Você tem sido o melhor de você?

Na semana passada, meu primo Rodrigo, que mora em Ilhéus, me telefonou. Disse que estaria em Salvador na sexta-feira e me perguntou se eu teria algum estúdio de tatuagem para indicar, pois, ele queria tatuar o nome de seu filho Dante, na perna esquerda, pois, já tem  nome de sua filha Sara tatuado na perna direita.

Rodrigo é meu primo-irmão. Passamos boa parte da maioria das nossas férias na casa de praia de meu tio Euclides. Era uma bela reunião de primos: Rodrigo, Tadeu, Milena, Nelsinho, Karina, meu irmão Euclides e eu. Nossa adolescência foi repleta de futebol, praia, amizade, passeios… E muito amor.

Então, primo, que tatuador você me indica? – Perguntou Rodrigo.

Indico Boca Tatoo, que fez minhas duas primeiras tatuagens. Você pretende ir lá que dia?

Amanhã de manhã. Me passe o endereço que eu vou. Sei que você vai estar muito ocupado. 

Sei que você vai estar muito ocupado“. Durante alguns longos segundos, aquelas palavras ficaram ecoando no meu ouvido, até chegar ao meu coração… O Pedro Workaholic é o melhor Pedro que eu posso ser? Foi então que, sem racionalizar muito, falei pra ele:

Eu vou com você amanhã em Boca. De repente eu até faço uma nova tatoo também…

Rodrigo deu uma risada gostosa, que exprimia um misto de surpresa e alegria e emendou:

E o seu trabalho? Você vai poder ir mesmo? Não quero atrapalhar…

Meu trabalho é algo muito importante na minha vida, tanto que trabalho com o que gosto e com uma equipe sensacional, mas, nada é mais importante que a oportunidade de ver quem a gente ama!

Bem… O dia foi incrível. Rodrigo estava acompanhado da sua atual esposa Ana, que eu ainda não conhecia e eu fui acompanhado de minha filha Louise. Nos divertimos muito no estúdio, conversando, relembrando o passado e nos atualizando sobre nossas famílias. No final, acabou que cada um de nós fez uma tatuagem e, mais do que isso, fizemos a diferença nas vidas uns dos outros…

Fiz questão de dividir essa pequena história com vocês pois, foi bastante marcante pra mim, ter escolhido fazer algo diferente no meu dia. Fiz algo não programado, não agendado. Simplesmente eu silenciei meu racional e escutei o meu coração. Troquei uma manhã de trabalho por uma manhã em família, em plena sexta-feira.

E porque eu fiz isso? Por um motivo simples: Não sei qual a próxima oportunidade que terei.

Não sei quanto a vocês, mas, não faço a mínima ideia de quanto tempo nos resta aqui nessa jornada. Terei mais um dia? Dez meses? Cinquenta anos? E meu primo? Durante quanto tempo poderei desfrutar de sua companhia?

Me deparei com essa questão pela primeira vez, há muito tempo, quando ouvi Renato Russo cantar: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há…

E não é que escutei essa música uns dias antes de receber a ligação de meu primo? Coincidência? Sincronicidade? Oportunidade? Na dúvida, não tive dúvidas: escolhi viver o aqui e agora.

Assim como fiz essa escolha, nos deparamos com diversas outras. Todos os dias.

Então, cabem as reflexões: Quais escolhas estou fazendo? Com que propósito? O que me motiva a fazer minhas escolhas?

Essas reflexões valem para todo tipo de relação. Profissional ou pessoal. Amizade ou relacionamento afetivo.

O que importa é que seja por inteiro. É que seja vivido no instante que está acontecendo. O importante é q sejam relacionamentos verdadeiros.

RELACIONAMENTOS POR INTEIRO…

Que cada beijo seja com sabor
Que cada palavra seja com amor

Que cada momento seja vivido
Que cada dia faça sentido

Que cada gesto seja de afeto
Que cada encontro seja completo

Por todo o infinito de um dia
Ou uma semana de pura alegria

Pra sempre ou em fevereiro
Viva o relacionamento por inteiro
.

