Categoria: Artigo Pedro Cordier

As 22 regras do storytelling segundo a Pixar

As 22 regras do storytelling segundo a Pixar

O site io9 publicou uma lista com essas dicas valiosas (em inglês) de um dos maiores estúdios contadores de histórias do mundo e eu traduzi aqui pra vocês.

Que bacana! Mas, espere aí… O que é Storytelling, mesmo?

Segundo o professor Bruno Scartozzoni, “Storytelling é um conjunto de técnicas de comunicação que consistem, basicamente, em organizar fatos em uma determinada sequência que, por vários motivos, da neurologia à antropologia, capturam a atenção do público de uma maneira especial e, por isso, transmitem conhecimento de uma forma mais natural e assertiva.

Essa sequência, na essência, envolve uma pessoa (protagonista) enfrentando desafios (conflito) para atingir um objetivo que mudará sua vida.

Definindo Storytelling

A palavra Storytelling nasceu da união de duas palavras: story (história) e telling (contando).

É uma técnica de trocar experiências com o público, usando a história da marca, do produto, da empresa, com foco na satisfação da necessidade e da expectativa do cliente.

Pra entender melhor o conceito de storytelling

Primeiro, precisamos ter sabedoria para escutar e entender o público (audiência).
Em seguida, devemos aprender mais sobre a marca em questão e descobrir qual é a sua trajetória de mercado, ou seja, conhecer sobre como a sua história foi contada até o momento. Só então, começamos a elaborar a estratégia de Storytelling adequada.

Para que a técnica dê resultados, a história deve ser recheada de elementos interessantes e que emocionem a audiência.

A identificação do público com a história que está sendo contada é essencial para o sucesso da campanha.

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Agora que entendemos um pouquinho dos conceitos básicos sobre o assunto, vamos aprender e compartilhar essas 22 dicas sobre Storytelling?

# 1: Você admira um personagem mais para escrever sobre ele do que pelo seu sucesso;

# 2: Você precisa ter em mente o que é interessante, como se você fizesse parte da audiência, não somente o que é divertido fazer como escritor. As duas coisas podem, inclusive, ser diferentes;

# 3: Definir o tema é importante, mas você só vai descobrir do que, realmente, se trata a história, quando você terminar de escrever. Depois, reescreva o quanto for necessário;

# 4:
Era uma vez um/ houve uma ___.
Todo dia, ___________________.
Um dia ____________________.
Por causa disso, _____________.
Por causa disso, _____________.
Até que finalmente ___________.

# 5: Simplifique. Tenha foco. Combine personagens. Não desvie do personagem e da história principal. Você vai sentir como se estivesse perdendo coisas valiosas, mas vai se sentir mais livre;

# 6: O que é que o seu personagem tem de bom? O que o deixa confortável? Jogue o oposto para eles. Seu objetivo aqui é desafiá-los. Como eles vão lidar com essas situações desafiadoras?

# 7: Crie o final da história antes mesmo de descobrir como será o meio. Muito sério isso. Bons finais são difíceis de escrever. Esteja com esse passo do trabalho à frente;

# 8: Termine a sua história e pronto. Mesmo que ela não esteja “perfeita”. Em um mundo ideal você tem a possibilidade de ter os dois, mas, no mundo real, siga em frente. Você fará melhor da próxima vez;

# 9: Quando você estiver empacado em alguma parte do roteiro, faça uma lista do que não vai acontecer em seguida. Muitas vezes, o material para você voltar a decolar vai aparecer daí;

# 10: Separe as histórias que você gosta. O que você gosta nelas é uma parte de você; você tem que identificar essas características e se reconhecer nelas, antes de usar;

# 11: Colocar as ideias no papel (ou na tela) permite que você comece a corrigi-las. Se elas permanecem em sua cabeça, se você fica buscando a ideia perfeita, você nunca vai compartilhar uma história com ninguém;

# 12: Esqueça a primeira coisa que vem à sua mente. E também a segunda, terceira, quarta, quinta – não tenha medo de tirar o óbvio do caminho. Surpreenda-se;

# 13: Dê opiniões a seus personagens. A passividade e a maleabilidade pode parecer agradável para você ao escrever, mas é um veneno para o público;

# 14: Por que você precisa contar essa história? Qual é a chama que queima dentro de você e que alimenta sua história? Este é o coração dela;

# 15: Se você fosse o seu personagem e se encontrasse em determinada situação, como você se sentiria? Honestidade dá credibilidade às situações inacreditáveis;

# 16: Quais são os riscos? Dê boas razões para o público torcer para o seu personagem. O que acontece se ele fracassar? Leve em conta e enumere as probabilidades que possam agir contra o sucesso;

# 17: Nenhum trabalho é desperdiçado. Se algo não está funcionando, guarde esse material e siga em frente – ele pode ser útil adiante;

# 18: Você tem que conhecer a si mesmo. É importante saber a diferença entre fazer o seu melhor e querer chamar a atenção. Histórias são para serem testadas, não para serem refinadas;

# 19: Coincidências que coloquem seus personagens em apuros são excelentes; já as coincidências que os tirem de lá, são trapaças;

# 20: Exercício: Divida um filme (uma história) que você não gosta, em blocos. Como você pode reorganizá-los e/ou reconstrui-los para que você passe a ter um filme que você venha a gostar?

# 21: Você tem que se identificar com as características e as situações dos seus personagens. Não pode, simplesmente, olhar o que você escreveu e pensar: “é… tá legal…” e seguir adiante. Como você agiria naquelas situações? Da mesma forma que eles?

