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Categoria: Facebook

Os 4 pontos fundamentais para alcançar a excelência

Quando se trata de alcançar bons resultados na comunicação de uma marca, empresa, produto ou serviço, não há outro caminho, senão o caminho da excelência.

Segundo a etimologia da palavra, excelência vem do latim excellentĭa,ae (grandeza, elevação, excelência, superioridade), de excellĕre (elevar, erguer, levantar ao alto, elevar-se acima de, ser superior, sobrepujar).

O substantivo (nome) excelência significa “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior”.

Quem não se destaca positivamente através da sua comunicação, termina sendo preterido em relação ao concorrente.

O que não significa, obviamente, que SOMENTE uma boa comunicação vai resolver.

A marca (bem como uma empresa, produto ou serviço), deve ter seus diferenciais claros, pois, se a comunicação for bem feita, vai fazer com que as pessoas tenham acesso a essa marca e isso pode ser excelente, caso a marca seja realmente boa, mas, também pode ser bem ruim, se a marca não for nada daquilo que está sendo comunicado.

Partindo do pressuposto que a marca da sua empresa (ou a marca da empresa para a qual você trabalha) tem qualidade suficiente para estar no mercado, como fazer para alcançar a excelência na comunicação?

1. Estar preparado (foco na atualização do conhecimento e na informação)

Segundo Steven Jonhson, no livro De Onde Vêem as Boas Ideias:

(…) ocorreu algo milagroso, maravilhoso nos últimos 15 anos, temos tantas novas formas de nos conectar e tantas novas formas de buscar e encontrar novas pessoas que possuem aquela peça que faltava pra completar a ideia com que estávamos trabalhando. Ou de nos deparar por acaso com alguma informação nova e incrível que podemos usar para desenvolver ou melhorar as nossas próprias ideias.

Ou seja: Quanto mais nós lemos, assistimos vídeos produtivos, ouvimos falar de coisas interessantes, convivemos com pessoas inteligentes e nos informamos, maior é a nossa capacidade de ter boas ideias.

Precisamos de informação, colaboração e ambientes que permitam a criatividade e a mistura de ideias pra gerar inovação.

2. Usar as ferramentas corretas (foco nos meios adequados e no desenvolvimento de habilidades)

Arquimedes disse, certa feita:

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.

Se você trabalha com comunicação, não existe a menor possibilidade de você deixar de lado ferramentas poderosíssimas como as Mídias Sociais Online.

Por quê? Vamos aos números, somente das Redes Sociais Online de Mark Zuckerberg:

numero-de-usuarios-redes-sociais-outubro-2015

E olhe que nem falamos do Google e toda sua gigantesca rede de produtos e serviços, nem de outras redes como o Linkedin, Twitter, Periscope, do SnapChat, do Tumblr…

Temos que conhecer cada Rede Social Online, saber para que serve cada uma delas, qual o público que as utiliza e o que diferencia cada uma delas. Quanto mais conhecermos as ferramentas, mais preparados estaremos para usá-las.

3. Fazer bem feito (foco no resultado e, ao mesmo tempo, na satisfação pessoal)

Conhecer as ferramentas é fundamental. PONTO.

Porém, é importantíssimo não só conhecer cada Rede Social Online, mas também, aprender a utilizá-las como Mídias Sociais, da maneira mais adequada, criativa e eficiente possível.

Uma boa comunicação, gera RESULTADOS POSITIVOS para a marca e isso é inquestionável. Mas, nem sempre algo que parece ser positivo quantitativamente, significa um bom resultado.

Quer um exemplo? Aumentar o número de curtidores de uma página no Facebook, à princípio, pode parecer um bom resultado.

Mas, se esse número vier de uma promoção que coloque um produto de alto valor agregado por um preço ridiculamente baixo, pode atrair pessoas que não entendem a cultura da marca e gerar uma onda de insatisfação pelos “altos preços praticados” após a promoção.

A questão “Aumento de Fãs x Engajamento” vale a pena ser pesquisada no Google, pois, vai complementar o assunto abordado neste tópico.