AINDA SOBRE RELACIONAMENTOS…

Acredito em viver relacionamentos que iniciem e terminem todos os dias…
Como se não houvesse amanhã, sabe?

Como se não houvesse uma segunda oportunidade de fazer melhor…
Cada encontro um reencontro…

Cada bom dia um novo dia…
Cada boa noite, uma certeza:
Eu fui o melhor de mim…


.

Os 4 pontos fundamentais para alcançar a excelência

Quando se trata de alcançar bons resultados na comunicação de uma marca, empresa, produto ou serviço, não há outro caminho, senão o caminho da excelência.

Segundo a etimologia da palavra, excelência vem do latim excellentĭa,ae (grandeza, elevação, excelência, superioridade), de excellĕre (elevar, erguer, levantar ao alto, elevar-se acima de, ser superior, sobrepujar).

O substantivo (nome) excelência significa “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior”.

Quem não se destaca positivamente através da sua comunicação, termina sendo preterido em relação ao concorrente.

O que não significa, obviamente, que SOMENTE uma boa comunicação vai resolver.

A marca (bem como uma empresa, produto ou serviço), deve ter seus diferenciais claros, pois, se a comunicação for bem feita, vai fazer com que as pessoas tenham acesso a essa marca e isso pode ser excelente, caso a marca seja realmente boa, mas, também pode ser bem ruim, se a marca não for nada daquilo que está sendo comunicado.

Partindo do pressuposto que a marca da sua empresa (ou a marca da empresa para a qual você trabalha) tem qualidade suficiente para estar no mercado, como fazer para alcançar a excelência na comunicação?

1. Estar preparado (foco na atualização do conhecimento e na informação)

Segundo Steven Jonhson, no livro De Onde Vêem as Boas Ideias:

(…) ocorreu algo milagroso, maravilhoso nos últimos 15 anos, temos tantas novas formas de nos conectar e tantas novas formas de buscar e encontrar novas pessoas que possuem aquela peça que faltava pra completar a ideia com que estávamos trabalhando. Ou de nos deparar por acaso com alguma informação nova e incrível que podemos usar para desenvolver ou melhorar as nossas próprias ideias.

Ou seja: Quanto mais nós lemos, assistimos vídeos produtivos, ouvimos falar de coisas interessantes, convivemos com pessoas inteligentes e nos informamos, maior é a nossa capacidade de ter boas ideias.

Precisamos de informação, colaboração e ambientes que permitam a criatividade e a mistura de ideias pra gerar inovação.

2. Usar as ferramentas corretas (foco nos meios adequados e no desenvolvimento de habilidades)

Arquimedes disse, certa feita:

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.

Se você trabalha com comunicação, não existe a menor possibilidade de você deixar de lado ferramentas poderosíssimas como as Mídias Sociais Online.

Por quê? Vamos aos números, somente das Redes Sociais Online de Mark Zuckerberg:

numero-de-usuarios-redes-sociais-outubro-2015

E olhe que nem falamos do Google e toda sua gigantesca rede de produtos e serviços, nem de outras redes como o Linkedin, Twitter, Periscope, do SnapChat, do Tumblr…

Temos que conhecer cada Rede Social Online, saber para que serve cada uma delas, qual o público que as utiliza e o que diferencia cada uma delas. Quanto mais conhecermos as ferramentas, mais preparados estaremos para usá-las.

3. Fazer bem feito (foco no resultado e, ao mesmo tempo, na satisfação pessoal)

Conhecer as ferramentas é fundamental. PONTO.

Porém, é importantíssimo não só conhecer cada Rede Social Online, mas também, aprender a utilizá-las como Mídias Sociais, da maneira mais adequada, criativa e eficiente possível.

Uma boa comunicação, gera RESULTADOS POSITIVOS para a marca e isso é inquestionável. Mas, nem sempre algo que parece ser positivo quantitativamente, significa um bom resultado.

Quer um exemplo? Aumentar o número de curtidores de uma página no Facebook, à princípio, pode parecer um bom resultado.