# 22: Qual é a essência da sua história? Como eu posso contá-la da forma mais resumida? Se você souber essa resposta, pode construir a sua história à partir daí.

Espero que tenham curtido. Qualquer dúvida, entrem em contato pelos comentários, Facebook do Blog ou pelas minhas redes sociais.

Forte abraço,

Pedro Cordier.

O mundo clama por equilíbrio

O mundo clama por equilíbrio…

O mundo está árido por falta de transbordamento de amor.

A sociedade está ficando míope por não olhar o próximo.

As relações pessoais estão fragilizadas por falta de alteridade e liberdade.

As relações profissionais estão deterioradas por falta de propósito e consciência…

O ódio, a intolerância, “as verdades absolutas”, a ignorância e o medo de aprender, mudar e crescer, estão estagnando a nossa evolução…

Parafraseando Shakespeare, “É uma infelicidade da época, que os EXTREMISTAS guiem os cegos”…

O amor viceja. Ao preencher o nosso coração com amor, cada pensamento, cada atitude, será um transbordamento desse sentimento…

Olhar para o próximo nos traz foco. Fazer pelo outro alimenta nossa alma e nos aproxima da mais profunda e pura felicidade…

Alteridade e liberdade estreitam os laços fortes. Entender que as necessidades e desejos são diferentes para cada um, nos ajuda a respeitar o outro. Deixemos o sujeito ser…

Propósito constrói negócios verdadeiros. Existe algo além do dinheiro. A possibilidade de agregar valor e entregar resultados que sejam éticos e sustentáveis, transformam negócios pontuais em parcerias duradouras…

É tempo de reflexão. É tempo de exercitar a dialética. É tempo de crescimento…

Praticar a escuta ativa, estudar vários pensamentos (ainda que antagônicos) e, principalmente, respeitar o direito do outro se expressar com liberdade (e bom senso), desenvolve, aprimora nosso senso crítico…

“(…) as distorções de pensamentos servem à reprodutibilidade da burrice e ao vazio do pensamento e da linguagem, principal ferramenta de conciliação e reflexão humana e que tem sido usada para distribuição de violência (…)

(Márcia Tiburi, filósofa)

Quando não usamos o bom senso, quando não questionamos as frases prontas, os pensamentos de prateleira e as citações vazias, nos deixamos levar como gados. Deixamos de agir como indivíduos e passamos a fazer parte de uma manada estéril…

Comecemos agora essa mudança com alguns questionamentos…

O que nos faz, verdadeiramente, felizes?

O que melhora o nosso dia?

Em que podemos contribuir para que a vida do próximo seja mais leve?

O que eu aprendi hoje?

Todo dia é dia de refletir, aprender e mudar para melhor…

O aprendizado nos mantém vivos.

O amor dá sentido à nossas vidas…

Existem escolhas além dos dois opostos…

Além do cartesiano, do Newtoniano, da bipolaridade dos extremos… Existem infinitas possibilidades de ser feliz.

Quando não usamos o bom senso, quando não questionamos as frases prontas, os pensamentos de prateleira e as citações vazias, nos deixamos levar como gados. Deixamos de agir como indivíduos e passamos a fazer parte de uma manada estéril…

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

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#NãoVaiTerÓdio

Discussões vazias e recheadas de ódio assolam as timelines e cada canto de nosso país. Ataques gratuitos, rótulos pejorativos, agressões sem sentido…

O que estamos vendo nas redes e nas ruas é preocupante.

Sinto como se a baixa energia que circula no sórdido meio político estivesse inundando lares e mentes…

Paremos por um segundo para refletir: Em que essa propagação de xingamentos e acusações vai contribuir para mudar o que estamos passando no Brasil?

“Mas a ambição do homem é tão grande que, para satisfazer uma vontade presente, não pensa no mal que daí a algum tempo pode resultar dela.” (Maquiavel)

Esse caos generalizado só favorece a possibilidade de manobra. Quanto mais somos enquadrados, rotulados como “petralhas” e “coxinhas”, mais fácil de sermos conduzidos a pensar que só existem dois lados (da mesma moeda, que fique bem claro).

Existem inúmeras, infinitas possibilidades de se fazer política digna, de se criar negócios baseados no compartilhamento e na colaboração, de ajudar o outro a sair da condição de vulnerabilidade social, de se viver em paz com a diferença de pensamentos…

Opiniões diferentes nos fazem enxergar a vida por novos ângulos e isso pode nos levar ao aprimoramento de nossa visão de mundo. Isso é aprendizado. Isso traz a evolução…

Divergência política não torna o outro menos digno de nosso amor, carinho e respeito.

Que tal sugerir soluções? Que tal pensar em ideias para consertar os problemas?

Porque não podemos juntar pensamentos divergentes para gerar ideias mais consistentes? Basta que tenhamos objetivos em comum!

Objetivos em comum, foco no outro e vontade de solucionar os problemas é o que transborda na solidariedade e o que falta na política partidária.

No cenário político brasileiro não há interesse verdadeiro NO OUTRO (no povo, em nós). O que existem são políticos interesseiros, que legislam em causa própria ou em troca de cargos, favores e dinheiro. Muito dinheiro!!!

Focar no problema é um erro. Brigarmos entre nós não vai resolver nada. Disseminar o ódio só agrava a situação.

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Estamos contribuindo para que todos os lugares do Brasil se tornem uma Câmara dos Deputados, um Palácio do Planalto, um Senado Federal e toda a podridão que esses antros representam hoje…

Focar em soluções nos deixa mais cheios de energia positiva e, consequentemente, aptos a enxergar melhor.