E lembre-se de uma questão fundamental, o resultado deve ser positivo para o cliente e, principalmente, pra você. Se você ama o que faz, vai vibrar com cada resultado positivo alcançado!

4. Aguçar a percepção (foco na consciência além do trabalho).

evolucao-desenvolvimento-da-sociedade-pedro-cordier

Fonte: http://www.pedrocordier.com/2011/05/15/bem-vindos-a-era-da-conectividade/

Estamos em plena Era da Conectividade.

Uma Era onde a informação deixou de ser diferencial (uma vez que agora todos tem acesso a ela) e passou a ser fundamental.

Mas, junto com a abundância da informação, vem a importância de discernir entre as fontes e de interpretar seus significados com um olhar que vai além dos sentidos…

Junto com a informação e o conhecimento, precisamos abrir a mente para entender essa nova realidade conectada e desenvolver uma nova consciência mercadológica.

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

Como criar uma empresa de transporte sem possuir nenhum carro (UBER) ou uma empresa de hospedagem sem nenhum quarto (AIR BNB) ou até uma locadora sem prateleira (NETFLIX).

A economia colaborativa deixou de ser uma tendência e passou a ser uma realidade que veio para ficar… E transformar as relações de consumo que estamos habituados a ver e participar.

Ano passado, cerca de 80% das reservas de hospedagem foram feitas com serviços como o Airbnb e não com o próprio setor hoteleiro.

O Uber balançou a indústria de táxis e vem gerando protestos e tentativas de proibições por todo o mundo. Os taxistas se recusaram a se transformar e agora estão sofrendo com a sua própria inércia.

Qualquer semelhança com o que aconteceu com os donos de cavalos quando Ford criou a linha de produção e começou a fabricar automóveis em série, por volta da década de 1920, NÃO é mera coincidência.

E as locadoras de DVD (lembram delas?) não entenderam, nem aceitaram, as mudanças e foram engolidas pelos serviços de filmes digitais e de streaming.

Temos que nos adaptar para sobreviver e, mais ainda, precisamos estudar, entender e aprimorar essa nova maneira de fazer negócios.

Assim, passaremos a ser agentes transformadores e até lideranças desse novo momento de mudanças culturais, mercadológicas, sociais, políticas, tecnológicas e comportamentais.

O exemplo desses novos negócios compartilhados serão replicados nas demais áreas da economia, a começar pela alimentação. Serão? Será que aplicativos como o iFood, por exemplo, já não têem essa visão de economia compartilhada?

Se queremos entender, participar e até inovar dentro dessa nova maneira de fazer negócios precisamos ter a visão de usar os smartphones e tablets como ferramentas de simplificação.

Capazes de se travestir ao mesmo tempo, de GPS, câmera, cartão de crédito, gerador de mensagens ou de meio de compartilhamento com as mídias sociais, entre outras funções em toda e qualquer área de atuação existente.

Estima-se que em 2017 mais de três bilhões de pessoas do planeta terão um smartphone.

Hoje, no Brasil, esse número já passa de 70 milhões de unidades…

Apesar de tanto se falar em crise, temos que ampliar a nossa capacidade e a nossa criatividade para buscar saídas.

Enquanto uns estão engrossando o coro dos que se queixam, tem muita gente do outro lado, usando a criatividade para ganhar dinheiro em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo.

E você? Independente da posição em que se encontra hoje, de que lado você quer estar amanhã?

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

Ferramentas e estratégias em marketing digital

O marketing digital possui diversas ferramentas e estratégias que podem ser utilizadas para a divulgação de empresas de diversos segmentos, aumentando a exposição da marca, sua base de clientes e venda de produtos e serviços.

A partir do conceito de marketing digital oferecido atualmente, pode-se concluir que as diversas estratégias utilizadas no trabalho interagem entre si e tais conexões devem ser exploradas e aproveitadas de forma a conseguir as melhores campanhas, com desempenho acima da média e retorno alto para os clientes.

