Categoria: Reflexão

O mundo clama por equilíbrio

O mundo clama por equilíbrio…

O mundo está árido por falta de transbordamento de amor.

A sociedade está ficando míope por não olhar o próximo.

As relações pessoais estão fragilizadas por falta de alteridade e liberdade.

As relações profissionais estão deterioradas por falta de propósito e consciência…

O ódio, a intolerância, “as verdades absolutas”, a ignorância e o medo de aprender, mudar e crescer, estão estagnando a nossa evolução…

Parafraseando Shakespeare, “É uma infelicidade da época, que os EXTREMISTAS guiem os cegos”…

O amor viceja. Ao preencher o nosso coração com amor, cada pensamento, cada atitude, será um transbordamento desse sentimento…

Olhar para o próximo nos traz foco. Fazer pelo outro alimenta nossa alma e nos aproxima da mais profunda e pura felicidade…

Alteridade e liberdade estreitam os laços fortes. Entender que as necessidades e desejos são diferentes para cada um, nos ajuda a respeitar o outro. Deixemos o sujeito ser…

Propósito constrói negócios verdadeiros. Existe algo além do dinheiro. A possibilidade de agregar valor e entregar resultados que sejam éticos e sustentáveis, transformam negócios pontuais em parcerias duradouras…

É tempo de reflexão. É tempo de exercitar a dialética. É tempo de crescimento…

Praticar a escuta ativa, estudar vários pensamentos (ainda que antagônicos) e, principalmente, respeitar o direito do outro se expressar com liberdade (e bom senso), desenvolve, aprimora nosso senso crítico…

“(…) as distorções de pensamentos servem à reprodutibilidade da burrice e ao vazio do pensamento e da linguagem, principal ferramenta de conciliação e reflexão humana e que tem sido usada para distribuição de violência (…)

(Márcia Tiburi, filósofa)

Quando não usamos o bom senso, quando não questionamos as frases prontas, os pensamentos de prateleira e as citações vazias, nos deixamos levar como gados. Deixamos de agir como indivíduos e passamos a fazer parte de uma manada estéril…

Comecemos agora essa mudança com alguns questionamentos…

O que nos faz, verdadeiramente, felizes?

O que melhora o nosso dia?

Em que podemos contribuir para que a vida do próximo seja mais leve?

O que eu aprendi hoje?

Todo dia é dia de refletir, aprender e mudar para melhor…

O aprendizado nos mantém vivos.

O amor dá sentido à nossas vidas…

Existem escolhas além dos dois opostos…

Além do cartesiano, do Newtoniano, da bipolaridade dos extremos… Existem infinitas possibilidades de ser feliz.

Quando não usamos o bom senso, quando não questionamos as frases prontas, os pensamentos de prateleira e as citações vazias, nos deixamos levar como gados. Deixamos de agir como indivíduos e passamos a fazer parte de uma manada estéril…

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

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#NãoVaiTerÓdio

Discussões vazias e recheadas de ódio assolam as timelines e cada canto de nosso país. Ataques gratuitos, rótulos pejorativos, agressões sem sentido…

O que estamos vendo nas redes e nas ruas é preocupante.

Sinto como se a baixa energia que circula no sórdido meio político estivesse inundando lares e mentes…

Paremos por um segundo para refletir: Em que essa propagação de xingamentos e acusações vai contribuir para mudar o que estamos passando no Brasil?

“Mas a ambição do homem é tão grande que, para satisfazer uma vontade presente, não pensa no mal que daí a algum tempo pode resultar dela.” (Maquiavel)

Esse caos generalizado só favorece a possibilidade de manobra. Quanto mais somos enquadrados, rotulados como “petralhas” e “coxinhas”, mais fácil de sermos conduzidos a pensar que só existem dois lados (da mesma moeda, que fique bem claro).

Existem inúmeras, infinitas possibilidades de se fazer política digna, de se criar negócios baseados no compartilhamento e na colaboração, de ajudar o outro a sair da condição de vulnerabilidade social, de se viver em paz com a diferença de pensamentos…

Opiniões diferentes nos fazem enxergar a vida por novos ângulos e isso pode nos levar ao aprimoramento de nossa visão de mundo. Isso é aprendizado. Isso traz a evolução…

Divergência política não torna o outro menos digno de nosso amor, carinho e respeito.