Sejamos a favor da liberdade de expressão, da dialética, da troca de ideias.

Reforcemos os valores morais e éticos e os comportamentos que representem esses valores.

Façamos a nossa parte, enquanto cidadãos, enquanto seres humanos e elevemos a nossa energia com pequenos gestos de amor, de solidariedade, de ética…

Não falo de utopias, falo de atitudes simples que vão desde um bom dia ao porteiro a não aceitar troco a mais.

Ao praticar, diariamente, esse modo de agir, perceberemos o quanto pequenos detalhes fazem grande diferença nos resultados.

Se não fizermos parte da solução, estaremos fazendo parte do problema.

Por isso, independente dos próximos capítulos, que tal semear energia positiva, ideia construtivas, tolerância, respeito e dignidade nas ruas e nas redes?

#NãoVaiTerÓdio

UPDATE em 18/04/2016 às 11:50h

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(…) O meu voto é pra dizer que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com a sua gestão (…)

Deputada Raquel Nunes, no seu discurso de ontem, ao votar SIM pelo Impeachment…

Eu já tinha escutado dizer que “a justiça tarda, mas, não falha“, mas, isso foi incrível…

Por isso é que eu digo: Ontem foi um dia maravilhoso.

Sabem porquê? Por causa da exposição dos ratos!!! Ratos dizendo SIM. Ratos dizendo NÃO… RATOS!!!

Dos 513 deputados, 299 têm ocorrências judiciais; 76 já foram condenados.

Com muito esforço e boa vontade, acho que não consegui contar 30 deputados (independente de seus partidos) que me fizessem sentir bem representado. Isso dá menos de 6% de representatividade…

Essa cobertura midiática expôs o despreparo dos políticos, a podridão dos partidos políticos e a demência do Congresso Nacional e isso embrulhou o estômago de muita gente…

Mexeu tanto que desencantou milhares de “coxinhas” e “petralhas“, igualmente… Ambos os lados se sentiram enojados, envergonhados de terem sido rotulados por tanto tempo e por defender gente tão espúria…

Sinto que podemos canalizar esse momento de vergonha alheia para unir as pessoas em torno de uma energia COMPLETAMENTE diferente do que a que vimos ontem…

#PorUmDespertarDaConsciência
#PorUmaEnergiaPositiva
#PelaTolerância
#PelaLiberdadeDeExpressão
#PorObjetivosEmComum
#PelaNãoViolência
#PeloEquilíbrio
#‎NãoVaiTerÓdio

Vejam o vídeo do voto da deputada, representante dos paladinos da justiça, da moral e dos bons costumes #‎SQN, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=b1NBPjprCkQ

Veja a matéria sobre o marido da deputada, preso: http://oglobo.globo.com/…/marido-de-deputada-que-votou-pelo…

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Estou fazendo algo que REALMENTE amo?

O que você está fazendo agora?

Não importa qual a sua profissão, seu nível de escolaridade, o cargo que você ocupa ou a área em que você está atuando. O que importa, nesse exato momento, é você fazer uma pausa para uma reflexão sobre o que você está fazendo agora e se perguntar: “Estou fazendo algo que REALMENTE amo?

Se a sua resposta for um profundo silêncio, uma cabeça baixa, um suspiro ou qualquer outro indício de que você não esteja fazendo algo que realmente ame, isso significa que é hora de tomar consciência da situação e, consequentemente, “tomar de volta as rédeas da sua vida“…

Aqui temos um ponto importante para discutirmos. “Tomar de volta as rédeas da sua vida” pode ser uma excelente oportunidade de utilizar a nossa caixinha de desculpas infinitas e imputar a culpa da vida que levamos à terceiros, de quaisquer tipos: nossos pais, o atual chefe, nossa primeira desilusão amorosa, o tempo chuvoso, a dor no joelho, os quilos a mais ou a menos, a professora do primário, o signo…

Na verdade, essa expressão foi utilizada, propositadamente, com o objetivo de alertar para o fato que NINGUÉM TOMA as rédeas de nossas mãos, nós é que as entregamos pelos mais diversos motivos. Da ignorância à inoperância. Da preguiça à negligência. Do comodismo à falta de amor próprio. Da indolência à incoerência…

Sempre que olhamos para trás, podemos achar uma “boa desculpa” para justificar nossa morosidade em tomar atitudes para mudar uma situação adversa. E assim continuamos a perpetuar nossa atual condição para o próximo dia, para a próxima semana, para o próximo ano…

E, o que é “melhor“, sem a sensação de responsabilidade pela atual condição, pois, a “culpa” de você não saber inglês é do seus pais que não te colocaram num curso de idiomas quando você tinha doze anos. A “culpa” de você não tocar violão é da falta de tempo, afinal, nesses 20, 30, 40, 50, 60 anos de vida, que par de horas ociosas você teve para dedicar a esse aprendizado, não é mesmo?

Essa condição de vítima do outro ou das situações passadas, tende a nos manter em um buraco cada vez mais profundo, se não voltamos para ressignificar essa condição.

Para retomar as rédeas da nossa vida, precisamos revisitar esses momentos e atribuir novos significados a esses acontecimentos através da mudança de nossa visão de mundo.

É até entendível que o “eu de 1989”, realmente acredite que não saiba inglês porque não foi colocado em um curso de inglês pelos pais. Mas, será que o “eu de 2016“, com a atual consciência e percepção de mundo, voltando a essa visão de 1989, continue a pensar assim? Será que eu poderia ter aprendido inglês desde então e não tomei nenhuma atitude? Será mesmo que essa “culpa” merece continuar sendo imputada aos meus pais ou eu já tenho a consciência necessária para elaborar uma nova visão sobre isso e assumir a responsabilidade por ainda não ter aprendido inglês?