Como utilizar o marketing digital

A forma ideal para otimizar as ações de marketing na web e garantir os melhores resultados é buscar os serviços de uma agência especializada. Na agência encontram-se profissionais especializados nas diversas ferramentas utilizadas e, geralmente, o cliente pode decidir junto com a agência quais técnicas serão utilizadas em sua campanha.

O marketing digital aumenta a exposição da marca e de produtos específicos, uma vez que as pessoas passam cada dia mais conectadas e atentas ao ambiente virtual.

Apenas ter um website não é mais suficiente para angaria público pela internet. Os aparelhos mobile aumentam ainda mais a dificuldade dos profissionais, uma vez que não é mais necessário um desktop para acessar a rede.

Integração das ferramentas

Para interagir com o maior público possível, os profissionais de marketing digital podem mesclar as diferentes ferramentas existentes de acordo com o perfil do prosumer (novo consumidor, produtor e consumidor de conteúdo. Termo cunhado por Alvin Tofler). A interação entre as plataformas que podem ser utilizadas é muito importante para definir como será realizada a campanha de marketing digital.

As principais plataformas que podem ser utilizadas e que possuem integração entre si são:

o)) Paid Search – engloba os links patrocinados e anúncios pagos.
o)) Social – inclui as redes sociais (Facebbok, Twitter, Instagram).
o)) Content marketing – explora as possibilidades relacionadas ao conteúdo.
o)) E-mail – contém as possibilidades de e-mail marketing.
o)) Mobile – refere-se às atividades exclusivas de aparelhos mobile.
o)) SEO – mostra as estratégias que podem ser utilizadas para melhorar o resultado em
buscas orgânicas.
o)) Analytics – mostra como mensurar os resultados da campanha.

As integrações entre cada uma dessas ferramentas podem ser observadas no infográfico, que foi idealizado partindo de um mapa do metrô. Nele as intersecções ficam claras e o profissional de marketing consegue escolher qual técnica melhor se adapta ao seu cliente.

Infográfico produzido pela WSI .

Mídias Sociais – Infográfico – Dados atualizados – 2014

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Se você estiver gerenciando as mídias sociais para seus negócios, é importante manter o controle das estatísticas para manter suas estratégias online atualizadas.

O infográfico abaixo abrange os mais recentes dados das principais Mídias Sociais de 2014. Alguns dos fatos alucinantes são mencionados aqui:

  • 75% do envolvimento em um post no Facebook acontece nas primeiros 5 horas;
  • 53% das interação dos usuários sobre marcas, no Google+, é positiva;
  • 44% dos usuários do Twitter nunca enviou um tweet!
  • 84% das mulheres e 50% dos homens se mantem ativos no Pinterest;
  • Mais de 2 usuários se inscrevem no LinkedIn a cada segundo;
  • 23% dos adolescentes consideram o Instagram como sua rede social favorita;
  • Os finais de semana geram os momentos mais populares para compartilhar no Vine;
  • O número de posts enviados por dia, no SnapChat, supera os 400 milhões!
  • 40% do tráfego do YouTube vem dos smartphones.

INFOGRÁFICO – DADOS MÍDIAS SOCIAIS – NÚMEROS REDES SOCIAIS – 2014:

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10 dicas pra aumentar o engajamento nas redes sociais online

Com mais de 100 milhões de usuários no Brasil, as empresas estão percebendo que a utilização da internet como meio de comunicação – e como mídia – já deixou de ser apenas uma “tendência“.

Cada dia mais presente nos lares, nas empresas e no dia-a-dia de todos, principalmente via dispositivos móveis, a internet vem se tornando um meio fundamental para as empresas divulgarem suas marcas, produtos e serviços. Mais do que divulgar, as marcas estão diante de profundas mudanças de comportamento, o que traz, para as empresas, a nova missão de cuidar do relacionamento com seus clientes nas redes sociais online.

As empresas mais curiosas, já partem para “meter a mão na massa“. Criam sua própria página no Facebook, seu perfil no Twitter, no Instagram… E começam a postar.

