Categoria: Empreendedorismo

Estou fazendo algo que REALMENTE amo?

O que você está fazendo agora?

Não importa qual a sua profissão, seu nível de escolaridade, o cargo que você ocupa ou a área em que você está atuando. O que importa, nesse exato momento, é você fazer uma pausa para uma reflexão sobre o que você está fazendo agora e se perguntar: “Estou fazendo algo que REALMENTE amo?

Se a sua resposta for um profundo silêncio, uma cabeça baixa, um suspiro ou qualquer outro indício de que você não esteja fazendo algo que realmente ame, isso significa que é hora de tomar consciência da situação e, consequentemente, “tomar de volta as rédeas da sua vida“…

Aqui temos um ponto importante para discutirmos. “Tomar de volta as rédeas da sua vida” pode ser uma excelente oportunidade de utilizar a nossa caixinha de desculpas infinitas e imputar a culpa da vida que levamos à terceiros, de quaisquer tipos: nossos pais, o atual chefe, nossa primeira desilusão amorosa, o tempo chuvoso, a dor no joelho, os quilos a mais ou a menos, a professora do primário, o signo…

Na verdade, essa expressão foi utilizada, propositadamente, com o objetivo de alertar para o fato que NINGUÉM TOMA as rédeas de nossas mãos, nós é que as entregamos pelos mais diversos motivos. Da ignorância à inoperância. Da preguiça à negligência. Do comodismo à falta de amor próprio. Da indolência à incoerência…

Sempre que olhamos para trás, podemos achar uma “boa desculpa” para justificar nossa morosidade em tomar atitudes para mudar uma situação adversa. E assim continuamos a perpetuar nossa atual condição para o próximo dia, para a próxima semana, para o próximo ano…

E, o que é “melhor“, sem a sensação de responsabilidade pela atual condição, pois, a “culpa” de você não saber inglês é do seus pais que não te colocaram num curso de idiomas quando você tinha doze anos. A “culpa” de você não tocar violão é da falta de tempo, afinal, nesses 20, 30, 40, 50, 60 anos de vida, que par de horas ociosas você teve para dedicar a esse aprendizado, não é mesmo?

Essa condição de vítima do outro ou das situações passadas, tende a nos manter em um buraco cada vez mais profundo, se não voltamos para ressignificar essa condição.

Para retomar as rédeas da nossa vida, precisamos revisitar esses momentos e atribuir novos significados a esses acontecimentos através da mudança de nossa visão de mundo.

É até entendível que o “eu de 1989”, realmente acredite que não saiba inglês porque não foi colocado em um curso de inglês pelos pais. Mas, será que o “eu de 2016“, com a atual consciência e percepção de mundo, voltando a essa visão de 1989, continue a pensar assim? Será que eu poderia ter aprendido inglês desde então e não tomei nenhuma atitude? Será mesmo que essa “culpa” merece continuar sendo imputada aos meus pais ou eu já tenho a consciência necessária para elaborar uma nova visão sobre isso e assumir a responsabilidade por ainda não ter aprendido inglês?

Obviamente que não é fácil. Quando revisitamos (à partir de uma nova consciência) as situações passadas que ajudaram a construir o nosso momento presente, “corremos o risco” de perceber as nossas responsabilidades pelo que somos e vivemos hoje e isso pode ser um pouco angustiante e doloroso…

Mas, a boa notícia é que, segundo o teólogo Leonardo Boff, “(…) são as angústias que nos tiram da inércia, nos fazem pensar, ler, conversar, discutir e buscar novos caminhos (…)“. Através dessa nova leitura de nós mesmos, podemos regar novas oportunidades com algumas lágrimas e colher frutos recompensadores mais adiante.

Que tal começar essa ressignificação do seu ser através de questionamento sobre seu trabalho? Sobre sua profissão? Sobre sua motivação em acordar pela manhã? Sobre seu propósitos?