Mas, se esse número vier de uma promoção que coloque um produto de alto valor agregado por um preço ridiculamente baixo, pode atrair pessoas que não entendem a cultura da marca e gerar uma onda de insatisfação pelos “altos preços praticados” após a promoção.

A questão “Aumento de Fãs x Engajamento” vale a pena ser pesquisada no Google, pois, vai complementar o assunto abordado neste tópico.

E lembre-se de uma questão fundamental, o resultado deve ser positivo para o cliente e, principalmente, pra você. Se você ama o que faz, vai vibrar com cada resultado positivo alcançado!

4. Aguçar a percepção (foco na consciência além do trabalho).

evolucao-desenvolvimento-da-sociedade-pedro-cordier

Fonte: http://www.pedrocordier.com/2011/05/15/bem-vindos-a-era-da-conectividade/

Estamos em plena Era da Conectividade.

Uma Era onde a informação deixou de ser diferencial (uma vez que agora todos tem acesso a ela) e passou a ser fundamental.

Mas, junto com a abundância da informação, vem a importância de discernir entre as fontes e de interpretar seus significados com um olhar que vai além dos sentidos…

Junto com a informação e o conhecimento, precisamos abrir a mente para entender essa nova realidade conectada e desenvolver uma nova consciência mercadológica.

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

Como criar uma empresa de transporte sem possuir nenhum carro (UBER) ou uma empresa de hospedagem sem nenhum quarto (AIR BNB) ou até uma locadora sem prateleira (NETFLIX).

A economia colaborativa deixou de ser uma tendência e passou a ser uma realidade que veio para ficar… E transformar as relações de consumo que estamos habituados a ver e participar.

Ano passado, cerca de 80% das reservas de hospedagem foram feitas com serviços como o Airbnb e não com o próprio setor hoteleiro.

O Uber balançou a indústria de táxis e vem gerando protestos e tentativas de proibições por todo o mundo. Os taxistas se recusaram a se transformar e agora estão sofrendo com a sua própria inércia.

Qualquer semelhança com o que aconteceu com os donos de cavalos quando Ford criou a linha de produção e começou a fabricar automóveis em série, por volta da década de 1920, NÃO é mera coincidência.

E as locadoras de DVD (lembram delas?) não entenderam, nem aceitaram, as mudanças e foram engolidas pelos serviços de filmes digitais e de streaming.

Temos que nos adaptar para sobreviver e, mais ainda, precisamos estudar, entender e aprimorar essa nova maneira de fazer negócios.

Assim, passaremos a ser agentes transformadores e até lideranças desse novo momento de mudanças culturais, mercadológicas, sociais, políticas, tecnológicas e comportamentais.

O exemplo desses novos negócios compartilhados serão replicados nas demais áreas da economia, a começar pela alimentação. Serão? Será que aplicativos como o iFood, por exemplo, já não têem essa visão de economia compartilhada?

Se queremos entender, participar e até inovar dentro dessa nova maneira de fazer negócios precisamos ter a visão de usar os smartphones e tablets como ferramentas de simplificação.

Capazes de se travestir ao mesmo tempo, de GPS, câmera, cartão de crédito, gerador de mensagens ou de meio de compartilhamento com as mídias sociais, entre outras funções em toda e qualquer área de atuação existente.

Estima-se que em 2017 mais de três bilhões de pessoas do planeta terão um smartphone.

Hoje, no Brasil, esse número já passa de 70 milhões de unidades…

Apesar de tanto se falar em crise, temos que ampliar a nossa capacidade e a nossa criatividade para buscar saídas.

Enquanto uns estão engrossando o coro dos que se queixam, tem muita gente do outro lado, usando a criatividade para ganhar dinheiro em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo.

E você? Independente da posição em que se encontra hoje, de que lado você quer estar amanhã?

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

Site responsivo: saiba porque sua empresa precisa de um, URGENTE!

Um novo infográfico da #Demandforce revela que, até o final do ano de 2013, teremos mais pessoas acessando a internet via seus dispositivos móveis do que utilizando seus computadores.

O mais estranho é que, apesar da ascensão meteórica na adoção móvel por parte dos usuários, mais de 90% dos sites não estão otimizados para dispositivos móveis!

