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Ser criativo é uma questão de escolha… E atitude!

Muito se fala sobre CRIATIVIDADE, mas, você já parou pra pensar o assunto com um pouco mais de profundidade?

Apesar de muita gente resumir criatividade a “um processo de geração de ideias“, percebo o assunto como algo bem mais amplo. O resultado de um processo criativo, por exemplo, é algo que precisa ter alguma aplicação prática em nossas vidas.

Ideias criativas são importantes. Ponto. Porém, tornam-se bem mais valiosas quando são desenvolvidas, executadas, postas em prática… Elevando-se, assim, ao patamar de inovação.

Um outro ponto interessante é percebermos a criatividade como uma habilidade adquirida e não um talento que nasce conosco. Analisando dessa forma, poderemos nos sentir motivados a nos tornar pessoas mais criativas.

Isso depende de tempo, dedicação e esforço, é claro, mas, já nos permite escolher se queremos, ou não, implementar a criatividade em nossas vidas ao invés de, simplesmente, aceitarmos ser rotulados como “uma pessoa que não é criativa“.

Pensar de forma criativa envolve significativas mudanças comportamentais e cognitivas. Desde a maneira como encaramos as coisas ao nosso redor ao modo como agimos em relação à tudo aquilo que nos cerca.

Tornar-se mais criativo exige um aguçamento dos nossos sentidos e o desenvolvimento da nossa percepção…

miles davis

Segundo Miles Davis (Miles Dewey Davis Jr foi um trompetista, compositor e bandleader de jazz norte-americano. Considerado um dos mais influentes músicos do século XX): “se alguém quiser se manter criativo, é preciso que esteja pronto para mudar”.

Então, fica evidente que as pessoas que fazem sempre as mesmas coisas, do mesmo modo, dificilmente desenvolverão seu potencial criativo.

Se você deseja ser uma pessoa criativa, esteja aberto para mudanças. Esteja sempre predisposto para mudar paradigmas, fazer novas escolhas, experimentar… E, com isso, obter todas os benefícios de sua criatividade.

howard gardner

Vale aproveitar o contexto para esclarecer mais um ponto polêmico: apesar de co-relacionadas, criatividade e inteligência não são a mesma coisa, ou seja, é possível nos depararmos com pessoas muito inteligentes e pouco criativas e vice-versa.

De acordo com Howard Gardner (psicólogo cognitivo e educacional estado-unidense, conhecido em especial pela sua teoria das inteligências múltiplas. Ele é professor de Cognição e Educação na Universidade de Harvard, professor adjunto de neurologia na Universidade de Boston), “(…) quando os indivíduos talentosos são examinados, fica claro que a criatividade psicométrica é independente da inteligência psicométrica, uma vez que tenha atingido o limiar de um QI de 120”.

Uma coisa todos concordamos: se tem uma coisa que não é facilmente explicável é o processo criativo. Muita gente fala coisas como: “Me bateu uma inspiração” ou “essa ideia veio do nada. Apareceu na minha mente”. Mesmo quando acabamos de ter uma ideia brilhante, geralmente não conseguimos identificar a sua origem.

No entanto, não existe mágica: a criatividade é uma habilidade (e, como tal, pode ser desenvolvida) que nos permite criar ou perceber novos padrões que não havíamos identificado anteriormente.

Ou seja, nenhum criativo consegue seguir adiante sem experiências ou fatos prévios. Ninguém cria do nada ou com o nada. Sua criatividade depende, umbilicalmente, dos livros que você lê, dos filmes que assiste, dos amigos com quem você se relaciona, das experiências que você vive…

Desse modo, a concepção de criatividade como um momento mágico e instantâneo é bem diferente da realidade. É bem verdade que a criatividade envolve a produção constante de novas ideias, mas todas a partir da conexão à uma base de conhecimentos pré existente.

Toda ideia gerada por um processo criativo, por mais inédita que seja, sempre estará conectada, na sua origem, a diversos outros conhecimentos previamente adquiridos.

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Portanto, fique ciente que quanto mais você abre a sua mente e se conecta com novas possibilidades, mais criativo você se torna. Mais ideias você tem. Mais inovação você gera…

Ser criativo é uma questão de escolha… E, mais, ainda, ser criativo é uma questão de atitude!

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

São João na Bahia: Mais um projeto de sucesso da Equilibra Digital

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O projeto São João foi um sucesso!!

A página São João na Bahia ultrapassou 70 mil fãs

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e o portal www.saojoaonabahia.com.br alcançou mais de 500 mil acessos em menos de 3 meses no ar!!

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Muito obrigado ao Jornal Correio pela parceria,

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à toda equipe da Equilibra Digital pelo empenho, aos sócios (no projeto) Gabriel Carvalho e Daniel Meira, pela dedicação, aos nossos patrocinadores Veromundo Turismo, as Prefeituras Municipais de Amargosa, São Francisco do Conde e Mairi, à Bahiatursa, ao Forró do Piu-Piu e, principalmente, a todos àqueles que acessaram, curtiram, compartilharam e comentaram no site e na página do São João na Bahia, dando visibilidade ao forró, ao São João, à cultura nordestina e ajudando a construir esse projeto!!