Que tal sugerir soluções? Que tal pensar em ideias para consertar os problemas?

Porque não podemos juntar pensamentos divergentes para gerar ideias mais consistentes? Basta que tenhamos objetivos em comum!

Objetivos em comum, foco no outro e vontade de solucionar os problemas é o que transborda na solidariedade e o que falta na política partidária.

No cenário político brasileiro não há interesse verdadeiro NO OUTRO (no povo, em nós). O que existem são políticos interesseiros, que legislam em causa própria ou em troca de cargos, favores e dinheiro. Muito dinheiro!!!

Focar no problema é um erro. Brigarmos entre nós não vai resolver nada. Disseminar o ódio só agrava a situação.

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Estamos contribuindo para que todos os lugares do Brasil se tornem uma Câmara dos Deputados, um Palácio do Planalto, um Senado Federal e toda a podridão que esses antros representam hoje…

Focar em soluções nos deixa mais cheios de energia positiva e, consequentemente, aptos a enxergar melhor.

Sejamos a favor da liberdade de expressão, da dialética, da troca de ideias.

Reforcemos os valores morais e éticos e os comportamentos que representem esses valores.

Façamos a nossa parte, enquanto cidadãos, enquanto seres humanos e elevemos a nossa energia com pequenos gestos de amor, de solidariedade, de ética…

Não falo de utopias, falo de atitudes simples que vão desde um bom dia ao porteiro a não aceitar troco a mais.

Ao praticar, diariamente, esse modo de agir, perceberemos o quanto pequenos detalhes fazem grande diferença nos resultados.

Se não fizermos parte da solução, estaremos fazendo parte do problema.

Por isso, independente dos próximos capítulos, que tal semear energia positiva, ideia construtivas, tolerância, respeito e dignidade nas ruas e nas redes?

#NãoVaiTerÓdio

UPDATE em 18/04/2016 às 11:50h

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(…) O meu voto é pra dizer que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com a sua gestão (…)

Deputada Raquel Nunes, no seu discurso de ontem, ao votar SIM pelo Impeachment…

Eu já tinha escutado dizer que “a justiça tarda, mas, não falha“, mas, isso foi incrível…

Por isso é que eu digo: Ontem foi um dia maravilhoso.

Sabem porquê? Por causa da exposição dos ratos!!! Ratos dizendo SIM. Ratos dizendo NÃO… RATOS!!!

Dos 513 deputados, 299 têm ocorrências judiciais; 76 já foram condenados.

Com muito esforço e boa vontade, acho que não consegui contar 30 deputados (independente de seus partidos) que me fizessem sentir bem representado. Isso dá menos de 6% de representatividade…

Essa cobertura midiática expôs o despreparo dos políticos, a podridão dos partidos políticos e a demência do Congresso Nacional e isso embrulhou o estômago de muita gente…

Mexeu tanto que desencantou milhares de “coxinhas” e “petralhas“, igualmente… Ambos os lados se sentiram enojados, envergonhados de terem sido rotulados por tanto tempo e por defender gente tão espúria…

Sinto que podemos canalizar esse momento de vergonha alheia para unir as pessoas em torno de uma energia COMPLETAMENTE diferente do que a que vimos ontem…

#PorUmDespertarDaConsciência
#PorUmaEnergiaPositiva
#PelaTolerância
#PelaLiberdadeDeExpressão
#PorObjetivosEmComum
#PelaNãoViolência
#PeloEquilíbrio
#‎NãoVaiTerÓdio

Vejam o vídeo do voto da deputada, representante dos paladinos da justiça, da moral e dos bons costumes #‎SQN, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=b1NBPjprCkQ

Veja a matéria sobre o marido da deputada, preso: http://oglobo.globo.com/…/marido-de-deputada-que-votou-pelo…

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Estou fazendo algo que REALMENTE amo?

O que você está fazendo agora?

Não importa qual a sua profissão, seu nível de escolaridade, o cargo que você ocupa ou a área em que você está atuando. O que importa, nesse exato momento, é você fazer uma pausa para uma reflexão sobre o que você está fazendo agora e se perguntar: “Estou fazendo algo que REALMENTE amo?