Uma recente pesquisa do Google mostra que quando os usuários móveis visitam um site que não está otimizado para smartphone e tablet (ou seja, se é um site responsivo ou se, pelo menos, tem uma versão mobile), independente de ser uma marca preferida ou não, 50% não vai navegar no site se ele não funcionar corretamente e de forma eficiente em seu dispositivo móvel. Ou seja,  sua empresa não vai estar frustrando somente novos clientes, mas também, vai estar causando insatisfação nos seus clientes existentes.

Além disso, a pesquisa traz outro dado importante: 67% (2 em cada 3) dos internautas são mais propensos a continuar a comprar de um site que foi otimizado para celular!

site-responsivo-desenvolvido-pela-equilibra-digital-para-festival-de-humor-e-performance-laptop-e-smartphone-1024x819

A pesquisa da #DemandForce tinha como objetivo descobrir o que os consumidores achavam de mais importante nas interfaces de dispositivos móveis para dar uma noção mínima do que as empresas precisam fazer com seus sites para manter os seus visitantes felizes. Vamos aos resultados:

  • 78% desejam um caminho rápido para a informação que eles querem, exigindo o mínimo de cliques possível;
  • 76% querem um “ajuste melhor na tela do smartphone” (design responsivo);
  • 74% querem se deparar com um design limpo e eficiente;
  • 73% querem poder salvar informações para possíveis referências futuras;
  • 69% não querem ter que ficar “utilizando a pinça” pra navegar e ficar rolando de um lado pra outro. Ele quer ver botões e textos maiores.

As consequências de não fornecer um site amigável para dispositivos móveis são óbvias, mas, vale a pena listar o que acontece quando um internauta NÃO ENCONTRA UM SITE RESPONSIVO quando navega no seu tablet ou smartphone:

  • 52% irão navegar em outro site;
  • 48% vão se sentir frustrados;
  • 48% sentirão que a empresa não está interessada no seu cliente e, consequentemente, em seu negócio.

O infográfico da #Demandforce é apenas um dos muitos resultados que destacam a necessidade das empresas em resolver o acesso de seus clientes aos seus sites, tornando-os amigáveis quando acessados via dispositivos móveis.

site-responsivo-criado-desenvolvido-pela-equilibra-digital-para-costa-andrade-laptop-e-tablet-1024x819

Apesar de 90% das empresas ainda não estarem preparadas, ter um site responsivo (se adaptar a todos os formatos de tela, sejam laptops, smartphones ou tablets) vai deixar de ser apenas um diferencial para se tornar uma necessidade básica de todo e qualquer site mais rápido do que podemos imaginar.

E a sua empresa, já está preparada? Para criar o site responsivo da sua marca, empresa ou produto, entre em contato com a Agência Equilibra Digital!

Veja o infográfico (em inglês) abaixo:

infographic-Get-Moving-Why-You-are-Already-Losing-if-Your-Site-is-Not-Mobile-Friendly

Twitter disponibiliza atualização para Android 4.0

O Twitter liberou uma atualização do seu aplicativo para usuários do Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).

atualizacao-twitter-android-4-0-perfil-pedro-cordier

Para mexer nas configurações, assim como para alternar entre contas ou acessar/ escrever mensagens diretas, basta clicar nos ícones em forma de engrenagem, duas silhuetas e carta, respectivamente.

Além de melhorias no design da interface, muito mais bonito na nova versão do App, uma das novidades da atualização fica por conta da ferramenta de suporte para gestos, que permite, por exemplo, passar da linha do tempo para menções (@), com apenas um deslize do dedo.

atualizacao-twitter-android-4-0-interface-com-suporte-a-gestos

Outra melhoria que vale destacar são as sugestões dadas pelo App. Quando estamos escrevendo um tweet, basta digitarmos a “@” que a nova versão do Aplicativo do Twitter começa a exibir opções de nomes. Inicialmente, as recomendações não são baseadas no seu histórico, mas, já ajuda.

atualizacao-twitter-android-4-0-sugestao-de-amigos-ao-digitar

Para mexer nas configurações, assim como para alternar entre contas ou acessar/ escrever mensagens diretas, basta clicar nos ícones em forma de engrenagem, duas silhuetas e carta, respectivamente.

atualizacao-twitter-android-4-0-pedro-cordier

O novo app pode ser baixado pela Google Play no seu desktop:

twitter-no-google-play-desktop

ou diretamente do seu smartphone.

twitter-no-google-play-smartphone

Gostou? Clique no botão “+1” e compartilhe!