O São João acabou, mas, a boa notícia é que o site e a página continuarão ativas durante todo o ano, ajudando a manter vivas as nossas tradições e todos aqueles que vivem do forró!

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Mais uma vez, MUITO OBRIGADO A TODOS!! o/

#HashTrio – Uma inovação da Equilibra Digital no Carnaval de Salvador

Os fãs do cantor Durval Lelys e da banda Asa de Águia estão mais animados do que nunca! Esse ano, a Equilibra Digital, em uma parceria de sucesso com a Digaí Comunicação, desenvolveu um aplicativo de filtragem de hashtags para a LG, batizado de #HashTrio

A ação funciona da seguinte forma: os internautas enviam suas mensagens via Twitter, Google+, Facebook ou Instagram com a hashtag #LGnoASA e elas vão direto para o sistema de filtragem. Em seguida, após liberadas, as postagens são exibidas nos telões do trio do Asa de Águia, em pleno Carnaval de Salvador.

Foto: Margarida Neide

#LGnoASA
#LGnoASA
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Site responsivo: saiba porque sua empresa precisa de um, URGENTE!

Um novo infográfico da #Demandforce revela que, até o final do ano de 2013, teremos mais pessoas acessando a internet via seus dispositivos móveis do que utilizando seus computadores.

O mais estranho é que, apesar da ascensão meteórica na adoção móvel por parte dos usuários, mais de 90% dos sites não estão otimizados para dispositivos móveis!

Uma recente pesquisa do Google mostra que quando os usuários móveis visitam um site que não está otimizado para smartphone e tablet (ou seja, se é um site responsivo ou se, pelo menos, tem uma versão mobile), independente de ser uma marca preferida ou não, 50% não vai navegar no site se ele não funcionar corretamente e de forma eficiente em seu dispositivo móvel. Ou seja,  sua empresa não vai estar frustrando somente novos clientes, mas também, vai estar causando insatisfação nos seus clientes existentes.

Além disso, a pesquisa traz outro dado importante: 67% (2 em cada 3) dos internautas são mais propensos a continuar a comprar de um site que foi otimizado para celular!

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A pesquisa da #DemandForce tinha como objetivo descobrir o que os consumidores achavam de mais importante nas interfaces de dispositivos móveis para dar uma noção mínima do que as empresas precisam fazer com seus sites para manter os seus visitantes felizes. Vamos aos resultados:

  • 78% desejam um caminho rápido para a informação que eles querem, exigindo o mínimo de cliques possível;
  • 76% querem um “ajuste melhor na tela do smartphone” (design responsivo);
  • 74% querem se deparar com um design limpo e eficiente;
  • 73% querem poder salvar informações para possíveis referências futuras;
  • 69% não querem ter que ficar “utilizando a pinça” pra navegar e ficar rolando de um lado pra outro. Ele quer ver botões e textos maiores.

As consequências de não fornecer um site amigável para dispositivos móveis são óbvias, mas, vale a pena listar o que acontece quando um internauta NÃO ENCONTRA UM SITE RESPONSIVO quando navega no seu tablet ou smartphone:

  • 52% irão navegar em outro site;
  • 48% vão se sentir frustrados;
  • 48% sentirão que a empresa não está interessada no seu cliente e, consequentemente, em seu negócio.

O infográfico da #Demandforce é apenas um dos muitos resultados que destacam a necessidade das empresas em resolver o acesso de seus clientes aos seus sites, tornando-os amigáveis quando acessados via dispositivos móveis.

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Apesar de 90% das empresas ainda não estarem preparadas, ter um site responsivo (se adaptar a todos os formatos de tela, sejam laptops, smartphones ou tablets) vai deixar de ser apenas um diferencial para se tornar uma necessidade básica de todo e qualquer site mais rápido do que podemos imaginar.

E a sua empresa, já está preparada? Para criar o site responsivo da sua marca, empresa ou produto, entre em contato com a Agência Equilibra Digital!

Veja o infográfico (em inglês) abaixo:

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Como o pagamento via dispositivos móveis está mudando a experiência no varejo

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Segundo dados da IDC, a venda de smartphones no Brasil cresceu 78% em 2012, enquanto os celulares simples caiu 25%.

Em 2013, esses números devem crescer ainda mais. A IDC estima que o Brasil se torne o 5º maior mercado de smartphone do mundo.

Com tanto smartphone no mercado brasileiro, significa espaço para crescimento de uma tendência mundial, o mobile payment (pagamento via dispositivos móveis ou, simplesmente, pagamento móvel).

Após ler uma matéria bacana no site MASHABLE sobre o assunto (The Future of Retail: How Mobile Payments Are Changing the Retail Experience), resolvi reescrever o texto, em português, pra facilitar o entendimento de vocês. Confiram o resultado abaixo:

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O setor varejista, no mundo todo, está tentando lidar com o desafio de consumidores cada vez mais conectados. Isto significa um aumento das expectativas dos consumidores em relação aos seus dispositivos móveis.