Bacana a iniciativa, não é mesmo? #SQN

O que parecia uma excelente ideia, acaba trazendo frustração pela falta de bons resultados e, até mesmo, algumas consequências desagradáveis devido à postagens indevidas ou tratamento inadequado com as considerações dos clientes.

Do mesmo jeito que não é adequado procurar por remédios no Google, para tratar de qualquer tipo de doença, sem consultar um médico ou construir a própria casa com intermináveis andares e puxadinhos sem consultar um engenheiro, se aventurar a cuidar da gestão da marca nas redes sociais online sem procurar uma agência digital ou contratar um gestor de mídias sociais, pode gerar resultados bastante desagradáveis.

ENTÃO, O QUE FAZER?

Perguntamos aos especialistas Pedro Cordier, Donjorge Almeida e Leandro Lopes, da Equilibra Digital, e pedimos algumas dicas para aumentar o engajamento das marcas nas redes sociais online. O resultado foram 10 dicas super interessantes! Confiram:

Postar com regularidade
Nas redes sociais online, como o Facebook, quanto mais você cria conteúdo, mais a página que você administra vai aparecer na news feed dos seguidores. A recomendação é fazer posts diários para deixar a marca sempre visível.

Encontrar o horário ideal para as postagens
Existem diversas pesquisas sobre os horários de maior audiência em cada rede. Vale a pena fazer uma pesquisa no Google e dar uma lida, mas, o importante mesmo é conhecer o seu público através de experimentações e mensurações.

Seja interessante
Quando um usuário de uma rede social adiciona a página da sua empresa no Google +, ela quer encontrar informações relevantes, e colocadas de uma maneira interessante, sobre a marca. Não adianta apenas ficar “enchendo linguiça” nas postagens. Muito pelo contrário. Na hora de postar, vale a pena refletir o quão interessante aquela postagem vai ser para o usuário que se deparar com ela na sua timeline.

Ensine alguma coisa
Todos nós gostamos de aprender. Frases, dicas e informações úteis funcionam muito bem em todas as redes sociais online. Infográficos e dados também geram um alto índice de compartilhamentos, +1s, RTs…

Seja objetivo na hora de escrever
Aqui, vale a pena ressaltar que objetividade NÃO É SUPERFICIALIDADE. A questão é aperfeiçoar a arte da concisão, da brevidade, da precisão. Nem todos os textos precisam ser pequenos. Eles precisam ter a medida certa para passar a informação de uma maneira clara e interessante sem desperdiçar o tempo do usuário.

Sempre que possível, use o imperativo
Se você deseja que o cliente curta, compartilhe, comente, dê +1 ou Retweet aquele post, diga a ele! Agora, NÃO ABUSE da dica ou vai encher o saco dos seus seguidores.

Uma boa imagem…
Não tem jeito… Mil palavras não conseguem atrair tanto quanto uma boa imagem! Por isso, lembre-se SEMPRE de utilizar boas fotos e imagens para ilustrar as postagens. Vídeos também têm um bom efeito na timeline dos usuários, mas, não se compara às imagens!

Fique atento às oportunidades
Se Luíza está no Canadá ou tem gente sem saber de nada, por ser inocente, que tal pegar uma carona nos memes e conseguir uns picos de engajamento? Agora… Muito cuidado nessa hora. Ou faz algo, realmente bacana ou… Espera um resultado fantástico. #SQN

Criatividade é tudo
Na linguagem, no design, na resposta aos comentários… A criatividade deve estar presente em todos os detalhes. Do planejamento à análise dos resultados.

Acompanhe os resultados
De nada adianta fazer tudo isso e não ficar de olho nos resultados. Quem monitora, erra tanto quanto quem não monitora, mas, aprende com o erro e conserta bem mais rápido. O monitoramento é fundamental para melhorar as estratégias e conseguir resultados sempre melhores.

