Categoria: Dicas de Pedro Cordier

Os dez Mandamentos para uma relação sem mimimi

[ ] PRIMEIRO MANDAMENTO: Não perguntarás mais de três vezes a mesma coisa em menos de 30 segundos, principalmente, num tom de voz demonstrando ansiedade pela resposta.

[ ] SEGUNDO MANDAMENTO: Não usarás de subterfúgios como “hein?”, “responda” ou “fale” para burlar o primeiro mandamento.

[ ] TERCEIRO MANDAMENTO: Ao perguntar “como foi seu dia?”, se contentar com a resposta “foi tudo bem”, sem ter um ataque de tiques nervosos. Se o dia foi bom ou ruim e a pessoa quiser falar, ela irá falar, naturalmente.

[ ] QUARTO MANDAMENTO: Saberás a diferença entre alguém querer ficar sozinho no momento e a pessoa “não te amar”, “não te considerar” ou “nunca mais querer ficar com você”. Se não consegues ficar a sós consigo, quem haverá de conseguir?

[ ] QUINTO MANDAMENTO: Ao invés de ficar tentando chamar a atenção com frases como “preste atenção”, “tá ouvindo” e “olhe pra mim”, simplesmente, SEJA INTERESSANTE. E lembrai que existem outros sentidos para se comunicar.

[ ] SEXTO MANDAMENTO: Deixarás saudades todos os dias. Não sufocarás a pessoa com quantidade excessiva de perfume, pedidos de atenção, dezenas de mensagens no WhatsApp, comentários em todas as postagens e coisas do gênero.

[ ] SÉTIMO MANDAMENTO: Terás vida própria. Sairás com seus amigos, tirarás um tempo pra ler, ficarás alguns momentos a sós consigo e aprenderás sobre a sua própria companhia.

[ ] OITAVO MANDAMENTO: Cuidarás da sua essência. Entenderás a diferença entre amor e apego. Entre estar junto e depender do outro. Cuidarás do seu corpo, da sua mente, do seu espírito e valorizarás seu tempo de vida para, um dia, poder compartilhar com o outro, sem a necessidade do outro para viver. Aos poucos compreenderás que trazer novidades é fortalecer e revitalizar a relação.

[ ] NONO MANDAMENTO: Entenderás um “não quero fazer algo” como algo momentâneo, relacionado ao assunto tratado. Ter sempre um plano B, que se torne A, de verdade, e que lhe preserve a independência, a liberdade e a sua integridade. Expectativa causa frustração e, em excesso, depressão.

[ ] DÉCIMO MANDAMENTO: Saberás distinguir “estar gostando de alguém” de “estar carente”, “estar precisando” e, principalmente, de estar “sem opção e, por isso, se contentando com o que achou”. Valoriza a ti mesmo!!!!

[Pedro Cordier]

Os 4 pontos fundamentais para alcançar a excelência

Quando se trata de alcançar bons resultados na comunicação de uma marca, empresa, produto ou serviço, não há outro caminho, senão o caminho da excelência.

Segundo a etimologia da palavra, excelência vem do latim excellentĭa,ae (grandeza, elevação, excelência, superioridade), de excellĕre (elevar, erguer, levantar ao alto, elevar-se acima de, ser superior, sobrepujar).

O substantivo (nome) excelência significa “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior”.

Quem não se destaca positivamente através da sua comunicação, termina sendo preterido em relação ao concorrente.

O que não significa, obviamente, que SOMENTE uma boa comunicação vai resolver.

A marca (bem como uma empresa, produto ou serviço), deve ter seus diferenciais claros, pois, se a comunicação for bem feita, vai fazer com que as pessoas tenham acesso a essa marca e isso pode ser excelente, caso a marca seja realmente boa, mas, também pode ser bem ruim, se a marca não for nada daquilo que está sendo comunicado.

Partindo do pressuposto que a marca da sua empresa (ou a marca da empresa para a qual você trabalha) tem qualidade suficiente para estar no mercado, como fazer para alcançar a excelência na comunicação?

1. Estar preparado (foco na atualização do conhecimento e na informação)

Segundo Steven Jonhson, no livro De Onde Vêem as Boas Ideias:

(…) ocorreu algo milagroso, maravilhoso nos últimos 15 anos, temos tantas novas formas de nos conectar e tantas novas formas de buscar e encontrar novas pessoas que possuem aquela peça que faltava pra completar a ideia com que estávamos trabalhando. Ou de nos deparar por acaso com alguma informação nova e incrível que podemos usar para desenvolver ou melhorar as nossas próprias ideias.

Ou seja: Quanto mais nós lemos, assistimos vídeos produtivos, ouvimos falar de coisas interessantes, convivemos com pessoas inteligentes e nos informamos, maior é a nossa capacidade de ter boas ideias.

Precisamos de informação, colaboração e ambientes que permitam a criatividade e a mistura de ideias pra gerar inovação.

2. Usar as ferramentas corretas (foco nos meios adequados e no desenvolvimento de habilidades)

Arquimedes disse, certa feita:

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.

Se você trabalha com comunicação, não existe a menor possibilidade de você deixar de lado ferramentas poderosíssimas como as Mídias Sociais Online.