Obviamente que não é fácil. Quando revisitamos (à partir de uma nova consciência) as situações passadas que ajudaram a construir o nosso momento presente, “corremos o risco” de perceber as nossas responsabilidades pelo que somos e vivemos hoje e isso pode ser um pouco angustiante e doloroso…

Mas, a boa notícia é que, segundo o teólogo Leonardo Boff, “(…) são as angústias que nos tiram da inércia, nos fazem pensar, ler, conversar, discutir e buscar novos caminhos (…)“. Através dessa nova leitura de nós mesmos, podemos regar novas oportunidades com algumas lágrimas e colher frutos recompensadores mais adiante.

Que tal começar essa ressignificação do seu ser através de questionamento sobre seu trabalho? Sobre sua profissão? Sobre sua motivação em acordar pela manhã? Sobre seu propósitos?

Por isso, não importa qual a sua profissão, seu nível de escolaridade, o cargo que você ocupa ou a área em que você está atuando. O que importa, nesse exato momento, é você fazer uma pausa para uma reflexão sobre o que você está fazendo agora e se perguntar: “O que preciso começar a mudar agora, pra poder fazer tudo aquilo que REALMENTE amo?“.

E, então, com a disposição de quem realmente quer fazer o que ama e disposto a fazer os sacrifícios necessários para obter os resultados desejados, pode ter certeza que apenas um punhado de tempo, separa você da sua nova realidade.

Essa condição de vítima do outro ou das situações passadas, tende a nos manter em um buraco cada vez mais profundo, se não voltamos para ressignificar essa condição.

Para retomar as rédeas da nossa vida, precisamos revisitar esses momentos e atribuir novos significados a esses acontecimentos através da mudança de nossa visão de mundo.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

#Vídeo

Mais da metade dos Millennials (Geração Y ou seja lá qual termo você preferir) planeja ter seu próprio negócio.

Não é por acaso que esses jovens hiperconectados estão dando o que falar no mercado de trabalho: é graças a eles que estamos vendo uma verdadeira revolução no mundo empresarial.

Se você ainda não assistiu ao vídeo All Work and All Play, faça esse favor à sua vida…

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Os dez Mandamentos para uma relação sem mimimi

[ ] PRIMEIRO MANDAMENTO: Não perguntarás mais de três vezes a mesma coisa em menos de 30 segundos, principalmente, num tom de voz demonstrando ansiedade pela resposta.

[ ] SEGUNDO MANDAMENTO: Não usarás de subterfúgios como “hein?”, “responda” ou “fale” para burlar o primeiro mandamento.

[ ] TERCEIRO MANDAMENTO: Ao perguntar “como foi seu dia?”, se contentar com a resposta “foi tudo bem”, sem ter um ataque de tiques nervosos. Se o dia foi bom ou ruim e a pessoa quiser falar, ela irá falar, naturalmente.

[ ] QUARTO MANDAMENTO: Saberás a diferença entre alguém querer ficar sozinho no momento e a pessoa “não te amar”, “não te considerar” ou “nunca mais querer ficar com você”. Se não consegues ficar a sós consigo, quem haverá de conseguir?

[ ] QUINTO MANDAMENTO: Ao invés de ficar tentando chamar a atenção com frases como “preste atenção”, “tá ouvindo” e “olhe pra mim”, simplesmente, SEJA INTERESSANTE. E lembrai que existem outros sentidos para se comunicar.

[ ] SEXTO MANDAMENTO: Deixarás saudades todos os dias. Não sufocarás a pessoa com quantidade excessiva de perfume, pedidos de atenção, dezenas de mensagens no WhatsApp, comentários em todas as postagens e coisas do gênero.

[ ] SÉTIMO MANDAMENTO: Terás vida própria. Sairás com seus amigos, tirarás um tempo pra ler, ficarás alguns momentos a sós consigo e aprenderás sobre a sua própria companhia.

[ ] OITAVO MANDAMENTO: Cuidarás da sua essência. Entenderás a diferença entre amor e apego. Entre estar junto e depender do outro. Cuidarás do seu corpo, da sua mente, do seu espírito e valorizarás seu tempo de vida para, um dia, poder compartilhar com o outro, sem a necessidade do outro para viver. Aos poucos compreenderás que trazer novidades é fortalecer e revitalizar a relação.

[ ] NONO MANDAMENTO: Entenderás um “não quero fazer algo” como algo momentâneo, relacionado ao assunto tratado. Ter sempre um plano B, que se torne A, de verdade, e que lhe preserve a independência, a liberdade e a sua integridade. Expectativa causa frustração e, em excesso, depressão.

[ ] DÉCIMO MANDAMENTO: Saberás distinguir “estar gostando de alguém” de “estar carente”, “estar precisando” e, principalmente, de estar “sem opção e, por isso, se contentando com o que achou”. Valoriza a ti mesmo!!!!

[Pedro Cordier]

Os 4 pontos fundamentais para alcançar a excelência

Quando se trata de alcançar bons resultados na comunicação de uma marca, empresa, produto ou serviço, não há outro caminho, senão o caminho da excelência.

Segundo a etimologia da palavra, excelência vem do latim excellentĭa,ae (grandeza, elevação, excelência, superioridade), de excellĕre (elevar, erguer, levantar ao alto, elevar-se acima de, ser superior, sobrepujar).

O substantivo (nome) excelência significa “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior”.

Quem não se destaca positivamente através da sua comunicação, termina sendo preterido em relação ao concorrente.