[Vídeo] Redes Sociais Online x Manifestações no Brasil

Pedro-Cordier-Entrevista-para-radio-CBN -Redes-Sociais-x-Manifestacoes-YouTube

Pedro-Cordier-Entrevista-para-radio-CBN -Redes-Sociais-x-Manifestacoes-YouTube

Confiram o VÍDEO da entrevista que Pedro Cordier, CEO da agência digital EQUILIBRA, concedeu para a rádio CBN, dia 20 de junho de 2013, falando sobre a importância das redes sociais online nas manifestações que explodiram no Brasil.

FICHA TÉCNICA:
Programa: CBN Salvador 1ª Edição
Repórter: Luana Assiz
Produção: Arysa Souza
Entrevistado: Pedro Cordier
Edição: Equilibra Digital

Do Facebook para as ruas…

Não é nenhum exagero afirmar que, hoje, a internet é parte integrante da nossa vida.

Apesar de ainda estarmos lutando, arduamente, pela inclusão digital, no Brasil, essa ferramenta revolucionou a forma de pensarmos, agirmos, de nos comunicar, nos organizar… Revolucionou a forma de nos relacionar!

Pesquisa da CISCO, com jovens de até 30 anos, em 14 países, incluindo o Brasil, mostrou que a internet é tão importante quanto água, comida e moradia.

Parafraseando os Titãs:

“A gente não quer só comida. A gente quer comida, INTERNET, diversão e arte!”

Além disso, a internet nos trouxe a democratização da informação, elevando os cidadãos comuns à categoria de PROCIDADÃOS (Alvin Tofler cunhou o termo PROSUMER para descrever o novo consumidor, que deixou de ser passivo e passou a ser produtos)!

Se antes éramos passivos, agora temos um espaço para sermos ouvidos, já que a internet possibilita a nossa participação, diferente de como como acontece em outros meios de comunicação, como a televisão e o próprio rádio.

A internet é flúida, é construída, destruída e reconstruída todos os dias, por todos nós. Segundo o filósofo e educador canadense, Marshall McLuhan:

“O meio é a mensagem.”

Muitas manifestações que, atualmente, começam online, estão ganhando as ruas, e essa tem sido a grande dor-de-cabeça das autoridades mundiais, na sua esmagadora maioria, oriundos de uma época em que comunicação era sinônimo de FALAR.

No final de 2010, início de 2011, a Primavera Árabe nos mostrou que as manifestações através das redes sociais são essenciais para a criação de uma situação política em questionamento aos ditadores. Os cidadãos do Egito e da Líbia encontraram na internet um espaço para discutir e se unir contra regimes autoritários.

Esses ativismos, que começaram na internet, alcançam a sua eficácia graças à liberdade do espaço online. Esse espaço, democrático e livre, permitem que as pessoas possam se expressar e criar debates. Na Era Digital, não somos mais meros receptores de informações. Agora somos também produtores de conteúdo e dissipadores de ideias. A nossa voz, ganhou um megafone exponencial.

Esse espaço online, tem se mostrado um terreno fértil para o compartilhamento e todos os seus desdobramentos.

Exemplo disso é o aplicativo WAZE, em que os próprios usuários avisam aos outros usuários sobre o trânsito, ajudando a evitar engarrafamentos, buracos, acidentes…

Mais que centenas de aplicativos com o conceito do Waze, onde os usuários criam e compartilham o conteúdo, as próprias redes sociais online como o Facebook, Twitter, Google+ e diversas outras, são utilizadas como ferramentas de discussão de ideias e engajamento às causas mais diversas.

Isso significa que a mídia tradicional não dita mais todas as regras? Com certeza, o poder da TV e do rádio ainda são muito grande, mas, ele está cada dia mais diluído, uma vez que a recomendação de um amigo, uma foto postada por alguém da sua timeline ou um comentário de um conhecido, tudo isso é bem mais poderoso que uma propaganda ou um editorial de mídia.

Mais do que usuários ativos do meio, estamos todos desenvolvendo e aperfeiçoando, não só a nossa comunicação, como  o próprio meio que utilizamos para nos comunicar.