 

Como o pagamento via dispositivos móveis está mudando a experiência no varejo

masterpass-mobile-paymente-by-mastercard

Segundo dados da IDC, a venda de smartphones no Brasil cresceu 78% em 2012, enquanto os celulares simples caiu 25%.

Em 2013, esses números devem crescer ainda mais. A IDC estima que o Brasil se torne o 5º maior mercado de smartphone do mundo.

Com tanto smartphone no mercado brasileiro, significa espaço para crescimento de uma tendência mundial, o mobile payment (pagamento via dispositivos móveis ou, simplesmente, pagamento móvel).

Após ler uma matéria bacana no site MASHABLE sobre o assunto (The Future of Retail: How Mobile Payments Are Changing the Retail Experience), resolvi reescrever o texto, em português, pra facilitar o entendimento de vocês. Confiram o resultado abaixo:

pagamento-via-dispositivos-moveis-ou-mobile-payment

O setor varejista, no mundo todo, está tentando lidar com o desafio de consumidores cada vez mais conectados. Isto significa um aumento das expectativas dos consumidores em relação aos seus dispositivos móveis.

Segundo o relatório “Best Retail Brands 2013“, recém lançado pela Interbrand, “os varejistas estão buscando se mobilizar para resolver os maiores problemas que estão se deparando na Era Digital: Onde e como encaixar o digital na empresa? Como se reorganizar para se apresentar numa abordagem multicanal? Como mudar a cultura da marca para responder às novas demandas?

As vendas via dispositivos móveis, estão crescendo rapidamente. Os pagamentos em lojas de móveis quase que quadruplicou no ano passado, nos EUA. Somente o PayPal, processou ​​cerca de US$ 14 bilhões em pagamentos móveis em 2012, de acordo com a Business Insider. Esse dado não deixa dúvida de que os pagamentos via dispositivos móveis precisam ser uma parte fundamental da estratégia de varejo futuro.

Na semana passada, a FTC (Federal Trade Commission – EUA) divulgou um relatório intitulado, “Papel, plástico… ou móvel?”. A FTC cita uma pesquisa da KPMG, que afirma: 83% dos executivos do varejo de serviços financeiros, tecnologia e telecomunicações acreditam que os pagamentos móveis vai ter uma adoção generalizada pelos consumidores até 2015.

Outro recente estudo do JPMorgan, divide o estado atual do mercado de comércio móvel da seguinte maneira:
1. A aceitação móvel (qualquer solução baseada em pagamento via dispositivos móveis);
2. As carteiras móveis (aplicativos que permitem aos consumidores, utilizar seus dispositivos móveis como meio de pagamento em substituição aos cartões de crédito ou débito);
3. Mobile Commerce (e-commerce através de qualquer dispositivo móvel).

Já existe uma ampla gama de soluções entrando no mercado de pagamentos móveis em um ritmo quase vertiginoso. Na edição mais recente da “Mobile World Congress” a Master Card mostrou um sistema de pagamentos móveis chamado de “MasterPass“.

masterpass-mobile-paymente-by-mastercard

Ao mesmo tempo, a Visa anunciou parcerias de pagamento móvel com Samsung e Roam, fabricante de sistemas de ponto-de-venda.

E isso é apenas a ponta do iceberg de pagamentos móveis, pois, uma série de outros, incluindo um sistema do PayPal, o Google Wallet e o Square (aceito na rede Starbucks).

mobile-payment-square-aceito-no-starbucks

mobile-payment-no-starbucks

Algumas soluções, como o meio de pagamento Intuit, estão usando mercados mais receptivos na Europa, como o Reino Unido, para lançar serviços de pagamento móvel antes de lançar globalmente.