Se a sua resposta for um profundo silêncio, uma cabeça baixa, um suspiro ou qualquer outro indício de que você não esteja fazendo algo que realmente ame, isso significa que é hora de tomar consciência da situação e, consequentemente, “tomar de volta as rédeas da sua vida“…

Aqui temos um ponto importante para discutirmos. “Tomar de volta as rédeas da sua vida” pode ser uma excelente oportunidade de utilizar a nossa caixinha de desculpas infinitas e imputar a culpa da vida que levamos à terceiros, de quaisquer tipos: nossos pais, o atual chefe, nossa primeira desilusão amorosa, o tempo chuvoso, a dor no joelho, os quilos a mais ou a menos, a professora do primário, o signo…

Na verdade, essa expressão foi utilizada, propositadamente, com o objetivo de alertar para o fato que NINGUÉM TOMA as rédeas de nossas mãos, nós é que as entregamos pelos mais diversos motivos. Da ignorância à inoperância. Da preguiça à negligência. Do comodismo à falta de amor próprio. Da indolência à incoerência…

Sempre que olhamos para trás, podemos achar uma “boa desculpa” para justificar nossa morosidade em tomar atitudes para mudar uma situação adversa. E assim continuamos a perpetuar nossa atual condição para o próximo dia, para a próxima semana, para o próximo ano…

E, o que é “melhor“, sem a sensação de responsabilidade pela atual condição, pois, a “culpa” de você não saber inglês é do seus pais que não te colocaram num curso de idiomas quando você tinha doze anos. A “culpa” de você não tocar violão é da falta de tempo, afinal, nesses 20, 30, 40, 50, 60 anos de vida, que par de horas ociosas você teve para dedicar a esse aprendizado, não é mesmo?

Essa condição de vítima do outro ou das situações passadas, tende a nos manter em um buraco cada vez mais profundo, se não voltamos para ressignificar essa condição.

Para retomar as rédeas da nossa vida, precisamos revisitar esses momentos e atribuir novos significados a esses acontecimentos através da mudança de nossa visão de mundo.

É até entendível que o “eu de 1989”, realmente acredite que não saiba inglês porque não foi colocado em um curso de inglês pelos pais. Mas, será que o “eu de 2016“, com a atual consciência e percepção de mundo, voltando a essa visão de 1989, continue a pensar assim? Será que eu poderia ter aprendido inglês desde então e não tomei nenhuma atitude? Será mesmo que essa “culpa” merece continuar sendo imputada aos meus pais ou eu já tenho a consciência necessária para elaborar uma nova visão sobre isso e assumir a responsabilidade por ainda não ter aprendido inglês?

Obviamente que não é fácil. Quando revisitamos (à partir de uma nova consciência) as situações passadas que ajudaram a construir o nosso momento presente, “corremos o risco” de perceber as nossas responsabilidades pelo que somos e vivemos hoje e isso pode ser um pouco angustiante e doloroso…

Mas, a boa notícia é que, segundo o teólogo Leonardo Boff, “(…) são as angústias que nos tiram da inércia, nos fazem pensar, ler, conversar, discutir e buscar novos caminhos (…)“. Através dessa nova leitura de nós mesmos, podemos regar novas oportunidades com algumas lágrimas e colher frutos recompensadores mais adiante.

Que tal começar essa ressignificação do seu ser através de questionamento sobre seu trabalho? Sobre sua profissão? Sobre sua motivação em acordar pela manhã? Sobre seu propósitos?

Por isso, não importa qual a sua profissão, seu nível de escolaridade, o cargo que você ocupa ou a área em que você está atuando. O que importa, nesse exato momento, é você fazer uma pausa para uma reflexão sobre o que você está fazendo agora e se perguntar: “O que preciso começar a mudar agora, pra poder fazer tudo aquilo que REALMENTE amo?“.

E, então, com a disposição de quem realmente quer fazer o que ama e disposto a fazer os sacrifícios necessários para obter os resultados desejados, pode ter certeza que apenas um punhado de tempo, separa você da sua nova realidade.

Essa condição de vítima do outro ou das situações passadas, tende a nos manter em um buraco cada vez mais profundo, se não voltamos para ressignificar essa condição.

Para retomar as rédeas da nossa vida, precisamos revisitar esses momentos e atribuir novos significados a esses acontecimentos através da mudança de nossa visão de mundo.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

#Vídeo

Mais da metade dos Millennials (Geração Y ou seja lá qual termo você preferir) planeja ter seu próprio negócio.