O que não significa, obviamente, que SOMENTE uma boa comunicação vai resolver.

A marca (bem como uma empresa, produto ou serviço), deve ter seus diferenciais claros, pois, se a comunicação for bem feita, vai fazer com que as pessoas tenham acesso a essa marca e isso pode ser excelente, caso a marca seja realmente boa, mas, também pode ser bem ruim, se a marca não for nada daquilo que está sendo comunicado.

Partindo do pressuposto que a marca da sua empresa (ou a marca da empresa para a qual você trabalha) tem qualidade suficiente para estar no mercado, como fazer para alcançar a excelência na comunicação?

1. Estar preparado (foco na atualização do conhecimento e na informação)

Segundo Steven Jonhson, no livro De Onde Vêem as Boas Ideias:

(…) ocorreu algo milagroso, maravilhoso nos últimos 15 anos, temos tantas novas formas de nos conectar e tantas novas formas de buscar e encontrar novas pessoas que possuem aquela peça que faltava pra completar a ideia com que estávamos trabalhando. Ou de nos deparar por acaso com alguma informação nova e incrível que podemos usar para desenvolver ou melhorar as nossas próprias ideias.

Ou seja: Quanto mais nós lemos, assistimos vídeos produtivos, ouvimos falar de coisas interessantes, convivemos com pessoas inteligentes e nos informamos, maior é a nossa capacidade de ter boas ideias.

Precisamos de informação, colaboração e ambientes que permitam a criatividade e a mistura de ideias pra gerar inovação.

2. Usar as ferramentas corretas (foco nos meios adequados e no desenvolvimento de habilidades)

Arquimedes disse, certa feita:

Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo.

Se você trabalha com comunicação, não existe a menor possibilidade de você deixar de lado ferramentas poderosíssimas como as Mídias Sociais Online.

Por quê? Vamos aos números, somente das Redes Sociais Online de Mark Zuckerberg:

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E olhe que nem falamos do Google e toda sua gigantesca rede de produtos e serviços, nem de outras redes como o Linkedin, Twitter, Periscope, do SnapChat, do Tumblr…

Temos que conhecer cada Rede Social Online, saber para que serve cada uma delas, qual o público que as utiliza e o que diferencia cada uma delas. Quanto mais conhecermos as ferramentas, mais preparados estaremos para usá-las.

3. Fazer bem feito (foco no resultado e, ao mesmo tempo, na satisfação pessoal)

Conhecer as ferramentas é fundamental. PONTO.

Porém, é importantíssimo não só conhecer cada Rede Social Online, mas também, aprender a utilizá-las como Mídias Sociais, da maneira mais adequada, criativa e eficiente possível.

Uma boa comunicação, gera RESULTADOS POSITIVOS para a marca e isso é inquestionável. Mas, nem sempre algo que parece ser positivo quantitativamente, significa um bom resultado.

Quer um exemplo? Aumentar o número de curtidores de uma página no Facebook, à princípio, pode parecer um bom resultado.

Mas, se esse número vier de uma promoção que coloque um produto de alto valor agregado por um preço ridiculamente baixo, pode atrair pessoas que não entendem a cultura da marca e gerar uma onda de insatisfação pelos “altos preços praticados” após a promoção.

A questão “Aumento de Fãs x Engajamento” vale a pena ser pesquisada no Google, pois, vai complementar o assunto abordado neste tópico.

E lembre-se de uma questão fundamental, o resultado deve ser positivo para o cliente e, principalmente, pra você. Se você ama o que faz, vai vibrar com cada resultado positivo alcançado!

4. Aguçar a percepção (foco na consciência além do trabalho).

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Fonte: http://www.pedrocordier.com/2011/05/15/bem-vindos-a-era-da-conectividade/

Estamos em plena Era da Conectividade.

Uma Era onde a informação deixou de ser diferencial (uma vez que agora todos tem acesso a ela) e passou a ser fundamental.

Mas, junto com a abundância da informação, vem a importância de discernir entre as fontes e de interpretar seus significados com um olhar que vai além dos sentidos…

Junto com a informação e o conhecimento, precisamos abrir a mente para entender essa nova realidade conectada e desenvolver uma nova consciência mercadológica.

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

Como criar uma empresa de transporte sem possuir nenhum carro (UBER) ou uma empresa de hospedagem sem nenhum quarto (AIR BNB) ou até uma locadora sem prateleira (NETFLIX).

A economia colaborativa deixou de ser uma tendência e passou a ser uma realidade que veio para ficar… E transformar as relações de consumo que estamos habituados a ver e participar.

Ano passado, cerca de 80% das reservas de hospedagem foram feitas com serviços como o Airbnb e não com o próprio setor hoteleiro.

O Uber balançou a indústria de táxis e vem gerando protestos e tentativas de proibições por todo o mundo. Os taxistas se recusaram a se transformar e agora estão sofrendo com a sua própria inércia.

Qualquer semelhança com o que aconteceu com os donos de cavalos quando Ford criou a linha de produção e começou a fabricar automóveis em série, por volta da década de 1920, NÃO é mera coincidência.

E as locadoras de DVD (lembram delas?) não entenderam, nem aceitaram, as mudanças e foram engolidas pelos serviços de filmes digitais e de streaming.

Temos que nos adaptar para sobreviver e, mais ainda, precisamos estudar, entender e aprimorar essa nova maneira de fazer negócios.

Assim, passaremos a ser agentes transformadores e até lideranças desse novo momento de mudanças culturais, mercadológicas, sociais, políticas, tecnológicas e comportamentais.