Por isso, não importa qual a sua profissão, seu nível de escolaridade, o cargo que você ocupa ou a área em que você está atuando. O que importa, nesse exato momento, é você fazer uma pausa para uma reflexão sobre o que você está fazendo agora e se perguntar: “O que preciso começar a mudar agora, pra poder fazer tudo aquilo que REALMENTE amo?“.

E, então, com a disposição de quem realmente quer fazer o que ama e disposto a fazer os sacrifícios necessários para obter os resultados desejados, pode ter certeza que apenas um punhado de tempo, separa você da sua nova realidade.

Essa condição de vítima do outro ou das situações passadas, tende a nos manter em um buraco cada vez mais profundo, se não voltamos para ressignificar essa condição.

Para retomar as rédeas da nossa vida, precisamos revisitar esses momentos e atribuir novos significados a esses acontecimentos através da mudança de nossa visão de mundo.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

#Vídeo

Mais da metade dos Millennials (Geração Y ou seja lá qual termo você preferir) planeja ter seu próprio negócio.

Não é por acaso que esses jovens hiperconectados estão dando o que falar no mercado de trabalho: é graças a eles que estamos vendo uma verdadeira revolução no mundo empresarial.

Se você ainda não assistiu ao vídeo All Work and All Play, faça esse favor à sua vida…

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Os 4 pontos fundamentais para alcançar a excelência

Quando se trata de alcançar bons resultados na comunicação de uma marca, empresa, produto ou serviço, não há outro caminho, senão o caminho da excelência.

Segundo a etimologia da palavra, excelência vem do latim excellentĭa,ae (grandeza, elevação, excelência, superioridade), de excellĕre (elevar, erguer, levantar ao alto, elevar-se acima de, ser superior, sobrepujar).

O substantivo (nome) excelência significa “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior”.

Quem não se destaca positivamente através da sua comunicação, termina sendo preterido em relação ao concorrente.

O que não significa, obviamente, que SOMENTE uma boa comunicação vai resolver.

A marca (bem como uma empresa, produto ou serviço), deve ter seus diferenciais claros, pois, se a comunicação for bem feita, vai fazer com que as pessoas tenham acesso a essa marca e isso pode ser excelente, caso a marca seja realmente boa, mas, também pode ser bem ruim, se a marca não for nada daquilo que está sendo comunicado.

Partindo do pressuposto que a marca da sua empresa (ou a marca da empresa para a qual você trabalha) tem qualidade suficiente para estar no mercado, como fazer para alcançar a excelência na comunicação?

1. Estar preparado (foco na atualização do conhecimento e na informação)

Segundo Steven Jonhson, no livro De Onde Vêem as Boas Ideias:

(…) ocorreu algo milagroso, maravilhoso nos últimos 15 anos, temos tantas novas formas de nos conectar e tantas novas formas de buscar e encontrar novas pessoas que possuem aquela peça que faltava pra completar a ideia com que estávamos trabalhando. Ou de nos deparar por acaso com alguma informação nova e incrível que podemos usar para desenvolver ou melhorar as nossas próprias ideias.

Ou seja: Quanto mais nós lemos, assistimos vídeos produtivos, ouvimos falar de coisas interessantes, convivemos com pessoas inteligentes e nos informamos, maior é a nossa capacidade de ter boas ideias.

Precisamos de informação, colaboração e ambientes que permitam a criatividade e a mistura de ideias pra gerar inovação.

2. Usar as ferramentas corretas (foco nos meios adequados e no desenvolvimento de habilidades)

Arquimedes disse, certa feita:

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.

Se você trabalha com comunicação, não existe a menor possibilidade de você deixar de lado ferramentas poderosíssimas como as Mídias Sociais Online.