Não é por acaso que esses jovens hiperconectados estão dando o que falar no mercado de trabalho: é graças a eles que estamos vendo uma verdadeira revolução no mundo empresarial.

Se você ainda não assistiu ao vídeo All Work and All Play, faça esse favor à sua vida…

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Os dez Mandamentos para uma relação sem mimimi

[ ] PRIMEIRO MANDAMENTO: Não perguntarás mais de três vezes a mesma coisa em menos de 30 segundos, principalmente, num tom de voz demonstrando ansiedade pela resposta.

[ ] SEGUNDO MANDAMENTO: Não usarás de subterfúgios como “hein?”, “responda” ou “fale” para burlar o primeiro mandamento.

[ ] TERCEIRO MANDAMENTO: Ao perguntar “como foi seu dia?”, se contentar com a resposta “foi tudo bem”, sem ter um ataque de tiques nervosos. Se o dia foi bom ou ruim e a pessoa quiser falar, ela irá falar, naturalmente.

[ ] QUARTO MANDAMENTO: Saberás a diferença entre alguém querer ficar sozinho no momento e a pessoa “não te amar”, “não te considerar” ou “nunca mais querer ficar com você”. Se não consegues ficar a sós consigo, quem haverá de conseguir?

[ ] QUINTO MANDAMENTO: Ao invés de ficar tentando chamar a atenção com frases como “preste atenção”, “tá ouvindo” e “olhe pra mim”, simplesmente, SEJA INTERESSANTE. E lembrai que existem outros sentidos para se comunicar.

[ ] SEXTO MANDAMENTO: Deixarás saudades todos os dias. Não sufocarás a pessoa com quantidade excessiva de perfume, pedidos de atenção, dezenas de mensagens no WhatsApp, comentários em todas as postagens e coisas do gênero.

[ ] SÉTIMO MANDAMENTO: Terás vida própria. Sairás com seus amigos, tirarás um tempo pra ler, ficarás alguns momentos a sós consigo e aprenderás sobre a sua própria companhia.

[ ] OITAVO MANDAMENTO: Cuidarás da sua essência. Entenderás a diferença entre amor e apego. Entre estar junto e depender do outro. Cuidarás do seu corpo, da sua mente, do seu espírito e valorizarás seu tempo de vida para, um dia, poder compartilhar com o outro, sem a necessidade do outro para viver. Aos poucos compreenderás que trazer novidades é fortalecer e revitalizar a relação.

[ ] NONO MANDAMENTO: Entenderás um “não quero fazer algo” como algo momentâneo, relacionado ao assunto tratado. Ter sempre um plano B, que se torne A, de verdade, e que lhe preserve a independência, a liberdade e a sua integridade. Expectativa causa frustração e, em excesso, depressão.

[ ] DÉCIMO MANDAMENTO: Saberás distinguir “estar gostando de alguém” de “estar carente”, “estar precisando” e, principalmente, de estar “sem opção e, por isso, se contentando com o que achou”. Valoriza a ti mesmo!!!!

[Pedro Cordier]

Tem algo errado no mundo e isso está te incomodando?

As mortes e os danos ambientais causados pela passagem da enxurrada de lama, provocada pelo rompimento de barragens da Samarco em Mariana (MG) e a série de atentados (possivelmente coordenados) que atingiram Paris na noite desta sexta-feira (13) e deixaram mais de 400 vítimas (entre mortos e feridos), são profundamente tristes…

São duas tragédias completamente diferentes, mas, que nos deixam igualmente consternados…

A principio, pela sensação de impotência de não poder tirar cada grama de lama do rio ou devolver cada gota de sangue derramada…

Em seguida, pela dor de fazermos parte do problema. Do problema? SIM. Não há meio termo.

Ou fazemos parte do problema OU fazemos parte da solução.

Caso você não esteja ativamente voltado para as causas ambientais (a começar pela simples ação de não jogar lixo na rua, passando por separar o lixo da sua casa, cuidar da natureza e dos animais e denunciar quem atenta contra isso…) nem ativamente voltado para a propagação do amor (a começar por um simples sorriso de agradecimento ao acordar, passando por gestos de delicadeza, solidariedade, carinho, lealdade, honestidade, bondade e amor ao próximo, durante cada dia da sua vida e denunciar quem atenta contra isso…), você não está fazendo parte da solução e, portanto, por omissão, está fazendo parte do problema…

Tem algo errado no mundo e isso está te incomodando?