O exemplo desses novos negócios compartilhados serão replicados nas demais áreas da economia, a começar pela alimentação. Serão? Será que aplicativos como o iFood, por exemplo, já não têem essa visão de economia compartilhada?

Se queremos entender, participar e até inovar dentro dessa nova maneira de fazer negócios precisamos ter a visão de usar os smartphones e tablets como ferramentas de simplificação.

Capazes de se travestir ao mesmo tempo, de GPS, câmera, cartão de crédito, gerador de mensagens ou de meio de compartilhamento com as mídias sociais, entre outras funções em toda e qualquer área de atuação existente.

Estima-se que em 2017 mais de três bilhões de pessoas do planeta terão um smartphone.

Hoje, no Brasil, esse número já passa de 70 milhões de unidades…

Apesar de tanto se falar em crise, temos que ampliar a nossa capacidade e a nossa criatividade para buscar saídas.

Enquanto uns estão engrossando o coro dos que se queixam, tem muita gente do outro lado, usando a criatividade para ganhar dinheiro em Salvador, na Bahia, no Brasil e no mundo.

E você? Independente da posição em que se encontra hoje, de que lado você quer estar amanhã?

Temos que perceber que as pessoas estão mudando, a Natureza está pedindo socorro e o atual mercado, com seu jeito ganancioso e unilateral de fazer negócio, está em franca decadência.

Temos que aguçar a nossa percepção para enxergar além do produto e bem acima desse atual mercado para desenvolver negócios inovadores.

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

Tem algo errado no mundo e isso está te incomodando?

As mortes e os danos ambientais causados pela passagem da enxurrada de lama, provocada pelo rompimento de barragens da Samarco em Mariana (MG) e a série de atentados (possivelmente coordenados) que atingiram Paris na noite desta sexta-feira (13) e deixaram mais de 400 vítimas (entre mortos e feridos), são profundamente tristes…

São duas tragédias completamente diferentes, mas, que nos deixam igualmente consternados…

A principio, pela sensação de impotência de não poder tirar cada grama de lama do rio ou devolver cada gota de sangue derramada…

Em seguida, pela dor de fazermos parte do problema. Do problema? SIM. Não há meio termo.

Ou fazemos parte do problema OU fazemos parte da solução.

Caso você não esteja ativamente voltado para as causas ambientais (a começar pela simples ação de não jogar lixo na rua, passando por separar o lixo da sua casa, cuidar da natureza e dos animais e denunciar quem atenta contra isso…) nem ativamente voltado para a propagação do amor (a começar por um simples sorriso de agradecimento ao acordar, passando por gestos de delicadeza, solidariedade, carinho, lealdade, honestidade, bondade e amor ao próximo, durante cada dia da sua vida e denunciar quem atenta contra isso…), você não está fazendo parte da solução e, portanto, por omissão, está fazendo parte do problema…

Tem algo errado no mundo e isso está te incomodando?

Você tem “duas” possibilidades pra “resolver” isso: CONTINUAR SE OMITINDO e assistir o próximo capítulo da novela (passar horas rolando a timeline, beber mais uma grade de cerveja…) OU passar a AGIR DIFERENTE em cada detalhe da sua vida, a partir de AGORA, para que um dia, POSSAMOS colher algo melhor do que essa realidade que estamos colhendo hoje, fruto do descaso com que tratamos a nossa responsabilidade enquanto cidadãos, pais, profissionais, seres humanos…

Pelas vítimas dessas duas tragédias, só nos resta orar e ajudar contribuindo com atos de solidariedade.

Mas, e em relação às outras possíveis vítimas… Será mesmo que não tenha nada que possa ser feito (inclusive por nós mesmos) para evitar tragédias como essas?
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Pra complementar, texto de Gregório Duvivier e vídeo do professor Clóvis de Barros Filho: http://www.contextolivre.com.br/2015/07/nao-quer-ajudar-nao-atrapalha.html?m=1

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Um minuto consciente faz a diferença

Temos diversos perfis nas redes sociais online, participamos de inúmeros grupos no WhatsApp e isso nos consome um tempo precioso…

Além disso, passamos minutos, às vezes horas, rolando as timelines do Instagram, do Facebook… Curtindo, compartilhando e fazendo comentários superficiais aqui e acolá…

E quando estamos, presencialmente, com outras pessoas, estamos sempre com pressa, falando pelos cotovelos, dispersos ao escutar o outro…

Estamos em um lugar, com alguém e de olho no próximo momento… E na tela do nosso smartphone, atentos às notificações…

Se as pessoas pensassem no que dizem, diriam menos, porque seria muito mais significativo o resultado da reflexão antes de falar.

Quando não pensamos no que estamos dizendo, dizemos mais coisas, porque as palavras perderam o sabor. E descrevem a superficialidade do nosso olhar distante…

Quando não percebemos o sabor nas coisas que vivemos e fazemos, nós multiplicamos as coisas que vivemos e fazemos… E falamos mais. E saímos mais. E fazemos mais festas… E temos mais “amigos”. E não paramos em casa. E arrumamos mais e mais compromissos…

Porque como nós não conseguimos estar em nossa própria companhia, nós queremos estar em todos os lugares. Porque não toleramos estar na nossa própria casa. Pensativos. Incomodados pelo barulho do silêncio…

Então, temos que estar no stress do dia-a-dia. Cheios de “coisas pra fazer”. Pra cima e pra baixo. Rodando, rodando, rodando… Até ficarmos tontos e perdermos a consciência de nós mesmos.

Vivemos na superfície, pois, não temos fôlego para suportar a profundidade da percepção, da contemplação, do auto-conhecimento.