Por quê? Vamos aos números, somente das Redes Sociais Online de Mark Zuckerberg:

numero-de-usuarios-redes-sociais-outubro-2015

E olhe que nem falamos do Google e toda sua gigantesca rede de produtos e serviços, nem de outras redes como o Linkedin, Twitter, Periscope, do SnapChat, do Tumblr…

Temos que conhecer cada Rede Social Online, saber para que serve cada uma delas, qual o público que as utiliza e o que diferencia cada uma delas. Quanto mais conhecermos as ferramentas, mais preparados estaremos para usá-las.

3. Fazer bem feito (foco no resultado e, ao mesmo tempo, na satisfação pessoal)

Conhecer as ferramentas é fundamental. PONTO.

Porém, é importantíssimo não só conhecer cada Rede Social Online, mas também, aprender a utilizá-las como Mídias Sociais, da maneira mais adequada, criativa e eficiente possível.

Uma boa comunicação, gera RESULTADOS POSITIVOS para a marca e isso é inquestionável. Mas, nem sempre algo que parece ser positivo quantitativamente, significa um bom resultado.

Quer um exemplo? Aumentar o número de curtidores de uma página no Facebook, à princípio, pode parecer um bom resultado.

Mas, se esse número vier de uma promoção que coloque um produto de alto valor agregado por um preço ridiculamente baixo, pode atrair pessoas que não entendem a cultura da marca e gerar uma onda de insatisfação pelos “altos preços praticados” após a promoção.

A questão “Aumento de Fãs x Engajamento” vale a pena ser pesquisada no Google, pois, vai complementar o assunto abordado neste tópico.

E lembre-se de uma questão fundamental, o resultado deve ser positivo para o cliente e, principalmente, pra você. Se você ama o que faz, vai vibrar com cada resultado positivo alcançado!

4. Aguçar a percepção (foco na consciência além do trabalho).

evolucao-desenvolvimento-da-sociedade-pedro-cordier

Fonte: http://www.pedrocordier.com/2011/05/15/bem-vindos-a-era-da-conectividade/

Estamos em plena Era da Conectividade.

Uma Era onde a informação deixou de ser diferencial (uma vez que agora todos tem acesso a ela) e passou a ser fundamental.

Mas, junto com a abundância da informação, vem a importância de discernir entre as fontes e de interpretar seus significados com um olhar que vai além dos sentidos…

Junto com a informação e o conhecimento, precisamos abrir a mente para entender essa nova realidade conectada e desenvolver uma nova consciência mercadológica.

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

Como criar uma empresa de transporte sem possuir nenhum carro (UBER) ou uma empresa de hospedagem sem nenhum quarto (AIR BNB) ou até uma locadora sem prateleira (NETFLIX).

A economia colaborativa deixou de ser uma tendência e passou a ser uma realidade que veio para ficar… E transformar as relações de consumo que estamos habituados a ver e participar.

Ano passado, cerca de 80% das reservas de hospedagem foram feitas com serviços como o Airbnb e não com o próprio setor hoteleiro.

O Uber balançou a indústria de táxis e vem gerando protestos e tentativas de proibições por todo o mundo. Os taxistas se recusaram a se transformar e agora estão sofrendo com a sua própria inércia.

Qualquer semelhança com o que aconteceu com os donos de cavalos quando Ford criou a linha de produção e começou a fabricar automóveis em série, por volta da década de 1920, NÃO é mera coincidência.

E as locadoras de DVD (lembram delas?) não entenderam, nem aceitaram, as mudanças e foram engolidas pelos serviços de filmes digitais e de streaming.

Temos que nos adaptar para sobreviver e, mais ainda, precisamos estudar, entender e aprimorar essa nova maneira de fazer negócios.

Assim, passaremos a ser agentes transformadores e até lideranças desse novo momento de mudanças culturais, mercadológicas, sociais, políticas, tecnológicas e comportamentais.

O exemplo desses novos negócios compartilhados serão replicados nas demais áreas da economia, a começar pela alimentação. Serão? Será que aplicativos como o iFood, por exemplo, já não têem essa visão de economia compartilhada?

Se queremos entender, participar e até inovar dentro dessa nova maneira de fazer negócios precisamos ter a visão de usar os smartphones e tablets como ferramentas de simplificação.

Capazes de se travestir ao mesmo tempo, de GPS, câmera, cartão de crédito, gerador de mensagens ou de meio de compartilhamento com as mídias sociais, entre outras funções em toda e qualquer área de atuação existente.

Estima-se que em 2017 mais de três bilhões de pessoas do planeta terão um smartphone.

Hoje, no Brasil, esse número já passa de 70 milhões de unidades…

Apesar de tanto se falar em crise, temos que ampliar a nossa capacidade e a nossa criatividade para buscar saídas.

Enquanto uns estão engrossando o coro dos que se queixam, tem muita gente do outro lado, usando a criatividade para ganhar dinheiro em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo.

E você? Independente da posição em que se encontra hoje, de que lado você quer estar amanhã?

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

© 2017 - TV Aratu - Todos Direitos Reservados
Rua Pedro Gama, 31, Federação. Tel: 71 3339-8088 - Salvador - BA