Você tem “duas” possibilidades pra “resolver” isso: CONTINUAR SE OMITINDO e assistir o próximo capítulo da novela (passar horas rolando a timeline, beber mais uma grade de cerveja…) OU passar a AGIR DIFERENTE em cada detalhe da sua vida, a partir de AGORA, para que um dia, POSSAMOS colher algo melhor do que essa realidade que estamos colhendo hoje, fruto do descaso com que tratamos a nossa responsabilidade enquanto cidadãos, pais, profissionais, seres humanos…

Pelas vítimas dessas duas tragédias, só nos resta orar e ajudar contribuindo com atos de solidariedade.

Mas, e em relação às outras possíveis vítimas… Será mesmo que não tenha nada que possa ser feito (inclusive por nós mesmos) para evitar tragédias como essas?
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Pra complementar, texto de Gregório Duvivier e vídeo do professor Clóvis de Barros Filho: http://www.contextolivre.com.br/2015/07/nao-quer-ajudar-nao-atrapalha.html?m=1

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Um minuto consciente faz a diferença

Temos diversos perfis nas redes sociais online, participamos de inúmeros grupos no WhatsApp e isso nos consome um tempo precioso…

Além disso, passamos minutos, às vezes horas, rolando as timelines do Instagram, do Facebook… Curtindo, compartilhando e fazendo comentários superficiais aqui e acolá…

E quando estamos, presencialmente, com outras pessoas, estamos sempre com pressa, falando pelos cotovelos, dispersos ao escutar o outro…

Estamos em um lugar, com alguém e de olho no próximo momento… E na tela do nosso smartphone, atentos às notificações…

Se as pessoas pensassem no que dizem, diriam menos, porque seria muito mais significativo o resultado da reflexão antes de falar.

Quando não pensamos no que estamos dizendo, dizemos mais coisas, porque as palavras perderam o sabor. E descrevem a superficialidade do nosso olhar distante…

Quando não percebemos o sabor nas coisas que vivemos e fazemos, nós multiplicamos as coisas que vivemos e fazemos… E falamos mais. E saímos mais. E fazemos mais festas… E temos mais “amigos”. E não paramos em casa. E arrumamos mais e mais compromissos…

Porque como nós não conseguimos estar em nossa própria companhia, nós queremos estar em todos os lugares. Porque não toleramos estar na nossa própria casa. Pensativos. Incomodados pelo barulho do silêncio…

Então, temos que estar no stress do dia-a-dia. Cheios de “coisas pra fazer”. Pra cima e pra baixo. Rodando, rodando, rodando… Até ficarmos tontos e perdermos a consciência de nós mesmos.

Vivemos na superfície, pois, não temos fôlego para suportar a profundidade da percepção, da contemplação, do auto-conhecimento.

Os nossos sentidos já não fazem mais sentido e poucos sabem ouvir a chuva caindo, um canto de um pássaro e, menos ainda, ouvir o outro… Poucos conseguem ver as cores do seu dia, na beleza de uma árvore frondosa, um arco-íris ou um pôr-do-sol… E quantos de nós lembra da última vez em que paramos para saborear uma bela refeição?

Se estamos na superficialidade do uso dos sentidos, o que dizer do (não) uso da percepção? O que dizer do desconhecimento da contemplação

Queremos tudo ao mesmo tempo. Queremos tudo pra ontem.

Queremos tanta coisa e, ao mesmo tempo, nos contentamos com o que encontramos na fina camada da vida superficial que levamos…

Convido você, que chegou até aqui, a parar um minuto…

Apenas pare um pouco e respire…

Você vai inspirar um pouco mais profundo e talvez até fechar os olhos por alguns segundos…

Vai perceber sons ao seu redor, cheiros… E ao abrir os olhos, talvez até note detalhes que você nunca tinha visto antes…

Se esse minutinho de pausa ajudou a trazer uma gotinha de consciência ao seu momento, imagine o oceano de #Luz, #Paz e #Amor que o uso apurado dos sentidos, a percepção e a contemplação trarão para a sua vida…

Namastê

 

Na superfície, sentimos falta da essência das pessoas… Somente quando aguçamos a nossa percepção e passamos a entrar em um estado elevado de consciência, podemos perceber a quantidade de pontos em que nossas almas se tocam…

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

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