Os nossos sentidos já não fazem mais sentido e poucos sabem ouvir a chuva caindo, um canto de um pássaro e, menos ainda, ouvir o outro… Poucos conseguem ver as cores do seu dia, na beleza de uma árvore frondosa, um arco-íris ou um pôr-do-sol… E quantos de nós lembra da última vez em que paramos para saborear uma bela refeição?

Se estamos na superficialidade do uso dos sentidos, o que dizer do (não) uso da percepção? O que dizer do desconhecimento da contemplação

Queremos tudo ao mesmo tempo. Queremos tudo pra ontem.

Queremos tanta coisa e, ao mesmo tempo, nos contentamos com o que encontramos na fina camada da vida superficial que levamos…

Convido você, que chegou até aqui, a parar um minuto…

Apenas pare um pouco e respire…

Você vai inspirar um pouco mais profundo e talvez até fechar os olhos por alguns segundos…

Vai perceber sons ao seu redor, cheiros… E ao abrir os olhos, talvez até note detalhes que você nunca tinha visto antes…

Se esse minutinho de pausa ajudou a trazer uma gotinha de consciência ao seu momento, imagine o oceano de #Luz, #Paz e #Amor que o uso apurado dos sentidos, a percepção e a contemplação trarão para a sua vida…

Namastê

 

Na superfície, sentimos falta da essência das pessoas… Somente quando aguçamos a nossa percepção e passamos a entrar em um estado elevado de consciência, podemos perceber a quantidade de pontos em que nossas almas se tocam…

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

 

Ser criativo é uma questão de escolha… E atitude!

Muito se fala sobre CRIATIVIDADE, mas, você já parou pra pensar o assunto com um pouco mais de profundidade?

Apesar de muita gente resumir criatividade a “um processo de geração de ideias“, percebo o assunto como algo bem mais amplo. O resultado de um processo criativo, por exemplo, é algo que precisa ter alguma aplicação prática em nossas vidas.

Ideias criativas são importantes. Ponto. Porém, tornam-se bem mais valiosas quando são desenvolvidas, executadas, postas em prática… Elevando-se, assim, ao patamar de inovação.

Um outro ponto interessante é percebermos a criatividade como uma habilidade adquirida e não um talento que nasce conosco. Analisando dessa forma, poderemos nos sentir motivados a nos tornar pessoas mais criativas.

Isso depende de tempo, dedicação e esforço, é claro, mas, já nos permite escolher se queremos, ou não, implementar a criatividade em nossas vidas ao invés de, simplesmente, aceitarmos ser rotulados como “uma pessoa que não é criativa“.

Pensar de forma criativa envolve significativas mudanças comportamentais e cognitivas. Desde a maneira como encaramos as coisas ao nosso redor ao modo como agimos em relação à tudo aquilo que nos cerca.

Tornar-se mais criativo exige um aguçamento dos nossos sentidos e o desenvolvimento da nossa percepção…

miles davis

Segundo Miles Davis (Miles Dewey Davis Jr foi um trompetista, compositor e bandleader de jazz norte-americano. Considerado um dos mais influentes músicos do século XX): “se alguém quiser se manter criativo, é preciso que esteja pronto para mudar”.

Então, fica evidente que as pessoas que fazem sempre as mesmas coisas, do mesmo modo, dificilmente desenvolverão seu potencial criativo.

Se você deseja ser uma pessoa criativa, esteja aberto para mudanças. Esteja sempre predisposto para mudar paradigmas, fazer novas escolhas, experimentar… E, com isso, obter todas os benefícios de sua criatividade.

howard gardner

Vale aproveitar o contexto para esclarecer mais um ponto polêmico: apesar de co-relacionadas, criatividade e inteligência não são a mesma coisa, ou seja, é possível nos depararmos com pessoas muito inteligentes e pouco criativas e vice-versa.

De acordo com Howard Gardner (psicólogo cognitivo e educacional estado-unidense, conhecido em especial pela sua teoria das inteligências múltiplas. Ele é professor de Cognição e Educação na Universidade de Harvard, professor adjunto de neurologia na Universidade de Boston), “(…) quando os indivíduos talentosos são examinados, fica claro que a criatividade psicométrica é independente da inteligência psicométrica, uma vez que tenha atingido o limiar de um QI de 120”.

Uma coisa todos concordamos: se tem uma coisa que não é facilmente explicável é o processo criativo. Muita gente fala coisas como: “Me bateu uma inspiração” ou “essa ideia veio do nada. Apareceu na minha mente”. Mesmo quando acabamos de ter uma ideia brilhante, geralmente não conseguimos identificar a sua origem.

No entanto, não existe mágica: a criatividade é uma habilidade (e, como tal, pode ser desenvolvida) que nos permite criar ou perceber novos padrões que não havíamos identificado anteriormente.

Ou seja, nenhum criativo consegue seguir adiante sem experiências ou fatos prévios. Ninguém cria do nada ou com o nada. Sua criatividade depende, umbilicalmente, dos livros que você lê, dos filmes que assiste, dos amigos com quem você se relaciona, das experiências que você vive…

Desse modo, a concepção de criatividade como um momento mágico e instantâneo é bem diferente da realidade. É bem verdade que a criatividade envolve a produção constante de novas ideias, mas todas a partir da conexão à uma base de conhecimentos pré existente.

Toda ideia gerada por um processo criativo, por mais inédita que seja, sempre estará conectada, na sua origem, a diversos outros conhecimentos previamente adquiridos.