Por quê? Vamos aos números, somente das Redes Sociais Online de Mark Zuckerberg:

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E olhe que nem falamos do Google e toda sua gigantesca rede de produtos e serviços, nem de outras redes como o Linkedin, Twitter, Periscope, do SnapChat, do Tumblr…

Temos que conhecer cada Rede Social Online, saber para que serve cada uma delas, qual o público que as utiliza e o que diferencia cada uma delas. Quanto mais conhecermos as ferramentas, mais preparados estaremos para usá-las.

3. Fazer bem feito (foco no resultado e, ao mesmo tempo, na satisfação pessoal)

Conhecer as ferramentas é fundamental. PONTO.

Porém, é importantíssimo não só conhecer cada Rede Social Online, mas também, aprender a utilizá-las como Mídias Sociais, da maneira mais adequada, criativa e eficiente possível.

Uma boa comunicação, gera RESULTADOS POSITIVOS para a marca e isso é inquestionável. Mas, nem sempre algo que parece ser positivo quantitativamente, significa um bom resultado.

Quer um exemplo? Aumentar o número de curtidores de uma página no Facebook, à princípio, pode parecer um bom resultado.

Mas, se esse número vier de uma promoção que coloque um produto de alto valor agregado por um preço ridiculamente baixo, pode atrair pessoas que não entendem a cultura da marca e gerar uma onda de insatisfação pelos “altos preços praticados” após a promoção.

A questão “Aumento de Fãs x Engajamento” vale a pena ser pesquisada no Google, pois, vai complementar o assunto abordado neste tópico.

E lembre-se de uma questão fundamental, o resultado deve ser positivo para o cliente e, principalmente, pra você. Se você ama o que faz, vai vibrar com cada resultado positivo alcançado!

4. Aguçar a percepção (foco na consciência além do trabalho).

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Fonte: http://www.pedrocordier.com/2011/05/15/bem-vindos-a-era-da-conectividade/

Estamos em plena Era da Conectividade.

Uma Era onde a informação deixou de ser diferencial (uma vez que agora todos tem acesso a ela) e passou a ser fundamental.

Mas, junto com a abundância da informação, vem a importância de discernir entre as fontes e de interpretar seus significados com um olhar que vai além dos sentidos…

Junto com a informação e o conhecimento, precisamos abrir a mente para entender essa nova realidade conectada e desenvolver uma nova consciência mercadológica.

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

Como criar uma empresa de transporte sem possuir nenhum carro (UBER) ou uma empresa de hospedagem sem nenhum quarto (AIR BNB) ou até uma locadora sem prateleira (NETFLIX).

A economia colaborativa deixou de ser uma tendência e passou a ser uma realidade que veio para ficar… E transformar as relações de consumo que estamos habituados a ver e participar.

Ano passado, cerca de 80% das reservas de hospedagem foram feitas com serviços como o Airbnb e não com o próprio setor hoteleiro.

O Uber balançou a indústria de táxis e vem gerando protestos e tentativas de proibições por todo o mundo. Os taxistas se recusaram a se transformar e agora estão sofrendo com a sua própria inércia.

Qualquer semelhança com o que aconteceu com os donos de cavalos quando Ford criou a linha de produção e começou a fabricar automóveis em série, por volta da década de 1920, NÃO é mera coincidência.

E as locadoras de DVD (lembram delas?) não entenderam, nem aceitaram, as mudanças e foram engolidas pelos serviços de filmes digitais e de streaming.

Temos que nos adaptar para sobreviver e, mais ainda, precisamos estudar, entender e aprimorar essa nova maneira de fazer negócios.

Assim, passaremos a ser agentes transformadores e até lideranças desse novo momento de mudanças culturais, mercadológicas, sociais, políticas, tecnológicas e comportamentais.

O exemplo desses novos negócios compartilhados serão replicados nas demais áreas da economia, a começar pela alimentação. Serão? Será que aplicativos como o iFood, por exemplo, já não têem essa visão de economia compartilhada?

Se queremos entender, participar e até inovar dentro dessa nova maneira de fazer negócios precisamos ter a visão de usar os smartphones e tablets como ferramentas de simplificação.