Alguns grandes varejistas e pequenas empresas têm tomado providências, quase que num passo-a-passo para as novas tecnologias de pagamento, substituindo caixas registradoras por tablets (principalmente iPads) e equipando o pessoal de vendas com scanners portáteis de cartão de crédito.

Certamente, pequenas alterações como essas, que não necessitam de muita ação do consumidor, já oferecem uma experiência de compra mais eficiente e são bem recebidas, mas, será que o consumidor vai ter sempre que passar por um caixa nas lojas? Pelo menos um varejista Americano, JCPenney, já brincou com a ideia. Em julho passado, o controverso CEO da JCPenney, Ron Johnson, anunciou que eles eliminariam os caixas até 2014, alardeando uma mudança drástica para a rede varejista.

Embora seja provável que a JCPenney tenha um longo caminho pela frente antes de matar o caixa, a maioria dos varejistas americanos já começaram a ter algum tipo de conhecimento sobre a tecnologia NFC (Near Field Communication). Essa tecnologia permite que um consumidor possa acenar com seu cartão de crédito ou com seu dispositivo móvel em um terminal de pagamento sem tocá-lo (um pagamento “sem contato”, como é chamado) para completar uma transação. Testes com NFC já estão em andamento desde o ano passado e fabricantes como Lenovo e Samsung estão utilizando a tecnologia NFC em seus tablets e smartphones, apesar da sua adoção ainda estar bastante lenta.

mobile-payment-tecnologia-NFC

Obviamente, os pagamentos móveis têm implicações de longo alcance para os varejistas. Apesar de beneficiar os consumidores, os pagamentos móveis também levantam questões quanto a segurança dos dados e a privacidade. De repente, o telefone celular está prestes a ser transformado em um espião do seu banco no seu bolso“, observa Jeffrey Chester, diretor executivo do Centro para a Democracia Digital.

De certa forma, é uma espécie de um ponto de inflexão de privacidade, porque um único dispositivo sabe todos os locais que você vai, sua história geográfica, suas conexões de mídia social e seus comportamentos financeiros.

No entanto, está claro que tais preocupações não estão impedindo os varejistas de implantarem os pagamentos móveis. O “rei do varejo“, Walmart já está pronto para aimplantação do Scan&Go, um iPhone, apenas (por enquanto) sistema de self-checkout.

mobile-payment-walmart-scan-go

O sistema, que foi pilotado pela Walmart Labs, em agosto passado, permite que os consumidores com o aplicativo instalado nos seus iPhones, possam comprar e pagar pelos produtos, fazendo a experiência da loja, muito mais eficiente. Walmart diz que também está trabalhando em uma versão Android do aplicativo.

Vídeo apresentando o Google Wallet

Gostou? Clique no botão “+1”, curta e compartilhe com sua rede!!

Google Keep – NOVO serviço de anotações que concorre com Evernote

O Google Keep é clean e fácil de usar.

O novo serviço gratuito do Google permite criar listas de tarefas e lembretes na forma de texto, imagem, áudio ou listas.

Esses conteúdos são sincronizados de forma segura no Google Drive.

Você pode utilizar via desktop, acessando o link http://drive.google.com/keep

google-keep-desktop

ou via aplicativo, que você baixa no Google Play (para usuários que usem dispositivos móveis com a versão de Android Ice Cream Sandwich – 4.0 – ou superior). Ainda não está disponível para iOS (sorry, usuários da maçã…).

Clique no link para baixar o Google Keep no Google Play (somente para android).

GOOGLE-KEEP-NO-GOOGLE-PLAY

Busque por Google Keep no Google Play.

instalação-do-Google-Keep-do-Google-Play-desktop-para-celular

Instale o Google Keep em seus dispositivos móveis.

google-keep-icone-no-android

Ícone do Google Keep em um smartphone Android.

google-keep-tela-do-android

Tela do Google Keep em um smartphone Android.

Assista o vídeo sobre o Google Keep:

 

 

 

© 2017 - TV Aratu - Todos Direitos Reservados
Rua Pedro Gama, 31, Federação. Tel: 71 3339-8088 - Salvador - BA