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Portanto, fique ciente que quanto mais você abre a sua mente e se conecta com novas possibilidades, mais criativo você se torna. Mais ideias você tem. Mais inovação você gera…

Ser criativo é uma questão de escolha… E, mais, ainda, ser criativo é uma questão de atitude!

(Pedro Cordier, CEO da Equilibra Digital, Professor de Pós Graduação, Life & Professional Coach, Especialista em Comunicação, Criatividade e Conectividade)

O que você tem de EXTRA planejado pra hoje?

A incerteza é uma das maiores causas do fracasso.

A incerteza dispara uma reação em cadeia que, muitas vezes, culmina com uma letargia que vai tomando conta da gente e ocupando o espaço destinado à motivação (que nos levaria ao sucesso).

Mas, o que gera essa incerteza?

O desconhecimento é uma das causas mais comuns da incerteza. Quando não temos informações suficientes sobre algo, disparamos o perigoso gatilho do “achismo“. Começamos a achar que não vai dar certo, que é complicado, que não sabemos fazer, que vai demorar, que pode não dar certo…

Diante de um cenário profissional, por exemplo, quando temos que optar entre duas possibilidades (“continuar fazendo o que sempre fizemos e continuar obtendo os mesmos resultados” x “fazer diferente para obter resultados diferentes“), nos vemos inclinados a seguir a “lei do mínimo esforço” (mesmo obtendo resultados mínimos) e permanecer inertes diante da possibilidade de mudança.

Nos vemos inclinados a permanecer na chamada “zona de conforto“. Mas, espere um pouco… Zona de CONFORTO? Como podemos nos sentir “confortáveis” obtendo resultados tão medíocres?

O medo da mudança (que é um cenário de incerteza) nos paralisa. O desconhecimento nos faz enxergar poucas (ou nenhuma) possibilidades para nós mesmos. O medo do desconhecido nos faz “achar” que, apesar de não estar obtendo grandes resultados, pelo menos nós “conhecemos nossa atual situação“.

É comum escutarmos as pessoas dizendo frases como:

Eu ganho pouco, mas, pelo menos consigo sobreviver.”

Sou infeliz trabalhando aqui, mas, pelo menos tenho trabalho.”

Não faço nada do que gostaria de estar fazendo, mas, pelo menos eu pago meu aluguel, luz, água e como meu arroz com feijão.”

Vivemos PELO MENOS, quando deveríamos viver PELO MAIS

Se o desconhecimento causa incerteza e a incerteza nos faz estagnar, então porque não procuramos o conhecimento que nos faria crescer?

Porque não buscamos aprender mais sobre a nossa área de atuação, sobre nossa profissão, sobre o mercado em que atuamos? Porque não ampliamos os nossos horizontes e multiplicamos as nossas possibilidades através do aprendizado constante?

Para responder, vou lhes contar um pequeno fato que ocorreu essa semana.

Em uma reunião com um profissional (nível gerencial) de uma conceituada empresa do mercado baiano, ao apresentar uma possibilidade de desenvolver uma solução digital que iria gerar excelentes resultados para os clientes da empresa e, consequentemente, para a própria empresa, perguntei se ele havia gostado do projeto.

Ao que ele respondeu: “Gostei. Aliás, gostei MUITO. O único problema é que isso vai dar muito trabalho, sabe?

Vamos ter que treinar algumas pessoas (eu, inclusive – disse ele, quase que pensando alto…), pensar de um modo diferente em relação aos nossos clientes, colocar muita energia nesse projeto… E até poderia haver uma certa mudança em nossa comunicação.

Você tem noção a trabalheira que isso vai dar?

Nesse momento, eu perguntei: “Mas, e quanto aos resultados? Você percebe que esse projeto pode lhe trazer excelentes resultados?

Ao que ele finalizou: “Eu até entendo que os resultados podem ser bons. Até mesmo excelentes. Mas, você ainda não respondeu minha pergunta… Você tem noção a trabalheira que isso vai dar?

Nesse momento, fechei meu laptop e, enquanto ia guardando ele na mochila, respondi: “Não tenho como discordar de você. As possibilidades de resultados que apresentei dependem, umbilicalmente, de muito aprendizado e dedicação… Realmente, vai dar muito trabalho…

Me levantei, agradeci o café, a água e a oportunidade dele ter me recebido para apresentar o projeto, apertei sua mão e segui adiante, pois, outras reuniões e clientes estavam à minha espera…

Volto, então, para a indagação que provocou a descrição do breve relato acima: “Se o desconhecimento causa incerteza e a incerteza nos faz estagnar, então porque não procuramos o conhecimento que nos faria crescer?

Simplesmente, porque “dá trabalho“…

Simplesmente, porque é muito mais “cômodo“, fazer tudo do mesmo jeito que fazemos atualmente (mesmo obtendo resultados pífios)…

E assim permanecemos nós, obtendo resultados ordinários, simplesmente, por não querermos fazer absolutamente nada de EXTRA em nossas vidas que nos leve a obter resultados EXTRAordinários…

Quer dizer… “Nós” do verbo “lá ele“, pois, encaro a incerteza como um oceano de possibilidades a serem desvendadas!!!

Quando faço uma escolha e o resultado dá errado, aprendo e tiro proveito da experiência para balizar novas escolhas.

Quando dá certo, agradeço a Deus e comemoro.

E assim, sigo adiante… Sempre fazendo algo EXTRA em minha vida, aprendendo muito com os resultados e compartilhando as experiências das minhas escolhas…

E você? Tem em algo EXTRA planejado para hoje ou vai “esperar a próxima segunda-feira (e suas incertezas)” para começar?

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