Capazes de se travestir ao mesmo tempo, de GPS, câmera, cartão de crédito, gerador de mensagens ou de meio de compartilhamento com as mídias sociais, entre outras funções em toda e qualquer área de atuação existente.

Estima-se que em 2017 mais de três bilhões de pessoas do planeta terão um smartphone.

Hoje, no Brasil, esse número já passa de 70 milhões de unidades…

Apesar de tanto se falar em crise, temos que ampliar a nossa capacidade e a nossa criatividade para buscar saídas.

Enquanto uns estão engrossando o coro dos que se queixam, tem muita gente do outro lado, usando a criatividade para ganhar dinheiro em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo.

E você? Independente da posição em que se encontra hoje, de que lado você quer estar amanhã?

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

8 ideias de negócios criativos que foram sucesso em 2014

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Quem pratica o empreendedorismo não enxerga obstáculo para implementar ideias criativas ou ações inovadoras.

Conheçam oito histórias de sucesso que foram destaque em 2014:

1. O especialista em TI de apenas 6 anos

O pequeno paquistanês, morador de Conventry (Inglaterra), iniciou no mundo da computação por influência de seu pai (o consultor de TI. Assim Qureshi), com apenas 3 anos de idade.

Na época, o menino se distraía buscando entender como funcionavam os drives e placas-mãe dos velhos computadores de casa.

2. Publicitárias trocam seus empregos por uma ideia online inusitada

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A publicitária Stefany Guimarães, de 25 anos, pediu demissão para se dedicar com exclusividade ao projeto “Cansei de ser gato”.

Ela e Amanda Nori, 26 anos, largaram seus empregos para apostar no projeto que mostra o gato Chico com diversas fantasias – de Arquiteto a Mario Bross, passando por pisca-pisca e Aladdin. Em 1 ano 5 meses, já são mais de 307 mil likes na página do Facebook e 70 mil no Instagram.

3. Empresário e jornalista colocam o São João na palma da mão

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De olho no potencial do mercado em torno do São João e do forró, o empresário Pedro Cordier e o jornalista Gabriel Carvalho resolveram apostar na marca São João na Bahia e desenvolveram um conjunto de meios de comunicação (site, Facebook, Google+ e Instagram) para suprir a falta de um local que concentre as informações relativas à festa durante todo o ano. Em menos de 3 meses, projeto gerou mais de 2 milhões de page views.

4. Comediante conta piadas na rua e de graça

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Sabe aquele suco congelado em saquinho que desperta memórias de infância? Em São Paulo, o sorvete refrescante ganhou status gourmet e protagoniza um exemplo de empreendedorismo.

5. iOstentação

Pra quem quer “tirar onda” na balada, mas não tem um iPhone, basta procurar o Marco Aurélio Constantine, um editor de vídeo de Natal (RN) que aluga seus aparelhos de iPhone por 24h.

6. Cliques por árvores

Você pode nunca ter pensado nisso, mas a internet também é uma grande poluidora do meio ambiente. Por isso, a empresa GreenClick promete que a cada 120 mil páginas vistas em uma loja virtual, ela planta uma árvore. E dá ao cliente o direito de exibir um selo dizendo que o negócio é sustentável.

7. Jovem transforma R$ 20 em R$ 9 mil vendendo brigadeiro

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João Ricci (árbitro de basquete) queria viajar para assistir a um campeonato na Europa, mas não tinha dinheiro, então, resolveu fazer brigadeiros e vendê-los nas ruas. Começou com R$ 20 e, em apenas 3 meses, já tinha juntado R$ 9 mil.

8. Jornalista transforma garagem em um pequeno sebo

Ricardo Lombardi, jornalista morador de São Paulo, construiu uma carreira bem sucedida. Foi diretor do Yahoo! e trabalhou na Editora Abril. Mas Lombardi, trocou tudo por uma ideia, que iria acabar com aquela sensação incômoda que o fez questionar algumas de suas escolhas.

 

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