Até as causas em si, estão mudando. Os movimentos sociais não estão se limitando apenas à política, religião ou às questões socioeconômicas e trabalhistas, como no passado. Os PROCIDADÃOS agora lutam por reconhecimento, identidade cultural, meio-ambiente, inclusão social, além dos diversos movimentos sociais globais.

Vale observar que os movimentos da Era Digital, não lutam por resultados tão calculados, como dos operários e sindicatos. A sociedade em rede, luta, essencialmente, por valores culturais e não têm, necessariamente, um objetivo concreto em que o Estado possa intervir.

Os ativistas digitais utilizam a grande rede para expandir ideias e alcançar mais adeptos às manifestações, o que acaba extrapolando as fronteiras da cidade, estado e até do país de origem, devido ao alcance ilimitado da informação.

Um grande diferencial das informações veiculadas nas redes sociais online, é que qualquer pessoa pode se expressar livremente, ao contrário das mídias tradicionais, que podem manipular informações de acordo com os próprios interesses.

Um outro ponto importante, é a velocidade de acesso à informação. Com poucos cliques, as pessoas podem criar mobilizações e divulgá-las, interagindo com outros internautas, que também podem se tornar ativistas. Como não há uma base fixa de comando, uma legitimação institucional ou estruturação organizada, fica difícil conseguir controlar o processo. É como o mito da Hidra de Lerna, cortando uma de suas cabeças, surgiam duas outras em seu lugar.

O acesso a todas essas redes sociais online, aliado à mobilidade (através de celulares, notebooks e tablets), tornou essa conexão ainda mais poderosa, fazendo com que o debate e a  transmissão de informações passasse a ser quase que instantânea, passando a ter retorno e desdobramentos imediatos.

Fica claro que a rede social é um local cada vez mais efervescente para os debates, mas, ainda é apenas o ponto de partida. Para que as manifestações aconteçam, de verdade, é preciso ir às ruas para protestar. O ativismo online precisa se estender para as ruas para que os ideais ganhem corpo e sejam compartilhados nas redes sociais, retroalimentando o sistema e fortalecendo as causas.

O que estamos vendo, no Brasil (principalmente nas redes sociais, pois, a mídia tradicional tenta, a todo custo, colocar “panos quentes” nos acontecimentos), nesse momento, não é mais uma manifestação contra o aumento de R$ 0,20 na passagem do transporte da capital paulista.

O que estamos vendo é o começo do fim de uma aceitação “inaceitável” do povo brasileiro.

Tantos anos de roubalheira por parte de políticos de todas as siglas, foram acumulando um sentimento de indignação que, somado aos absurdos dos gastos com o Panamericano, com a Copa das Confederações e com a Copa do Mundo, levaram o povo brasileiro a questionar: “até quando iremos suportar tamanho descaso por parte dos governantes?

Manifestação na frente do Iguatemi, Salvador, Bahia. Dia-17-06-2013-Facebook

Manifestação na frente do Iguatemi, Salvador, Bahia. Dia-17-06-2013-Facebook

Manifestação na frente do Iguatemi, Salvador, Bahia. Dia-17-06-2013-Instagram

Manifestação na frente do Iguatemi, Salvador, Bahia. Dia-17-06-2013-Instagram

A descoberta da força das redes sociais e de seu principal expoente, o Facebook, pelos brasileiros, foi importante, mas, utilizar esses meios como trampolim para ganhar as ruas foi ainda mais significativo.

E isso é apenas o começo…

Facebook – São Paulo – dados estatísticos – Fevereiro 2013

facebook-sao-paulo-dados-fevereiro-2013

Quantos usuários o Facebook tem em São Paulo? Entre as cidades do interior paulista, quem tem mais usuários do facebook?

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Essas e outras questões podem ser respondidas pela pesquisa “FACEBOOK BAHIA – A MAIOR REDE SOCIAL DO MUNDO NA TERRA DA GAROA”, realizada através do cruzamento de dados do censo e do Facebook.

A pesquisa (com dados atualizados até dezembro de 2012) visa compartilhar com o mercado a quantidade de usuários da rede social em São Paulo, como também dados de penetração e curiosidades.

 

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