhou status gourmet e protagoniza um exemplo de empreendedorismo.

5. iOstentação

Pra quem quer “tirar onda” na balada, mas não tem um iPhone, basta procurar o Marco Aurélio Constantine, um editor de vídeo de Natal (RN) que aluga seus aparelhos de iPhone por 24h.

6. Cliques por árvores

Você pode nunca ter pensado nisso, mas a internet também é uma grande poluidora do meio ambiente. Por isso, a empresa GreenClick promete que a cada 120 mil páginas vistas em uma loja virtual, ela planta uma árvore. E dá ao cliente o direito de exibir um selo dizendo que o negócio é sustentável.

7. Jovem transforma R$ 20 em R$ 9 mil vendendo brigadeiro

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João Ricci (árbitro de basquete) queria viajar para assistir a um campeonato na Europa, mas não tinha dinheiro, então, resolveu fazer brigadeiros e vendê-los nas ruas. Começou com R$ 20 e, em apenas 3 meses, já tinha juntado R$ 9 mil.

8. Jornalista transforma garagem em um pequeno sebo

Ricardo Lombardi, jornalista morador de São Paulo, construiu uma carreira bem sucedida. Foi diretor do Yahoo! e trabalhou na Editora Abril. Mas Lombardi, trocou tudo por uma ideia, que iria acabar com aquela sensação incômoda que o fez questionar algumas de suas escolhas.

 

Professor Pedro Cordier faz palestra de abertura do evento internacional com James Hunter

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O professor Pedro Cordier, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade e CEO da Equilibra Digital, ministrou a palestra de abertura “GESTÃO CRIATIVA DA REPUTAÇÃO ONLINE“, no evento internacional com o autor do best seller “O Monge e o Executivo“, dia 24 de setembro de 2014, no Hotel Fiesta.

Quase 800 pessoas lotaram o auditório. O público ficou empolgado com as apresentações de Pedro Cordier e James Hunter!

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