Segundo o relatório “Best Retail Brands 2013“, recém lançado pela Interbrand, “os varejistas estão buscando se mobilizar para resolver os maiores problemas que estão se deparando na Era Digital: Onde e como encaixar o digital na empresa? Como se reorganizar para se apresentar numa abordagem multicanal? Como mudar a cultura da marca para responder às novas demandas?

As vendas via dispositivos móveis, estão crescendo rapidamente. Os pagamentos em lojas de móveis quase que quadruplicou no ano passado, nos EUA. Somente o PayPal, processou ​​cerca de US$ 14 bilhões em pagamentos móveis em 2012, de acordo com a Business Insider. Esse dado não deixa dúvida de que os pagamentos via dispositivos móveis precisam ser uma parte fundamental da estratégia de varejo futuro.

Na semana passada, a FTC (Federal Trade Commission – EUA) divulgou um relatório intitulado, “Papel, plástico… ou móvel?”. A FTC cita uma pesquisa da KPMG, que afirma: 83% dos executivos do varejo de serviços financeiros, tecnologia e telecomunicações acreditam que os pagamentos móveis vai ter uma adoção generalizada pelos consumidores até 2015.

Outro recente estudo do JPMorgan, divide o estado atual do mercado de comércio móvel da seguinte maneira:
1. A aceitação móvel (qualquer solução baseada em pagamento via dispositivos móveis);
2. As carteiras móveis (aplicativos que permitem aos consumidores, utilizar seus dispositivos móveis como meio de pagamento em substituição aos cartões de crédito ou débito);
3. Mobile Commerce (e-commerce através de qualquer dispositivo móvel).

Já existe uma ampla gama de soluções entrando no mercado de pagamentos móveis em um ritmo quase vertiginoso. Na edição mais recente da “Mobile World Congress” a Master Card mostrou um sistema de pagamentos móveis chamado de “MasterPass“.

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Ao mesmo tempo, a Visa anunciou parcerias de pagamento móvel com Samsung e Roam, fabricante de sistemas de ponto-de-venda.

E isso é apenas a ponta do iceberg de pagamentos móveis, pois, uma série de outros, incluindo um sistema do PayPal, o Google Wallet e o Square (aceito na rede Starbucks).

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Algumas soluções, como o meio de pagamento Intuit, estão usando mercados mais receptivos na Europa, como o Reino Unido, para lançar serviços de pagamento móvel antes de lançar globalmente.

Alguns grandes varejistas e pequenas empresas têm tomado providências, quase que num passo-a-passo para as novas tecnologias de pagamento, substituindo caixas registradoras por tablets (principalmente iPads) e equipando o pessoal de vendas com scanners portáteis de cartão de crédito.

Certamente, pequenas alterações como essas, que não necessitam de muita ação do consumidor, já oferecem uma experiência de compra mais eficiente e são bem recebidas, mas, será que o consumidor vai ter sempre que passar por um caixa nas lojas? Pelo menos um varejista Americano, JCPenney, já brincou com a ideia. Em julho passado, o controverso CEO da JCPenney, Ron Johnson, anunciou que eles eliminariam os caixas até 2014, alardeando uma mudança drástica para a rede varejista.

Embora seja provável que a JCPenney tenha um longo caminho pela frente antes de matar o caixa, a maioria dos varejistas americanos já começaram a ter algum tipo de conhecimento sobre a tecnologia NFC (Near Field Communication). Essa tecnologia permite que um consumidor possa acenar com seu cartão de crédito ou com seu dispositivo móvel em um terminal de pagamento sem tocá-lo (um pagamento “sem contato”, como é chamado) para completar uma transação. Testes com NFC já estão em andamento desde o ano passado e fabricantes como Lenovo e Samsung estão utilizando a tecnologia NFC em seus tablets e smartphones, apesar da sua adoção ainda estar bastante lenta.

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Obviamente, os pagamentos móveis têm implicações de longo alcance para os varejistas. Apesar de beneficiar os consumidores, os pagamentos móveis também levantam questões quanto a segurança dos dados e a privacidade. De repente, o telefone celular está prestes a ser transformado em um espião do seu banco no seu bolso“, observa Jeffrey Chester, diretor executivo do Centro para a Democracia Digital.

De certa forma, é uma espécie de um ponto de inflexão de privacidade, porque um único dispositivo sabe todos os locais que você vai, sua história geográfica, suas conexões de mídia social e seus comportamentos financeiros.

No entanto, está claro que tais preocupações não estão impedindo os varejistas de implantarem os pagamentos móveis. O “rei do varejo“, Walmart já está pronto para aimplantação do Scan&Go, um iPhone, apenas (por enquanto) sistema de self-checkout.

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O sistema, que foi pilotado pela Walmart Labs, em agosto passado, permite que os consumidores com o aplicativo instalado nos seus iPhones, possam comprar e pagar pelos produtos, fazendo a experiência da loja, muito mais eficiente. Walmart diz que também está trabalhando em uma versão Android do aplicativo.

Vídeo apresentando o Google Wallet

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